TV 3.0 4K/8K Terrestre no Brasil

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Rubens, vc acha desnecessário a DTV+ pq deveria pular direto da 2.5 para o streaming.

Contexto... O que eu escrevi estava dentro do contexto da tecnologia da TV 3.0 estar sendo apresentada ao público como "um salto tecnologico" (voce chegou a compará-la, indiretamente, com as invencoes do radio, da tv, do aviao e da penicilina).

Na real nao tem avanço nenhum, nao se inventou absolutamente nada, a TV 3.0 é apenas uma gambiarra para introduzir na transmissao pelo ar, dentro do possivel, toda a tecnologia que ja está disponível ha anos (em alguns casos mais de 10 anos) na transmissao pela internet.

É como eu disse, se a desculpa para implementar a tv 3.0 fosse verdadeiramente a tecnologia (voce e eu sabemos que nao é), seria muito mais barato e sensato levar as transmissoes para a internet, aproveitando toda a infraestrutura e equipamentos que ja existem hoje, e nao criar mais um padrao de televisao que vai custar caro para todo mundo, obrigar a compra de novos equipamentos dedicados, e, daqui a no maximo 10 anos, ja estará obsoleto novamente.
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Brasil e demais países em desenvolvimento onde a tv aberta eh muito popular pedem um sistema gratuito q faça a transição pq nem temos algum horizonte garantido de qqr melhora econômica.
Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta. (...)
Imagine se ainda tivermos tv aberta por mais 30 anos! Vamos ter a opção híbrida opcional totalmente gratuita e ainda por cima c qualidade de cinema.

O sistema gratuito nao seria alterado. Nao se trata de "passar a tv para a internet e desligar o broadcasting da tv aberta". Os 2 sistemas funcionariam em paralelo.

Mesmo a TV 3.0 tambem nao vai poder funcionar sozinha, obrigatoriamente 2 sistemas de transmissao terao que funcionar paralelamente: ATSC 3.0 e ISDB-T 2.5. A outra opcao, muito mais barata para o consumidor, seria manter o sinal ISDB-T em paralelo com a transmissao pela internet. "Ninguem" precisaria ter trabalho, comprar equipamentos novos, antenas novas... enfim, gastar dinheiro que nao existe para depois de 10 anos ainda terminar com um equipamento obsoleto nas mãos. (ainda tem mais essa, a internet sempre foi uma garantia de constante evolucao tecnologica, enquanto as transmissoes de tv broadcasting sempre ficam rapidamente obsoletas, exigindo constantes trocas de sistemas -- preto e branco, depois cor, depois som stereo e legendas, depois HD, agora 4K, etc. etc. etc.).


Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta. (...)

Os EUA criou o ATSC 3.0 porque, alem dos interesses comerciais das emissoras, quando o sistema foi pensado la pelo inicio dos anos 2010 (e ate mesmo quando começou a implementação, em 2017, ha quase 10 anos), nao havia viabilidade plena de implementar alguma coisa ao nivel de uma Cazé TV. Mas em 2026 esse quadro ja mudou, nao ha mais real necessidade de uma plataforma nova. E a cada ano que passa, a infraestrutura da internet fica ainda mais robusta.

Comeram môsca com essa escolha, e hoje, nos EUA, o streaming sozinho tem mais força que a tv aberta e pagas SOMADAS!
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Mais uma: se a proxima geracao de tv pulasse direto para a internet (sem desligar, por enquanto as transmissoes ISDB-T pelo ar), ainda haveria "economia" de espectro, liberando faixas melhores e mais fortes para outros usos, como a telefonia celular, por exemplo.
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Com a Multiprogramação e a flexibilização de entrada de canais menores, mesmo que sem qualidade, fomentaria o mercado, nos USA tem canal com até 6 canais na multiprogramação. Então abre espaço pra capitalizar esse processo, o Brasil meio que copia os USA estamos uns 10 anos atrasados, então, acredito que será esse o caminho, as webtv poderão alugar espaço sem tanta burocracia e tal, pois a geradoras vão quere capitalizar, elas tão nem ai pra quem vai alugar e o estado também tem que parar de se meter em tudo.


Exatamente, tem cliente meu que digitalizou não faz muito, os equipamentos estão novos ainda, com cheiro de novo, os caras vão esperar o máximo que for, até se pagar o investimento atual, tem emissora que se afundou em divida pra digitalizar, perdeu espaço e algumas repetidoras, pois não teriam como bancar tudo.

Isso é coisa pros grandes e conforme for popularizando, se facilitassem multiprogramação como disse pra pulverizar os custos ai a historia muda.


Um pouco antes do início da TV digital no país, conversando com um influente engenheiro, de uma importante empresa da área de telecomunicações, afirmou o seguinte: muitas empresas de rádiodifusão, sem condições de " abraçar" a tal tecnologia irã meter-se em dívidas por muitos e muitos anos.
E óbvio que ele estava correto.
E parece que o quadro irá repetir-se, óbvio, dependendo do pensamento cada empresa.

