TV 3.0 4K/8K Terrestre no Brasil

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📀 Situação Atual do Blu-ray nos EUA​


  • Produção continua ativa: Empresas como Sony, Panasonic e Technicolor ainda fabricam discos Blu-ray para o mercado norte-americano.[/B]

Essa Informacao está desatualizada... A Sony deixou de fabricar discos Blu-Ray para o público consumidor em 2024, e encerrou totalmente a producao de discos blu-ray para a industria em fevereiro de 2025. Ela tambem nao fabrica mais os gravadores. Desconheço a situacao das outras citadas, mas o unico grande fabricante ocidental que ainda fabrica o gravador é a Panasonic.


  • Colecionadores que valorizam edições limitadas e extras.
  • Cinefilos que buscam qualidade superior de imagem e som.
  • Consumidores resistentes ao streaming por questões de direitos digitais ou preferência por posse física.

Ou seja, mercado de nicho.
.
 
Rubens, vc acha desnecessário a DTV+ pq deveria pular direto da 2.5 p o streaming. Não está errado se comparado c a Europa Japão onde a internet não eh um peso p a população.
Brasil e demais países em desenvolvimento onde a tv aberta eh muito popular pedem um sistema gratuito q faça a transição pq nem temos algum horizonte garantido de qqr melhora econômica.
Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta.
Devido ao pioneirismo, o NextGen ficou obsoleto sem as vantagens do MIMO, melhor recepção, e o VVC, melhor resolução até 8k, então não justificou ao q veio.
Imagine se ainda tivermos tv aberta por mais 30 anos! Vamos ter a opção híbrida opcional totalmente gratuita e ainda por cima c qualidade de cinema.
 
Última edição:
Essa Informacao está desatualizada... A Sony deixou de fabricar discos Blu-Ray para o público consumidor em 2024, e encerrou totalmente a producao de discos blu-ray para a industria em fevereiro de 2025. Ela tambem nao fabrica mais os gravadores. Desconheço a situacao das outras citadas, mas o unico grande fabricante ocidental que ainda fabrica o gravador é a Panasonic.




Ou seja, mercado de nicho.
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Fabricantes de Discos Blu-ray (2026)​

  • Panasonic – ainda produz discos industriais e de alta qualidade, embora a disponibilidade para consumidores esteja diminuindo.
  • Verbatim – mantém produção de discos graváveis, incluindo a linha M-DISC, voltada para arquivamento de longo prazo (vida útil estimada em até 1.000 anos).
  • CMC Magnetics – fabricante taiwanês que fornece discos para várias marcas globais.
  • Ritek – outro grande produtor asiático de mídias ópticas.
  • Technicolor – atua na fabricação e distribuição de discos para estúdios de cinema.
  • Outros players regionais – empresas como New Cyberian Systems, CDA GmbH, Smartbuy, Tsinghua Unigroup e fabricantes chineses menores continuam ativos, mas com foco em mercados locais.

Fabricantes de Players Blu-ray​

  • Panasonic – segue como líder no segmento de players dedicados.
  • Sony – apesar de ter encerrado a fabricação de discos graváveis, ainda comercializa players e consoles (PlayStation 5) que funcionam como leitores Blu-ray.
  • LG e Samsung – mantêm linhas de players domésticos, embora com menos modelos que no auge da mídia.
  • Philips e Dell – oferecem drives Blu-ray para computadores e notebooks.
  • Outros fabricantes – marcas como Canon, Epson, BenQ, Hitachi, Casio, ViewSonic, Acer também aparecem no mercado, principalmente em soluções multimídia e drives integrados.
 
