TV 3.0 4K/8K Terrestre no Brasil

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Muitas opiniões e preposições sobre o HDR. Tem neguim até defendendo o abandono do 4k em proveito do 1080p HDR como faz a UEFA nos jogos europeus.
Felizmente a FIFA e o Comitê Olímpico não abrem mão de no mínimo 4k.
Dependendo da tomada, a imagem fica lindamente artificial, cor demais, contraste demais, tudo over, então p mim nao serve, quero o mais natural possível, principalmente o tom da pele.
Para isso exige configuracao pessoal p cada fonte, se a caixinha for externa (Roku, Vivensis Smart, NVIDIA Shield Tv, Apple Tv, ...) ou aplicativos nativos embarcados nas diferentes marcas de tvs. Haja paciência e muito conhecimento de calibragens.
Hj p mim nesse Espanha Bélgica o SporTV 4k está c imagem bem escura, tive q fazer alterações na imagem da tv.
Em tempo: houve uma reportagem no UOL q haveria algumas transmissões ao vivo em 8k nessa Copa. Algum jogo da semi e final?
"Muitas opiniões e preposições sobre o HDR. Tem neguim até defendendo o abandono do 4k em proveito do 1080p HDR como faz a UEFA nos jogos europeus."

Não tem ninguém defendendo isso. Eu acho essa decisão feita lá na gringa pra eventos que costumavam transmitir em 4K HDR nativo bem brochante para não falar outra palavra de baixo calão aqui, mas é o que tá sendo feito lá fora pra economizar banda. Sobre esse assunto, pra quem entende inglês, separei dois artigos sobre este assunto.


"Dependendo da tomada, a imagem fica lindamente artificial, cor demais, contraste demais, tudo over, então p mim nao serve, quero o mais natural possível, principalmente o tom da pele."

Desliga o Contraste Dinânico da Sua TV então... o HDR foi criado para ter imagens naturais e não artificialmente supersaturadas e exibir mais detalhes nas partes claras da imagem. Essa aqui era a imagem da Caze TV com o sinal convertido para SDR. Horroroso, com esse branco estourado no estádio
1783718496940.png


Em HDR consigo manter esses detalhes sem alterar a exposição da cena:
1783718549134.png


Mas isso o povo não reclamava né... a imagem tava "clarinha" ne... sendo que metade das reclamações do SporTV é na verdade culpa das fabricantes de TV que colocam HDR em equipamentos que não tem hardware pra isso.

"Hj p mim nesse Espanha Bélgica o SporTV 4k está c imagem bem escura, tive q fazer alterações na imagem da tv."

Infelizmente não vi o jogo porque estava no trabalho, mas se transmitiram o sinal HD dentro do 4K HDR realmente fica uma bosta. Caso contrário mais uma vez é a limitação das televisões. Hoje elas tem mapeamento dinâmico ou ajuste de gamma pra tentar contornar isso como fiz na tv intermedia tcl abaixo

1783718925002.png


Minha TV de entrada da Sony no outro comodo nem isso tinha. Tudo em HDR ficava com cor desbotada e escura. Resta fazer a dica do stick que eu escrevi acima ou juntar dinheiro para comprar uma tela premium.
 
Última edição:
ja é de sabedoria dos presentes aqui mas né

Gostei do video. Em pensar que eu comprei uma philiips HD de tubo(1080i) logo no lançamento, pesava uma tonelada e era 28", a ironia é que foi só em 2013 ou 14 que chegou o HDTV na minha cidade. Tinha TV HD e nao existia canal HD aqui, mas quando ligava no PC dai dava para ver a diferença de imagem em jogos e poucos videos em HD que se via no youtube.
Com o lançamento das tv's LCD , fizeram muita confusao e só atrapalhou que tinha pouco conhecimento. TV HD 720p, TV HD 1080i e o tv ful HD 1080p.