Ps. E percebi que em algumas cidades dos EUA tem canal " carregando" mais de 10 Emissoras, via multiprogramacao.
 
Um pouco antes do início da TV digital no país, conversando com um influente engenheiro, de uma importante empresa da área de telecomunicações, afirmou o seguinte: muitas empresas de rádiodifusão, sem condições de " abraçar" a tal tecnologia irã meter-se em dívidas por muitos e muitos anos.
E óbvio que ele estava correto.
E parece que o quadro irá repetir-se, óbvio, dependendo do pensamento cada empresa.

Ps. E percebi que em algumas cidades dos EUA tem canal " carregando" mais de 10 Emissoras, via multiprogramacao.
convenhamos que 70% dos radiodifusores brasileiros nunca tiveram capacidade de colocar emissoras no ar, uma grande maioria enxergou um bom negocio, pegar uma concessão publica para alugar. Não mais que 4 redes nacionais com 1 local consegueriam se sustentar.
Nossa legislação permissiva escancarou as licitações para na maioria politicos mal intencionados. Faça uma limpeza no dial de S Paulo e sobram no máximo 10 emissoras das quase 50 que estão no ar.
Que seja a multiprogramação uma forma de sustentar o negocio que já esta estabelecido. Já que aqui é a casa da mãe Joana tem mesmo que liberar multicanais a vontade tanto na 2.5 atual como na nova 3.0 sem qqrs obrigações. O mercado determina o que vai sobreviver e conviver. Se somente a Globo e emissoras publicas ativarem a DTV+, que assim seja. O SBT recuou e parece que vão tentar algum ganho na interatividade da atual 2.5. A Record deve enxergar algum difrencial para via interatividade da 3.0 angariar mais doações. A Band sempre pioneira na tv a cores, transmissão via satelite e com um monte de outras midias, em algum momento qdo conseguir se equilibrar financeiramente deve ter um braço tbém na DTV+
Importante é não ter nenhuma amarra vindo do governo. Tem que deixar o mercado decidir.
Hoje eu não teria a menor duvida em escolher uma Globo DTV+ para eventos ao vivo e até alguma dramaturgia nacional. Como demonstrado aqui no topico nosso sistema pode trabalhar com altissima taxa de bits podendo facilmente superar a qualidade 4k padrão do streaming atual.
 
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TV 2.5

A taxa de transmissão total (largura de banda) do canal de TV digital aberta no Brasil é de aproximadamente 6 MHz, o que resulta em uma taxa bruta de dados de 18 Mbps a 23 Mbps por canal.
Essa taxa total é dividida pela emissora (multiplexação) para acomodar os seguintes formatos:
  • TV 1Seg (Móvel/Portáteis): Taxa de cerca de 300 kbps.
  • Vídeo SD (Definição Padrão): Taxas que variam de 2 Mbps a 5 Mbps.
  • Vídeo HD / Full HD (Alta Definição): Taxas variando de 6 Mbps a 12 Mbps, dependendo da compressão (geralmente H.264) e da complexidade da imagem.
TV3.0

Na transmissão de TV 3.0 (DTV+) aberta, a taxa de dados varia amplamente dependendo da resolução e do codec utilizado, alcançando até ≈ 82,52 Mbps em canais UHF com as novas modulações. Imagens em 4K HDR são transmitidas por radiodifusão (via antena) utilizando cerca de 10 Mbps, graças aos novos e ultraeficientes algoritmos de compressão.

BLU-RAY FHD E 4K

A taxa de transferência (ou bitrate) do Blu-ray varia significativamente dependendo do formato e do tipo de disco. Em versões padrão (1080p), oscila de 36 Mbps a 54 Mbps. Já no formato Ultra HD 4K, atinge médias de 82 Mbps, com picos de até 128 Mbps.
As taxas de transmissão variam de acordo com as especificações da mídia:
  • Blu-ray Padrão (1080p): Taxa média de 36 Mbps a 54 Mbps.
  • Ultra HD Blu-ray (4K): Média de 82 Mbps com pico de até 128 Mbps. [
Essa alta taxa de bits é o que garante aos discos uma qualidade de som e imagem superior à observada na maioria das plataformas de streaming.

De onde vc tirou essas informações? pode compartilhar as referências?
 
O q poderia ajudar a popularizar seria uma 3.0 via satélite num sistema tipo TVRO ainda em estudos, um radical tudo novo p acompanhar a terrestre c qualidade 4k e outro aproveitando a atual 2.5 HD acrescentando a conexão via internet p permitir uma real interatividade.

Verdade. E na torcida que também avancem nesse projeto via satélite.
 
A TV 3.0 é uma imensidão de oportunidades de monetização por conta do Datacasting... ou até tornar as emissoras em Broadcasting as a Service (BaaS)... O céu é o limite para quem enxergar as oportunidades (e podem espernear, mas a Globo faz isso muito bem).
 
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