TV 3.0 4K/8K Terrestre no Brasil

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Rubens, vc acha desnecessário a DTV+ pq deveria pular direto da 2.5 para o streaming.

Contexto... O que eu escrevi estava dentro do contexto da tecnologia da TV 3.0 estar sendo apresentada ao público como "um salto tecnologico" (voce chegou a compará-la, indiretamente, com as invencoes do radio, da tv, do aviao e da penicilina).

Na real nao tem avanço nenhum, nao se inventou absolutamente nada, a TV 3.0 é apenas uma gambiarra para introduzir na transmissao pelo ar, dentro do possivel, toda a tecnologia que ja está disponível ha anos (em alguns casos mais de 10 anos) na transmissao pela internet.

É como eu disse, se a desculpa para implementar a tv 3.0 fosse verdadeiramente a tecnologia (voce e eu sabemos que nao é), seria muito mais barato e sensato levar as transmissoes para a internet, aproveitando toda a infraestrutura e equipamentos que ja existem hoje, e nao criar mais um padrao de televisao que vai custar caro para todo mundo, obrigar a compra de novos equipamentos dedicados, e, daqui a no maximo 10 anos, ja estará obsoleto novamente.
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Brasil e demais países em desenvolvimento onde a tv aberta eh muito popular pedem um sistema gratuito q faça a transição pq nem temos algum horizonte garantido de qqr melhora econômica.
Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta. (...)
Imagine se ainda tivermos tv aberta por mais 30 anos! Vamos ter a opção híbrida opcional totalmente gratuita e ainda por cima c qualidade de cinema.

O sistema gratuito nao seria alterado. Nao se trata de "passar a tv para a internet e desligar o broadcasting da tv aberta". Os 2 sistemas funcionariam em paralelo.

Mesmo a TV 3.0 tambem nao vai poder funcionar sozinha, obrigatoriamente 2 sistemas de transmissao terao que funcionar paralelamente: ATSC 3.0 e ISDB-T 2.5. A outra opcao, muito mais barata para o consumidor, seria manter o sinal ISDB-T em paralelo com a transmissao pela internet. "Ninguem" precisaria ter trabalho, comprar equipamentos novos, antenas novas... enfim, gastar dinheiro que nao existe para depois de 10 anos ainda terminar com um equipamento obsoleto nas mãos. (ainda tem mais essa, a internet sempre foi uma garantia de constante evolucao tecnologica, enquanto as transmissoes de tv broadcasting sempre ficam rapidamente obsoletas, exigindo constantes trocas de sistemas -- preto e branco, depois cor, depois som stereo e legendas, depois HD, agora 4K, etc. etc. etc.).


Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta. (...)

Os EUA criou o ATSC 3.0 porque, alem dos interesses comerciais das emissoras, quando o sistema foi pensado la pelo inicio dos anos 2010 (e ate mesmo quando começou a implementação, em 2017, ha quase 10 anos), nao havia viabilidade plena de implementar alguma coisa ao nivel de uma Cazé TV. Mas em 2026 esse quadro ja mudou, nao ha mais real necessidade de uma plataforma nova. E a cada ano que passa, a infraestrutura da internet fica ainda mais robusta.

Comeram môsca com essa escolha, e hoje, nos EUA, o streaming sozinho tem mais força que a tv aberta e pagas SOMADAS!
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Mais uma: se a proxima geracao de tv pulasse direto para a internet (sem desligar, por enquanto as transmissoes ISDB-T pelo ar), ainda haveria "economia" de espectro, liberando faixas melhores e mais fortes para outros usos, como a telefonia celular, por exemplo.
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Com a Multiprogramação e a flexibilização de entrada de canais menores, mesmo que sem qualidade, fomentaria o mercado, nos USA tem canal com até 6 canais na multiprogramação. Então abre espaço pra capitalizar esse processo, o Brasil meio que copia os USA estamos uns 10 anos atrasados, então, acredito que será esse o caminho, as webtv poderão alugar espaço sem tanta burocracia e tal, pois a geradoras vão quere capitalizar, elas tão nem ai pra quem vai alugar e o estado também tem que parar de se meter em tudo.


Exatamente, tem cliente meu que digitalizou não faz muito, os equipamentos estão novos ainda, com cheiro de novo, os caras vão esperar o máximo que for, até se pagar o investimento atual, tem emissora que se afundou em divida pra digitalizar, perdeu espaço e algumas repetidoras, pois não teriam como bancar tudo.