Rubens, vc acha desnecessário a DTV+ pq deveria pular direto da 2.5 p o streaming. Não está errado se comparado c a Europa Japão onde a internet não eh um peso p a população.
Brasil e demais países em desenvolvimento onde a tv aberta eh muito popular pedem um sistema gratuito q faça a transição pq nem temos algum horizonte garantido de qqr melhora econômica.
Ate um país rico como os EUA relutou em migrar direto p o streaming devido a gde força ainda da tv aberta.
Devido ao pioneirismo, o NextGen ficou obsoleto sem as vantagens do MIMO, melhor recepção, e o VVC, melhor resolução até 8k, então não justificou ao q veio.
Imagine se ainda tivermos tv aberta por mais 30 anos! Vamos ter a opção híbrida opcional totalmente gratuita e ainda por cima c qualidade de cinema.
E esperar que a DTV+ tenha a mesma adesão de uma 2.0 ou 1.0 para considerar sucesso é no mínimo ingenuidade. Não vai ser mesmo. Vai ter gente que nunca vai usar e é isso. A TV 3.0, sendo híbrida, vai até se confundir, por vezes, com YouTube, outras plataformas próprias de streaming, fast etc.

A audiência vai ficar cada vez mais diluída. E apesar dos pesares, a Globo ainda parece a única disposta a investir em algo (tanto que é praticamente a única que segue com novelas). E isso vai agregar muito valor ao streaming em um futuro próximo, coisa que as concorrentes como SBT e Record praticamente abriram mão.
 
O cara esconde a antena e pega melhor que aqui, que fase

Enquanto o rapaz que cedeu a sala pro Mundo conectado gravar esse video escondeu a antena, eu por outro lado mostro como ficou minha instalação definitiva com minhas duas antenas externas. Inclusive pra quem for assistir pela TV, uma surpresa... esse video também está em HDR no mesmo padrão da tv 3.0 hehe (a sony zv-e10 mark II grava em HLG Rec2020 10bit. Fantastica camera)

 
Enquanto o rapaz que cedeu a sala pro Mundo conectado gravar esse video escondeu a antena, eu por outro lado mostro como ficou minha instalação definitiva com minhas duas antenas externas. Inclusive pra quem for assistir pela TV, uma surpresa... esse video também está em HDR no mesmo padrão da tv 3.0 hehe (a sony zv-e10 mark II grava em HLG Rec2020 10bit. Fantastica camera)

Nossa! Que confusão que ficou a correlação da dupla polaridade com LCEVC (no vídeo do Mundo Conectado, tinha ocorrido essa mesma confusão)... Imagino que o pessoal esteja confundindo com o LDM (que ainda não está ativo)... São coisas distintas... Um é camada física (LDM/Dupla Polaridade), perfil de potência; outro é lógica (LCEVC), melhorias de vídeo.
 
E esperar que a DTV+ tenha a mesma adesão de uma 2.0 ou 1.0 para considerar sucesso é no mínimo ingenuidade. Não vai ser mesmo. Vai ter gente que nunca vai usar e é isso. A TV 3.0, sendo híbrida, vai até se confundir, por vezes, com YouTube, outras plataformas próprias de streaming, fast etc.

A audiência vai ficar cada vez mais diluída. E apesar dos pesares, a Globo ainda parece a única disposta a investir em algo (tanto que é praticamente a única que segue com novelas). E isso vai agregar muito valor ao streaming em um futuro próximo, coisa que as concorrentes como SBT e Record praticamente abriram mão.
Claro q n vai ter a mesma adesão. A DTV+ eh um sistema de transição q pode durar 15 anos ou muito mais. Transição e nesse tempo as emissoras vao estar 24hs numa plataforma streaming. Vr gasto c internet e qualidade vao balizar essa sobrevida.
Na Inglaterra o Freely sugere ver os canais pelo streaming mas qdo a internet oscila, o sistema migra automaticamente p a tv aberta. Então os 2 sistemas convivendo em paralelo por algum tempo mas a realidade eh muito diferente da nossa.
 
A distribuição via IP não tem a mesma capacidade da RF, e não estou falando de falta de banda. Há limitação técnica no número de usuários conectados. Via IP, ainda há desafios. Distribuir via IP na mesma escala do RF se tornará realidade somente quando novos protocolos, como, por exemplo, o MOQT, também se tornarem uma realidade.
 