Talvez nao demore tanto para chegar aqui a TV 3.0, ja que vejo a RBS(globo local) comemorando a novidade. Mas espero ansioso por este dia chegar, mesmo nao vendo muita tv aberta.
 
Gostei do video. Em pensar que eu comprei uma philiips HD de tubo(1080i) logo no lançamento, pesava uma tonelada e era 28", a ironia é que foi só em 2013 ou 14 que chegou o HDTV na minha cidade. Tinha TV HD e nao existia canal HD aqui, mas quando ligava no PC dai dava para ver a diferença de imagem em jogos e poucos videos em HD que se via no youtube.
Com o lançamento das tv's LCD , fizeram muita confusao e só atrapalhou que tinha pouco conhecimento. TV HD 720p, TV HD 1080i e o tv ful HD 1080p.

Talvez nao demore tanto para chegar aqui a TV 3.0, ja que vejo a RBS(globo local) comemorando a novidade. Mas espero ansioso por este dia chegar, mesmo nao vendo muita tv aberta.
Também tenho uma LG de 32" até hoje funcionando. Comprei depois da Copa de 2014 quando a Rede Vida colocou seu sinal em Floriano/PI, sendo o primeiro sinal digital inaugurado na região. Agora com a DTV+, vou esperar mais um pouco pra comprar uma nova TV, que já venha com o recurso embutido e que seja do sistema Android.
 
A Globo poderia disponibilizar o sinal 4k dela no Globoplay para quem não é das capitais com tv 3.0 disponível.

Entre o sinal 4k do Sportv e o da Casé TV pelo You tube, fico com o segundo. O HDR deixa a imagem mais escura e opaca.
É de se pensar. Usar um recurso que torna a imagem pior para a maioria das tvs do mercado... Fica a dica para as demais emissoras não usarem HDR. Pelo menos da forma que a Globo tá usando.

Chapa, você já pensou em calibrar a sua TV? Não precisa de profissional de renome e nem de muitos ajustes mirabolantes. Não estou dizendo que é puramente o seu caso, mas televisão não sai da caixa pronta para simplesmente colocar no rack ou pendurar na parede.

Fato: as fabricantes despacham as TVs para o varejo com as piores configurações possíveis (geralmente no modo "Vívido"). Sob luzes fluorescentes fortes das lojas, elas precisam berrar para chamar atenção. Em casa, isso destrói os detalhes e cansa os olhos. Mas, por algum motivo, o consumidor médio pensa que "quanto mais estourado o brilho, e mais berrante a cor, melhor". As marcas só querem mostrar potência bruta na vitrine, o que é um desserviço para a fidelidade da imagem.

O que você (e o pessoal que tá indo na onda) precisa levar em consideração é que, na vida real, pele humana não brilha como lâmpada e o gramado de um estádio não tem a cor de um marca-texto verde-limão. A vida real é tons de cores realistas, exatamente o que o HDR se propõe a fazer: entregar alcance dinâmico, sombra com detalhe e luz onde realmente tem que ter luz.

O HDR é, para muitos especialistas, um salto tecnológico muito mais importante para a qualidade de imagem do que a própria resolução 4K isolada. Inclusive, aqui no Fórum, o @Lucas_Rocha_29 já deu boas explicações sobre isso.

Aqui na minha TV (calibrada), o SporTV 4K entrega uma transmissão impecável. Os tons de pele são extremamente realistas. Quando o HDR é acionado, o painel vai automaticamente para 100, a retroiluminação máxima (o que é o correto para a tecnologia funcionar, controlando os picos de luz "nos bastidores"), enquanto quando em SDR, a iluminação cai pro 35 conforme eu mesmo ajustei.

Estou achando meio incrível e inacreditável a chuva de reclamações que o seu post desencadeou contra o HDR. Convenhamos: TV 4K sem HDR é só uma TV Full HD com mais pixels. Dizer para as emissoras "não usarem HDR" é pedir para a tecnologia andar para trás por puro comodismo. Boto fé que 90% dessas reclamações vêm muito mais da má qualidade dos painéis de entrada do mercado, ou da ineficiência dos donos em configurar o próprio aparelho do que da tecnologia em si ou da geração de sinal da Globo.