Isso é coisa pros grandes e conforme for popularizando, se facilitassem multiprogramação como disse pra pulverizar os custos ai a historia muda.


Um pouco antes do início da TV digital no país, conversando com um influente engenheiro, de uma importante empresa da área de telecomunicações, afirmou o seguinte: muitas empresas de rádiodifusão, sem condições de " abraçar" a tal tecnologia irã meter-se em dívidas por muitos e muitos anos.
E óbvio que ele estava correto.
E parece que o quadro irá repetir-se, óbvio, dependendo do pensamento cada empresa.

Ps. E percebi que em algumas cidades dos EUA tem canal " carregando" mais de 10 Emissoras, via multiprogramacao.
 
Um pouco antes do início da TV digital no país, conversando com um influente engenheiro, de uma importante empresa da área de telecomunicações, afirmou o seguinte: muitas empresas de rádiodifusão, sem condições de " abraçar" a tal tecnologia irã meter-se em dívidas por muitos e muitos anos.
E óbvio que ele estava correto.
E parece que o quadro irá repetir-se, óbvio, dependendo do pensamento cada empresa.

Ps. E percebi que em algumas cidades dos EUA tem canal " carregando" mais de 10 Emissoras, via multiprogramacao.
convenhamos que 70% dos radiodifusores brasileiros nunca tiveram capacidade de colocar emissoras no ar, uma grande maioria enxergou um bom negocio, pegar uma concessão publica para alugar. Não mais que 4 redes nacionais com 1 local consegueriam se sustentar.
Nossa legislação permissiva escancarou as licitações para na maioria politicos mal intencionados. Faça uma limpeza no dial de S Paulo e sobram no máximo 10 emissoras das quase 50 que estão no ar.
Que seja a multiprogramação uma forma de sustentar o negocio que já esta estabelecido. Já que aqui é a casa da mãe Joana tem mesmo que liberar multicanais a vontade tanto na 2.5 atual como na nova 3.0 sem qqrs obrigações. O mercado determina o que vai sobreviver e conviver. Se somente a Globo e emissoras publicas ativarem a DTV+, que assim seja. O SBT recuou e parece que vão tentar algum ganho na interatividade da atual 2.5. A Record deve enxergar algum difrencial para via interatividade da 3.0 angariar mais doações. A Band sempre pioneira na tv a cores, transmissão via satelite e com um monte de outras midias, em algum momento qdo conseguir se equilibrar financeiramente deve ter um braço tbém na DTV+
Importante é não ter nenhuma amarra vindo do governo. Tem que deixar o mercado decidir.
Hoje eu não teria a menor duvida em escolher uma Globo DTV+ para eventos ao vivo e até alguma dramaturgia nacional. Como demonstrado aqui no topico nosso sistema pode trabalhar com altissima taxa de bits podendo facilmente superar a qualidade 4k padrão do streaming atual.
 
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TV 2.5

A taxa de transmissão total (largura de banda) do canal de TV digital aberta no Brasil é de aproximadamente 6 MHz, o que resulta em uma taxa bruta de dados de 18 Mbps a 23 Mbps por canal.
Essa taxa total é dividida pela emissora (multiplexação) para acomodar os seguintes formatos:
  • TV 1Seg (Móvel/Portáteis): Taxa de cerca de 300 kbps.
  • Vídeo SD (Definição Padrão): Taxas que variam de 2 Mbps a 5 Mbps.
  • Vídeo HD / Full HD (Alta Definição): Taxas variando de 6 Mbps a 12 Mbps, dependendo da compressão (geralmente H.264) e da complexidade da imagem.
TV3.0

Na transmissão de TV 3.0 (DTV+) aberta, a taxa de dados varia amplamente dependendo da resolução e do codec utilizado, alcançando até ≈ 82,52 Mbps em canais UHF com as novas modulações. Imagens em 4K HDR são transmitidas por radiodifusão (via antena) utilizando cerca de 10 Mbps, graças aos novos e ultraeficientes algoritmos de compressão.