Kkkkkkkkkkkkkkkk nada de novo sob o sol. "Tenho 5 bilhão de giga de velocidade em internet, assino 127 serviços de streaming (todos com anúncios!), vejo a copa na CazébetTV... como assim ainda tem gente que vê TV aberta? Isso nem existe mais!"

Desde o finado htforum original se via pessoas do pedestal das suas bolhas matando o sinal aberto terrestre, ainda o maior meio de entretenimento audiovisual da população. Volte aqui em 10 anos e o papo será o mesmo.

Viva a TV 3.0, sistema que vai andar bastante quando as novas TVs já vierem com a tecnologia embarcada (porém também sou contra os controles não ter os números!!! Péssimo)
 
Nossa! Que confusão que ficou a correlação da dupla polaridade com LCEVC (no vídeo do Mundo Conectado, tinha ocorrido essa mesma confusão)... Imagino que o pessoal esteja confundindo com o LDM (que ainda não está ativo)... São coisas distintas... Um é camada física (LDM/Dupla Polaridade), perfil de potência; outro é lógica (LCEVC), melhorias de vídeo.
Nosso DTV+ eh muito, muito sofisticado, sistema aberto q pode ser melhorado Tão sofisticado q poderia até ser implantado numa forma mais simples em cidades médias, mantendo a qualidade 4k e interatividade.
Tem ainda o TX Id q permite segmentar propaganda por bairros dentro de uma cidade e o LDM q permite 2 camadas de modulação, a HD prevista inicialmente p transmissão móvel q poderá ter outra utilização já q a tendência eh q a mobilidade venha em outro sistema paralelo, pela 5G Broadcast já testada em Curitiba.
O q poderia ajudar a popularizar seria uma 3.0 via satélite num sistema tipo TVRO ainda em estudos, um radical tudo novo p acompanhar a terrestre c qualidade 4k e outro aproveitando a atual 2.5 HD acrescentando a conexão via internet p permitir uma real interatividade.
 
Última edição:
O unico ponto da CazeTV é que ela depende de infra de terceiros (YouTube) e regra das politicas da plataforma YouTube. Se um dia o YouTube mudar o algoritmo ou a politica que prejudique eles, o negócio ja era. Visto que muitos canais grandes perderam relevância na plataforma porque agora o YouTube quer ser um tiktok com seus reels/shorts sendo que sempre foi uma plataforma pra videos >>LONGOS<<

A meu ver a cazetv aproveitando o tamanho que ganhou deveria investir em infra propria e criar um app de VoD exclusivo deles e usar o YouTube como plataforma de migração pra essa plataforma própria.
YouTube valoriza canais com vídeos longos, como sei? Eu tenho dezenas de canais e os que mais entregam com orientação do YouTube é vídeos longos, os Shortz, da views mas não gera relevância, eu tenho canal com 3 milhões de inscritos. Posto 1 vídeo por mês. YouTube já voltou atrás dessa ideia de competir com o FlopTok.
 
A distribuição via IP não tem a mesma capacidade da RF, e não estou falando de falta de banda. Há limitação técnica no número de usuários conectados. Via IP, ainda há desafios. Distribuir via IP na mesma escala do RF se tornará realidade somente quando novos protocolos, como, por exemplo, o MOQT, também se tornarem uma realidade.
Isso depende de banda, tráfego e servidores com sistemas bons, eu já transmiti em 4k 60FPS, porém se tu quer transmitir isso como se fosse um canal sem limitações de espectadores, tem que preparar o bolso e as vezes a conta fica mais cara do que investir em tv tradicional.

O que salva a Cazé é que eles estão usando a infra do YouTube. Eu entendo pra caramba de streaming, o mercado precisa evoluir para o IPV6, h265 e diminuir o custo de banda, ai quem sabe...