Comparar um sinal robusto em 4K HDR com compressão de YouTube da CazéTV e preferir o segundo... bem, pode ser duas coisas: se a imagem no SporTV 4K fica "escura e opaca" para você, o problema não está no sinal da Globo, mas sim no limite de brilho (nits) e no mapeamento de tom do seu painel. O sinal SDR do YouTube parece mais claro porque joga um brilho artificial e linear em tudo, mascarando a incapacidade da TV de lidar com alcance dinâmico real. Porém pode ser também que seu olho se acostumou com o artificial.
 
Você discordar do meu texto é perfeitamente normal. Agora, reduzir uma discussão a "1074 palavras" ou chamar um trecho de "ridículo" não rebate nenhum argumento. É apenas uma tentativa de desqualificar quem escreveu.

Em nenhum momento eu disse que as pessoas são obrigadas a usar a TV 3.0 ou que a internet substitui a televisão. Meu ponto foi outro: a indústria da TV está incorporando características que nasceram e foram consolidadas no ambiente digital. Isso não é opinião, basta observar que hoje se fala em interatividade, publicidade direcionada, segunda tela, personalização e integração com aplicativos. Há quinze anos esse discurso praticamente não existia na televisão.

Você perguntou "que consumidor é esse?". Não é um consumidor específico. É uma tendência de mercado. Basta observar o crescimento do streaming, do vídeo sob demanda, das redes sociais, do comércio eletrônico, dos vídeos curtos e do consumo em dispositivos móveis. Evidentemente existem pessoas que querem apenas sentar no sofá e assistir televisão, assim como existem pessoas que preferem mídia física. Nenhuma tendência elimina completamente a outra.

O seu exemplo do cupom da Amazon durante um jogo apenas demonstra que uma campanha funcionou para você. Fico feliz. Mas um caso individual não invalida uma tendência de mercado. Da mesma forma, eu poderia citar centenas de campanhas que tiveram desempenho superior no ambiente digital. Nenhum dos dois exemplos, isoladamente, prova nada.

Sobre desligar o chat da CazéTV, eu faria exatamente a mesma coisa. Também não gosto de chat passando enquanto assisto a uma transmissão. Mas isso não significa que milhões de pessoas não utilizem esse recurso. Preferência pessoal não representa comportamento coletivo.

Também nunca afirmei que toda experiência precisa ser interativa. Um filme, uma série ou um livro normalmente funcionam melhor sem interrupções. Isso não contradiz meu argumento. Apenas mostra que diferentes formatos atendem a diferentes expectativas.

No fim, acho que você interpretou meu texto como um ataque à televisão, quando na verdade minha crítica era ao discurso de marketing que vende a TV 3.0 como se ela fosse reinventar o consumo de mídia. Na minha visão, ela é uma evolução tecnológica importante, mas chega a um mercado cujo comportamento do consumidor já mudou há bastante tempo.

Podemos discordar dessa análise. O que não faz sentido é transformar uma divergência de opinião em ataque pessoal.

Não respondo mais a picardias.

Passar bem.

Rs!

Engraçado como o tom muda quando faltam argumentos reais. Você diz com toda a empáfia que eu "não rebati nenhum argumento", mas quem ignorou todas as questões técnicas e sumiu com os dados foi você. De repente, as suas certezas absolutas viraram "apenas uma tendência de mercado" e o que era "opinião baseada na prática" virou "crítica ao discurso de marketing".