BLU-RAY FHD E 4K

A taxa de transferência (ou bitrate) do Blu-ray varia significativamente dependendo do formato e do tipo de disco. Em versões padrão (1080p), oscila de 36 Mbps a 54 Mbps. Já no formato Ultra HD 4K, atinge médias de 82 Mbps, com picos de até 128 Mbps.
As taxas de transmissão variam de acordo com as especificações da mídia:
  • Blu-ray Padrão (1080p): Taxa média de 36 Mbps a 54 Mbps.
  • Ultra HD Blu-ray (4K): Média de 82 Mbps com pico de até 128 Mbps. [
Essa alta taxa de bits é o que garante aos discos uma qualidade de som e imagem superior à observada na maioria das plataformas de streaming.

De onde vc tirou essas informações? pode compartilhar as referências?
 
O q poderia ajudar a popularizar seria uma 3.0 via satélite num sistema tipo TVRO ainda em estudos, um radical tudo novo p acompanhar a terrestre c qualidade 4k e outro aproveitando a atual 2.5 HD acrescentando a conexão via internet p permitir uma real interatividade.

Verdade. E na torcida que também avancem nesse projeto via satélite.
 
A TV 3.0 é uma imensidão de oportunidades de monetização por conta do Datacasting... ou até tornar as emissoras em Broadcasting as a Service (BaaS)... O céu é o limite para quem enxergar as oportunidades (e podem espernear, mas a Globo faz isso muito bem).
 
Última edição:
A TV 3.0 é uma imensidão de oportunidades de monetização por conta do Datacasting... ou até tornar as emissoras em Broadcasting as a Service (BaaS)... O céu é o limite para quem enxergar as oportunidades (e podem espernear, mas a Globo faz isso muito bem).
Com o dinheiro que a globo tem ela deve fazer direito, se não paramos né.

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Contexto... O que eu escrevi estava dentro do contexto da tecnologia da TV 3.0 estar sendo apresentada ao público como "um salto tecnologico" (voce chegou a compará-la, indiretamente, com as invencoes do radio, da tv, do aviao e da penicilina).

Na real nao tem avanço nenhum, nao se inventou absolutamente nada, a TV 3.0 é apenas uma gambiarra para introduzir na transmissao pelo ar, dentro do possivel, toda a tecnologia que ja está disponível ha anos (em alguns casos mais de 10 anos) na transmissao pela internet.

É como eu disse, se a desculpa para implementar a tv 3.0 fosse verdadeiramente a tecnologia (voce e eu sabemos que nao é), seria muito mais barato e sensato levar as transmissoes para a internet, aproveitando toda a infraestrutura e equipamentos que ja existem hoje, e nao criar mais um padrao de televisao que vai custar caro para todo mundo, obrigar a compra de novos equipamentos dedicados, e, daqui a no maximo 10 anos, ja estará obsoleto novamente.
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O sistema gratuito nao seria alterado. Nao se trata de "passar a tv para a internet e desligar o broadcasting da tv aberta". Os 2 sistemas funcionariam em paralelo.

Mesmo a TV 3.0 tambem nao vai poder funcionar sozinha, obrigatoriamente 2 sistemas de transmissao terao que funcionar paralelamente: ATSC 3.0 e ISDB-T 2.5. A outra opcao, muito mais barata para o consumidor, seria manter o sinal ISDB-T em paralelo com a transmissao pela internet. "Ninguem" precisaria ter trabalho, comprar equipamentos novos, antenas novas... enfim, gastar dinheiro que nao existe para depois de 10 anos ainda terminar com um equipamento obsoleto nas mãos. (ainda tem mais essa, a internet sempre foi uma garantia de constante evolucao tecnologica, enquanto as transmissoes de tv broadcasting sempre ficam rapidamente obsoletas, exigindo constantes trocas de sistemas -- preto e branco, depois cor, depois som stereo e legendas, depois HD, agora 4K, etc. etc. etc.).




Os EUA criou o ATSC 3.0 porque, alem dos interesses comerciais das emissoras, quando o sistema foi pensado la pelo inicio dos anos 2010 (e ate mesmo quando começou a implementação, em 2017, ha quase 10 anos), nao havia viabilidade plena de implementar alguma coisa ao nivel de uma Cazé TV. Mas em 2026 esse quadro ja mudou, nao ha mais real necessidade de uma plataforma nova. E a cada ano que passa, a infraestrutura da internet fica ainda mais robusta.

Comeram môsca com essa escolha, e hoje, nos EUA, o streaming sozinho tem mais força que a tv aberta e pagas SOMADAS!
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Eu não vejo um problema em 10 anos atualizar algo que ficou obsoleto. Você não está usando o mesmo computador de 10 anos atrás, está? Não está usando a mesma TV de 10 anos atrás. Mesmo que esteja não está usando codecs de 10 anos atrás. É um tempo enorme em tecnologia.