Agora que se for um canal linear 1080p h264 CBR ou VBR a tecnologia ta ai e o custo é relativamente alto para atingir milhões de espectadores, por isso o servidor desse ser tipo os da bunny que controlar o consumo e paga pelo que usa e não contratar um lote X e usar menos e ter que pagar cheio.
 
Nosso DTV+ eh muito, muito sofisticado, sistema aberto q pode ser melhorado Tão sofisticado q poderia até ser implantado numa forma mais simples em cidades médias, mantendo a qualidade 4k e interatividade.
Tem ainda o TX Id q permite segmentar propaganda por bairros dentro de uma cidade e o LDM q permite 2 camadas de modulação, a HD prevista inicialmente p transmissão móvel q poderá ter outra utilização já q a tendência eh q a mobilidade venha em outro sistema paralelo, pela 5G Broadcast já testada em Curitiba.
O q poderia ajudar a popularizar seria uma 3.0 via satélite num sistema tipo TVRO ainda em estudos, um radical tudo novo p acompanhar a terrestre c qualidade 4k e outro aproveitando a atual 2.5 HD acrescentando a conexão via internet p permitir uma real interatividade.
O TXID, na verdade, é voltado para controle de qualidade da transmissão, e não para segmentação de anúncios ou regionalização.

Sim, o nosso DTV+/TV 3.0 pegou tudo o que estava na norma ATSC 3.0 e implementou de forma melhor... podemos dizer que temos o nosso próprio ATSC 3.0.
 
Isso depende de banda, tráfego e servidores com sistemas bons, eu já transmiti em 4k 60FPS, porém se tu quer transmitir isso como se fosse um canal sem limitações de espectadores, tem que preparar o bolso e as vezes a conta fica mais cara do que investir em tv tradicional.

O que salva a Cazé é que eles estão usando a infra do YouTube. Eu entendo pra caramba de streaming, o mercado precisa evoluir para o IPV6, h265 e diminuir o custo de banda, ai quem sabe...

Agora que se for um canal linear 1080p h264 CBR ou VBR a tecnologia ta ai e o custo é relativamente alto para atingir milhões de espectadores, por isso o servidor desse ser tipo os da bunny que controlar o consumo e paga pelo que usa e não contratar um lote X e usar menos e ter que pagar cheio.
Os protocolos atuais não foram desenvolvidos para suportar conexões massivas. Essa falta de eficiência dos protocolos atuais acaba exigindo escalabilidade na infraestrutura, que com o tempo vai se tornar técnica e financeiramente inviável... E veja, estou falando sobre protocolos e não codecs. Codecs mais eficientes reduzem o uso de banda, mas não as conexões simultâneas, onde está o maior gargalo dos protocolos atuais... e isso é um desafio antigo.
 
Os protocolos atuais não foram desenvolvidos para suportar conexões massivas. Essa falta de eficiência dos protocolos atuais acaba exigindo escalabilidade na infraestrutura, que com o tempo vai se tornar técnica e financeiramente inviável... E veja, estou falando sobre protocolos e não codecs. Codecs mais eficientes reduzem o uso de banda, mas não as conexões simultâneas, onde está o maior gargalo dos protocolos atuais... e isso é um desafio antigo.

Exato. Sem uma grande quantidade de nós, não há como pulverizar essa capacidade. É preciso ter uma infraestrutura muito maior, com servidores mais escaláveis e baratos, para conseguir atender uma audiência massiva.

Para eventos desse porte e para manter independência, é justamente por isso que o YouTube consegue dar conta. Eles possuem nós e parceiros espalhados pelo mundo inteiro; não está tudo concentrado em um único servidor. O grande problema de um canal de streaming é centralizar toda a distribuição em um único ponto. É necessário ter espelhos distribuídos em vários locais, próximos dos usuários, o que reduz consumo de banda e gargalos. Porém, o custo disso é absurdo.