Vamos aos fatos. Vou dar um refresco pra memória do fórum com o que você de fato escreveu e não conseguiu sustentar:
  • Sobre o "não disse que a internet substitui a TV": Diz que não disse, mas postou vários posts com irritação, o três que eu citei sendo bem indicativo disso, claramente "Pzinho da vida" porque o fórum tem um tom geralmente entusiasmado com a TV 3.0, e você tem tentando a todo custo rebaixar a tecnologia a "puro marketing" e insistindo que "a televisão tradicional perdeu o protagonismo para a internet há anos". Se isso não é tentar decretar a obsolescência de um meio frente ao outro para validar sua própria área, é o quê?
  • O sumiço do "Profissional de Marketing": Você subiu no palanque para decretar com pompa: "A verdade é que o consumidor atual não quer apenas assistir conteúdo. Ele quer participar, comentar, compartilhar, escolher, pular, acelerar...". Eu te perguntei diretamente quem é esse consumidor, te pedi o perfil um demográfico, pois era o mínimo de se esperar de um proclamado "profissional de marketing"... Você, convenientemente, fugiu de dar uma resposta concreta e veio com um conversê genérico dizendo que "[n]ão é um consumidor específico". Ora essa: se esse comportamento existe, algum perfil mapeado, mesmo que amplo, tem que existir. Você não apresentou um dado, um gráfico, uma pesquisa da Kantar IBOPE, uma métrica de mercado, nada. Que profissional de marketing é esse que faz afirmações categóricas sobre o comportamento humano, mas na hora de dar uma surra de dados e fontes para embasar o que diz, foge do âmago da questão?
A realidade é que você não respondeu porque o exemplo que te dei da Disney enterrando a interatividade no cinema quebrou sua tese. O consumidor real — fora da bolha dos obcecados por notificações — consome mídias diferentes de formas diferentes. Ninguém quer "interagir, comentar e acelerar" um filme de duas horas ou um jogo de futebol importante. O público quer o lean-back (relaxar e assistir), não o lean-forward (ficar clicando em tela o tempo todo).

  • O pilar comercial que você chamou de "fútil": Você escreveu textualmente que a tecnologia serviria para "por alguns 'widgets' bobos e coisas fúteis, pois a parte de anúncios vai ser muito difícil". Chamar o pilar comercial da TV 3.0 de "fútil" mostra que você desconhece o que é Ad-Serving e Targeted Advertising na radiodifusão. A TV 3.0 vai unificar a entrega via RF com a segmentação por IP. O comercial de carro vai para o jovem e o de fralda para o pai de família, na mesma transmissão, na tela da TV aberta. Isso não é futilidade, é o maior pesadelo das agências puramente digitais, porque une o alcance da TV com o ROI do tráfego pago.
Dizer que eu não rebati seus pontos e que não responde mais a "picardias" é a saída clássica de quem percebeu que jargão de LinkedIn e pose de visionário não se sustentam diante de engenharia de televisão, física de RF e realidade do mercado publicitário brasileiro. Sobre as "picardias", haha, bem, você veio cantar de galo pra cima de quem entende do assunto, ficou sem resposta técnica e agora quer sair de vítima. Da próxima vez, estude mais, estude melhor, antes de passar esse atestadão de capacidade para elencar obviedades sem fundamento. Você economizará o seu e o nosso tempo.
 
Eita! respondi seu questionamento com todo o respeito e vem com respostinha? tá carente, é?

Carência é se enfiar de penetra em uma conversa que nem sequer foi direcionada a você. Essa é a verdadeira carência.

Junto com ela, vem uma vontade nítida de cavar holofote, tentando agora reverter a situação para se colocar como uma vítima coagida que "falou com educação".

Sua intenção inicial foi puramente paternalista: quis vir me "educar" sobre o perfil de um consumidor - algo que eu nunca falei que desconhecia. Pedi apenas esclarecimentos ao marketeiro que afirmou, categoricamente, que esse agora era o foco do mercado (bizarro é constatar você querer comprar briga para bancar o advogado de um cara que já tinha te respondido com ironia e sarcasmo várias vezes aqui no tópico).