A TV aberta + paga foi ultrapassada pelo streaming nos EUA sim, mas foi só agora no ano passado e muito disso se deve a muito conteúdo linear ter migrado para o digital. Tanto que se você dividir lá nos EUA o conteúdo entre pago com publicidade x pago com assinatura o tradicional sistema linear pago com publicidade representa 73% do consumo e nisso a TV aberta + paga segue na frente, como na imagem abaixo. E isso é EUA. Em países como Brasil vai demorar bem mais pra chegarmos nisso. Na Polônia, por exemplo, streaming ainda é 10% do consumo. Cada país tem uma realidade.

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E a TV aberta ainda tem sua própria economia, sendo um serviço de acesso público. O concessionário coloca um transmissor e gera uma programação e na outra ponta você só precisa de uma antena pra sua TV (ou um set-top-box durante a transição). Na internet você tem muitos nós no meio do caminho. Ok, cada vez mais robusto, cada vez mais escalável mas ainda com limitações. A copa tem sido vista por mais de 120 milhões de brasileiros pela TV.
 
De onde vc tirou essas informações? pode compartilhar as referências?
Tá na cara que é coisa de IA. Até a formatação é a mesma.

Eu não vejo um problema em 10 anos atualizar algo que ficou obsoleto. Você não está usando o mesmo computador de 10 anos atrás, está? Não está usando a mesma TV de 10 anos atrás. Mesmo que esteja não está usando codecs de 10 anos atrás. É um tempo enorme em tecnologia.

A TV aberta + paga foi ultrapassada pelo streaming nos EUA sim, mas foi só agora no ano passado e muito disso se deve a muito conteúdo linear ter migrado para o digital. Tanto que se você dividir lá nos EUA o conteúdo entre pago com publicidade x pago com assinatura o tradicional sistema linear pago com publicidade representa 73% do consumo e nisso a TV aberta + paga segue na frente, como na imagem abaixo. E isso é EUA. Em países como Brasil vai demorar bem mais pra chegarmos nisso. Na Polônia, por exemplo, streaming ainda é 10% do consumo. Cada país tem uma realidade.

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E a TV aberta ainda tem sua própria economia, sendo um serviço de acesso público. O concessionário coloca um transmissor e gera uma programação e na outra ponta você só precisa de uma antena pra sua TV (ou um set-top-box durante a transição). Na internet você tem muitos nós no meio do caminho. Ok, cada vez mais robusto, cada vez mais escalável mas ainda com limitações. A copa tem sido vista por mais de 120 milhões de brasileiros pela TV.
Muito obrigado por me poupar o trabalho de ter que detalhar essa fanfarronice de "streaming superou as transmissões convencionais nos EUA". Como se vê, 53.4%, onde se tem receita publicitária, é uma baita fatia ainda e, portanto, não dá pra falar "pega as antenas tudo e joga fora"... aliás não dá pra falar isso nem sobre a "malha de cobre" que percorre os EUA ainda. 👏🏻

Outra coisa: obrigado por oferecer esse delicioso chá de realidade, feito com o ingrediente mais nobre da cozinha da argumentação - o fato, e colocar em perspectiva que cada mercado tem ainda seu próprio desafio e realidade. 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

É dose quando as pessoas alegremente colocam o "tapa-vista" e se guiam apenas pelo o que acontece nos EUA. Sai cada abobrinha...
 
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Na globo dtv+ ainda ta com qualidade de imagem HD. A unica novidade mesmo foi a camera extra. Creio que como estao em pool com sportv, devem estar usando o sinal que vai pro sportv 3 (em HD). Vamos torcer por novidades depois da copa quando voltarem a ter a transmissão separada
Ontem estava sofrível a transmissão 4k da F1 na Sportv4k Hoje o futebol está maravilhoso . Da até vontade de ter uma tela bem maior.
Agora alguém poderia comparar c a Globo DTV+?
 
PADRÃO DE TV 3.0 JAPONÊS COMPLEXO.