Cheguei a cotar um projeto desse tipo para um cliente grande e, sinceramente, é um investimento que nem a Globo tem conseguido sustentar facilmente, mesmo utilizando a rede de afiliadas como base para distribuição dos nós.

Se o custo de banda diminuir, acredito que esse cenário poderá mudar significativamente, porque hoje, o maior custo de um servidor é justamente o tráfego de dados. Por exemplo:

5 Mbps em 1080p a 30 FPS × número de pessoas assistindo.

Uma pessoa consome 5 Mbps. Com duas pessoas, já são 10 Mbps de saída. Se tiver 100 pessoas assistindo, isso chega a cerca de 500 Mbps de upload contínuo.

Para a CazéTV ser independente e suportar eventos grandes, além de recursos como DRM e outras exigências relacionadas aos direitos de transmissão, o custo vai aumentando ainda mais. Hoje isso só parece “barato” porque a distribuição acontece pelo YouTube. Se eles tivessem que bancar toda a infraestrutura que o próprio YouTube fornece, provavelmente esse modelo não se sustentaria da mesma forma.

Um canal capaz de suportar até 100 mil visualizações simultâneas já é uma audiência enorme e consegue faturar muito com publicidade. Existem canais de TV a cabo com audiência menor do que isso e que ainda assim faturam bem. Nesse nível, o assunto já entra no campo das grandes agências e do mercado publicitário profissional.

O custo para suportar até 100 mil acessos simultâneos, ou um pouco mais, ainda não é algo absurdo para uma operação profissional bem estruturada. Por isso muitas WebTVs operam tranquilamente com audiências abaixo de mil espectadores simultâneos, onde o custo permanece relativamente baixo.

Essas empresas de streaming para webtv vivem vendendo aquela ideia de “espectadores ilimitados”, porque sabem que a maioria dos clientes nunca terá um volume realmente alto de acessos simultâneos. Então elas podem prometer isso sem grandes riscos. Mas quando a operação se profissionaliza de verdade, o cenário muda completamente. Um dedicadinho escalavel começa a partir de uns 5k, sem falar no custo de banda, você fazendo por conta, instalando um linucão. Mas sem um time comercial forte e alinhado com agências e anunciantes, nem vale a pena entrar nesse mercado, porque no fim tudo gira em torno de monetização e escala, ai pode usar a cloudflare e bunny.

Exemplo é a NETFLIX que faz esses nós, para escalar e tal.

Um teste que fiz esses dias foi em 4K a 30MB e saída CBR... bypass.

1782697961700.png
 
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A distribuição via IP não tem a mesma capacidade da RF, e não estou falando de falta de banda. Há limitação técnica no número de usuários conectados. Via IP, ainda há desafios. Distribuir via IP na mesma escala do RF se tornará realidade somente quando novos protocolos, como, por exemplo, o MOQT, também se tornarem uma realidade.
Mas é justamente a falta de banda robusta para todos e o consumo de tráfego que afeta para chegar aos pés do RF.

Vindo o IPV6 e com conexão via Satélites também, Starlink quer virar operadora nos próximos anos, então, você vai poder fazer uma live pelo sinal da starlink via satélite. Hoje já acontece, imagina nessa nova geração.
 
Netflix que já percebeu o tamanho do desafio, quando fez a luta do Mike Tyson pra 65 milhões de aparelhos simultâneos (o que aliás põe qualquer desses "recordes" da CazéTV no chinelo). Eles tiveram problemas e mesmo com ajuda da AWS cerca de 1 milhão de usuários tiveram problemas, o que é pouco considerando o volume, mas gerou até processos na justiça americana.

A Verizon também tem que montar operações de guerra pra fazer o Super Bowl em 4k em parceiria com a FOX. Realmente a mamata de já contar com a "mega infra" do Youtube é um facilitador. Só precisam continuar torcendo para que a estabilidade do Youtube continue pela copa toda.
 
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