E além de ninguém ter te pedido ajuda, você tentou cavar um erro em mim trazendo essa questão de idade para a conversa, distorcendo o sentido do que eu escrevi. Se manque.
 
Rs!

Engraçado como o tom muda quando faltam argumentos reais. Você diz com toda a empáfia que eu "não rebati nenhum argumento", mas quem ignorou todas as questões técnicas e sumiu com os dados foi você. De repente, as suas certezas absolutas viraram "apenas uma tendência de mercado" e o que era "opinião baseada na prática" virou "crítica ao discurso de marketing".

Vamos aos fatos. Vou dar um refresco pra memória do fórum com o que você de fato escreveu e não conseguiu sustentar:
  • Sobre o "não disse que a internet substitui a TV": Diz que não disse, mas postou vários posts com irritação, o três que eu citei sendo bem indicativo disso, claramente "Pzinho da vida" porque o fórum tem um tom geralmente entusiasmado com a TV 3.0, e você tem tentando a todo custo rebaixar a tecnologia a "puro marketing" e insistindo que "a televisão tradicional perdeu o protagonismo para a internet há anos". Se isso não é tentar decretar a obsolescência de um meio frente ao outro para validar sua própria área, é o quê?
  • O sumiço do "Profissional de Marketing": Você subiu no palanque para decretar com pompa: "A verdade é que o consumidor atual não quer apenas assistir conteúdo. Ele quer participar, comentar, compartilhar, escolher, pular, acelerar...". Eu te perguntei diretamente quem é esse consumidor, te pedi o perfil um demográfico, pois era o mínimo de se esperar de um proclamado "profissional de marketing"... Você, convenientemente, fugiu de dar uma resposta concreta e veio com um conversê genérico dizendo que "[n]ão é um consumidor específico". Ora essa: se esse comportamento existe, algum perfil mapeado, mesmo que amplo, tem que existir. Você não apresentou um dado, um gráfico, uma pesquisa da Kantar IBOPE, uma métrica de mercado, nada. Que profissional de marketing é esse que faz afirmações categóricas sobre o comportamento humano, mas na hora de dar uma surra de dados e fontes para embasar o que diz, foge do âmago da questão?
A realidade é que você não respondeu porque o exemplo que te dei da Disney enterrando a interatividade no cinema quebrou sua tese. O consumidor real — fora da bolha dos obcecados por notificações — consome mídias diferentes de formas diferentes. Ninguém quer "interagir, comentar e acelerar" um filme de duas horas ou um jogo de futebol importante. O público quer o lean-back (relaxar e assistir), não o lean-forward (ficar clicando em tela o tempo todo).

  • O pilar comercial que você chamou de "fútil": Você escreveu textualmente que a tecnologia serviria para "por alguns 'widgets' bobos e coisas fúteis, pois a parte de anúncios vai ser muito difícil". Chamar o pilar comercial da TV 3.0 de "fútil" mostra que você desconhece o que é Ad-Serving e Targeted Advertising na radiodifusão. A TV 3.0 vai unificar a entrega via RF com a segmentação por IP. O comercial de carro vai para o jovem e o de fralda para o pai de família, na mesma transmissão, na tela da TV aberta. Isso não é futilidade, é o maior pesadelo das agências puramente digitais, porque une o alcance da TV com o ROI do tráfego pago.
Dizer que eu não rebati seus pontos e que não responde mais a "picardias" é a saída clássica de quem percebeu que jargão de LinkedIn e pose de visionário não se sustentam diante de engenharia de televisão, física de RF e realidade do mercado publicitário brasileiro. Sobre as "picardias", haha, bem, você veio cantar de galo pra cima de quem entende do assunto, ficou sem resposta técnica e agora quer sair de vítima. Da próxima vez, estude mais, estude melhor, antes de passar esse atestadão de capacidade para elencar obviedades sem fundamento. Você economizará o seu e o nosso tempo.

Nem li e nem lerei...
 
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