O sistema de transmissão de TV em Ultra Alta Definição (UHD) do Japão é conhecido como ISDB-S3 (frequentemente associado ao padrão de transmissão 4K e 8K, ou Super Hi-Vision). Desenvolvido pela emissora estatal NHK, ele opera através de satélites de radiodifusão (BS e CS) para entregar conteúdos em 4K e 8K com som multicanal. fonte
  • Resoluções: Suporta resoluções 4K (3840 × 2160) e 8K (7680 × 4320).
  • Tecnologia: Baseado no sistema ISDB (padrão de TV digital japonês), o ISDB-S3 permite a transmissão de dados pesados de Ultra HD.
  • Acessibilidade: Para sintonizar os canais UHD no Japão, é necessário possuir uma antena parabólica compatível e um televisor com sintonizador BS/CS 8K/4K integrado ou um receptor externo. link
Comparação entre Padrões de TV UHD Globais

PadrãoRegião PrincipalResoluções SuportadasCaracterísticas Principais
ISDB-S3Japão4K e 8K (Super Hi-Vision)Transmissão via satélite avançada (BS/CS), foco pioneiro em 8K e áudio imersivo de até 22.2 canais.
ATSC 3.0Estados Unidos / Coreia do Sul4KConhecido comercialmente como NextGen TV. Combina transmissão via antena terrestre com internet (IP), permitindo interatividade avançada.

DVB-UHDTVEuropa4KBaseado na infraestrutura europeia tradicional (DVB-T2 terrestre ou DVB-S2 satélite). Focado na transição gradual do ecossistema europeu.
SBTVD-TV 3.0BrasilAté 8KPróxima geração da TV digital brasileira (prevista para os próximos anos). Adota tecnologias de áudio e vídeo similares ao ATSC 3.0 e ISDB-S3, com forte integração com a internet.
Equipamentos Necessários para o Sistema Japonês
Para sintonizar o sinal de Ultra Alta Definição (4K/8K) transmitido via satélite no Japão, a configuração exige componentes específicos devido às frequências utilizadas:
  • Televisor Compatível: Aparelho de TV com resolução nativa 4K ou 8K que possua um sintonizador BS/CS 4K/8K integrado. Modelos mais antigos exigem um sintonizador digital externo conectado via cabo HDMI de alta velocidade.
  • Antena Parabólica BS/110° CS: Uma antena parabólica atualizada capaz de receber sinais de polarização circular direita e esquerda (frequências de até 3224 MHz). Antenas antigas captam apenas os canais 4K básicos.
  • Divisores e Cabos Blindados: Todos os cabos coaxiais, divisores de sinal, tomadas de parede e amplificadores instalados na residência devem suportar a frequência de 3,2 GHz para evitar perda de sinal e interferências (como com redes Wi-Fi).
  • Cartão de Acesso / Chip B-CAS: Cartão ou chip embutido no sintonizador para a decodificação dos canais de satélite (gratuitos e pagos).








 
PADRÃO DE TV 3.0 JAPONÊS COMPLEXO.

O sistema de transmissão de TV em Ultra Alta Definição (UHD) do Japão é conhecido como ISDB-S3 (frequentemente associado ao padrão de transmissão 4K e 8K, ou Super Hi-Vision). Desenvolvido pela emissora estatal NHK, ele opera através de satélites de radiodifusão (BS e CS) para entregar conteúdos em 4K e 8K com som multicanal.

E pesquisando sobre o assunto parece que existam 17 canais em 4K e 1 canal em 8K naquele país. E na Coreia do Sul seriam 4 canais em 4K .
 
Tem muita informação errada, por isso perguntei... se tiver os links, mas parece ser uma IA que errou bastante.
favor verificar essa parte ´para comparação:

TV3.0
Na transmissão de TV 3.0 (DTV+) aberta, a taxa de dados varia amplamente dependendo da resolução e do codec utilizado, alcançando até ≈ 82,52 Mbps em canais UHF com as novas modulações. Imagens em 4K HDR são transmitidas por radiodifusão (via antena) utilizando cerca de 10 Mbps, graças aos novos e ultraeficientes algoritmos de compressão.


BLU-RAY FHD E 4K
A taxa de transferência (ou bitrate) do Blu-ray varia significativamente dependendo do formato e do tipo de disco. Em versões padrão (1080p), oscila de 36 Mbps a 54 Mbps. Já no formato Ultra HD 4K, atinge médias de 82 Mbps, com picos de até 128 Mbps.
As taxas de transmissão variam de acordo com as especificações da mídia:
Blu-ray Padrão (1080p): Taxa média de 36 Mbps a 54 Mbps.
Ultra HD Blu-ray (4K): Média de 82 Mbps com pico de até 128 Mbps. [

No BLU RAY FHD E 4K usam qual tipo de compressão: H.265 ou 266?
O bitrate na DTV+ está regulamentado (vr minimo vr maximo) ou pode variar conforme o gosto da emissora pensando em entregar qualidade máxima, tipo, a DTV+ pode entregar qualidade muito proxima do BLU RAY 4K e muito acima da qualidade padrao hoje no streaming?
 
Última edição:
Ontem acompanhei o jogo do Brasil em 4K. A transmissão melhorou (essa que é gerada pela FIFA), mas as entradas com os repórteres em campo está pixelizado. Ainda precisam ajustar isso… teve dois momentos de black e queda do sinal repentino durante a partida.

Apesar de receber o sinal robusto, ainda tem muitos problemas técnicos.

Já sobre a TV 2.5 ainda está sem recepção de três emissoras. A CBI corrigiu o sinal para abrir (ficava em black), mas a RBI, a Record News e a Canção Nova ainda não sintonizam.

Ao contrário do que falaram antes que os canais da EBC em DTV+ estão transmitindo sem o logo nos ícones, a última atualização derrubou isso. Deve ser um bug do sistema.

Percebi que pelo receptor Aquário ele possui recepção fraca (exige mais potência), tanto que a RTN que abre normalmente na minha TV fica sem sinal. A emissora transmite com baixa potência (ou há uma modulação que trava essa propagação). Aliás é um canal que possui péssima qualidade técnica e precisa rever todos os parâmetros. É um HD de high desgosto.
 
Ontem acompanhei o jogo do Brasil em 4K. A transmissão melhorou (essa que é gerada pela FIFA), mas as entradas com os repórteres em campo está pixelizado. Ainda precisam ajustar isso… teve dois momentos de black e queda do sinal repentino durante a partida.

Apesar de receber o sinal robusto, ainda tem muitos problemas técnicos.

Já sobre a TV 2.5 ainda está sem recepção de três emissoras. A CBI corrigiu o sinal para abrir (ficava em black), mas a RBI, a Record News e a Canção Nova ainda não sintonizam.

Ao contrário do que falaram antes que os canais da EBC em DTV+ estão transmitindo sem o logo nos ícones, a última atualização derrubou isso. Deve ser um bug do sistema.

Percebi que pelo receptor Aquário ele possui recepção fraca (exige mais potência), tanto que a RTN que abre normalmente na minha TV fica sem sinal. A emissora transmite com baixa potência (ou há uma modulação que trava essa propagação). Aliás é um canal que possui péssima qualidade técnica e precisa rever todos os parâmetros. É um HD de high desgosto.

A Globo aumentou um pouco o bitrate do seu canal no DTV+, por isso vc sentiu a melhora (que não teve nada a ver com a FIFA).
 
Ontem acompanhei o jogo do Brasil em 4K. A transmissão melhorou (essa que é gerada pela FIFA), mas as entradas com os repórteres em campo está pixelizado. Ainda precisam ajustar isso… teve dois momentos de black e queda do sinal repentino durante a partida.
Percebia uma variação no bitrate nesses momentos de black. Ora a imagem ficava muito boa. Ora pixelada. Parecia que a Globo estava mexendo nisto durante a partida
 
Um padrão de transmissão de TV pelo ar ainda se faz necessário em um país como o nosso. Nos dois primeiros jogos da seleção brasileira na Copa, consegui acompanhar em 4K pela CazéTV sem problemas. Na partida contra a Escócia, presenciei travamentos mesmo nas resoluções mais inferiores, ainda mais no primeiro tempo. Mesma coisa neste último confronto com o Japão, tanto que tive de recorrer ao Disney+ (que também está carregando os sinais deles, mas com qualidade inferior ao YouTube).

O fato é que, mesmo em 2026, a Internet brasileira não dá conta de transmissões em 4K. O ideal mesmo seria um sistema via satélite, justo o que disseram que ficaria para depois. Com volume maior de dados e duas polarizações, ser transmitido via VHF não é o suficiente para ter alcance comparável ao que a TV 2.5 tem hoje. Locais que precisam de antenas grandes, mastros altos e amplificadores vão ficar sem acesso ao novo padrão, é inevitável. O backup via IPTV não vai ser suficiente e a experiência que estou tendo já mostra isso.
 
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