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"Muitas opiniões e preposições sobre o HDR. Tem neguim até defendendo o abandono do 4k em proveito do 1080p HDR como faz a UEFA nos jogos europeus."Muitas opiniões e preposições sobre o HDR. Tem neguim até defendendo o abandono do 4k em proveito do 1080p HDR como faz a UEFA nos jogos europeus.
Felizmente a FIFA e o Comitê Olímpico não abrem mão de no mínimo 4k.
Dependendo da tomada, a imagem fica lindamente artificial, cor demais, contraste demais, tudo over, então p mim nao serve, quero o mais natural possível, principalmente o tom da pele.
Para isso exige configuracao pessoal p cada fonte, se a caixinha for externa (Roku, Vivensis Smart, NVIDIA Shield Tv, Apple Tv, ...) ou aplicativos nativos embarcados nas diferentes marcas de tvs. Haja paciência e muito conhecimento de calibragens.
Hj p mim nesse Espanha Bélgica o SporTV 4k está c imagem bem escura, tive q fazer alterações na imagem da tv.
Em tempo: houve uma reportagem no UOL q haveria algumas transmissões ao vivo em 8k nessa Copa. Algum jogo da semi e final?
Isso já resolveria boa parte da discussão. Oferecer no transcoding 4K SDR e 4K HDR. Básico em qualquer serviço de streaming.Não é abrir mão do 4K e sim de transmissão com HDR sem preset 4K SDR.
Gostei do video. Em pensar que eu comprei uma philiips HD de tubo(1080i) logo no lançamento, pesava uma tonelada e era 28", a ironia é que foi só em 2013 ou 14 que chegou o HDTV na minha cidade. Tinha TV HD e nao existia canal HD aqui, mas quando ligava no PC dai dava para ver a diferença de imagem em jogos e poucos videos em HD que se via no youtube.ja é de sabedoria dos presentes aqui mas né
Também tenho uma LG de 32" até hoje funcionando. Comprei depois da Copa de 2014 quando a Rede Vida colocou seu sinal em Floriano/PI, sendo o primeiro sinal digital inaugurado na região. Agora com a DTV+, vou esperar mais um pouco pra comprar uma nova TV, que já venha com o recurso embutido e que seja do sistema Android.Gostei do video. Em pensar que eu comprei uma philiips HD de tubo(1080i) logo no lançamento, pesava uma tonelada e era 28", a ironia é que foi só em 2013 ou 14 que chegou o HDTV na minha cidade. Tinha TV HD e nao existia canal HD aqui, mas quando ligava no PC dai dava para ver a diferença de imagem em jogos e poucos videos em HD que se via no youtube.
Com o lançamento das tv's LCD , fizeram muita confusao e só atrapalhou que tinha pouco conhecimento. TV HD 720p, TV HD 1080i e o tv ful HD 1080p.
Talvez nao demore tanto para chegar aqui a TV 3.0, ja que vejo a RBS(globo local) comemorando a novidade. Mas espero ansioso por este dia chegar, mesmo nao vendo muita tv aberta.
Agora e NSC, mas ates era RBSEm Balneário Camburiú, a RBS? Não é a NSC?
A Globo poderia disponibilizar o sinal 4k dela no Globoplay para quem não é das capitais com tv 3.0 disponível.
Entre o sinal 4k do Sportv e o da Casé TV pelo You tube, fico com o segundo. O HDR deixa a imagem mais escura e opaca.
É de se pensar. Usar um recurso que torna a imagem pior para a maioria das tvs do mercado... Fica a dica para as demais emissoras não usarem HDR. Pelo menos da forma que a Globo tá usando.
Faz tempo!Agora e NSC, mas ates era RBS
Você discordar do meu texto é perfeitamente normal. Agora, reduzir uma discussão a "1074 palavras" ou chamar um trecho de "ridículo" não rebate nenhum argumento. É apenas uma tentativa de desqualificar quem escreveu.
Em nenhum momento eu disse que as pessoas são obrigadas a usar a TV 3.0 ou que a internet substitui a televisão. Meu ponto foi outro: a indústria da TV está incorporando características que nasceram e foram consolidadas no ambiente digital. Isso não é opinião, basta observar que hoje se fala em interatividade, publicidade direcionada, segunda tela, personalização e integração com aplicativos. Há quinze anos esse discurso praticamente não existia na televisão.
Você perguntou "que consumidor é esse?". Não é um consumidor específico. É uma tendência de mercado. Basta observar o crescimento do streaming, do vídeo sob demanda, das redes sociais, do comércio eletrônico, dos vídeos curtos e do consumo em dispositivos móveis. Evidentemente existem pessoas que querem apenas sentar no sofá e assistir televisão, assim como existem pessoas que preferem mídia física. Nenhuma tendência elimina completamente a outra.
O seu exemplo do cupom da Amazon durante um jogo apenas demonstra que uma campanha funcionou para você. Fico feliz. Mas um caso individual não invalida uma tendência de mercado. Da mesma forma, eu poderia citar centenas de campanhas que tiveram desempenho superior no ambiente digital. Nenhum dos dois exemplos, isoladamente, prova nada.
Sobre desligar o chat da CazéTV, eu faria exatamente a mesma coisa. Também não gosto de chat passando enquanto assisto a uma transmissão. Mas isso não significa que milhões de pessoas não utilizem esse recurso. Preferência pessoal não representa comportamento coletivo.
Também nunca afirmei que toda experiência precisa ser interativa. Um filme, uma série ou um livro normalmente funcionam melhor sem interrupções. Isso não contradiz meu argumento. Apenas mostra que diferentes formatos atendem a diferentes expectativas.
No fim, acho que você interpretou meu texto como um ataque à televisão, quando na verdade minha crítica era ao discurso de marketing que vende a TV 3.0 como se ela fosse reinventar o consumo de mídia. Na minha visão, ela é uma evolução tecnológica importante, mas chega a um mercado cujo comportamento do consumidor já mudou há bastante tempo.
Podemos discordar dessa análise. O que não faz sentido é transformar uma divergência de opinião em ataque pessoal.
Não respondo mais a picardias.
Passar bem.
Eita! respondi seu questionamento com todo o respeito e vem com respostinha? tá carente, é?
Rs!
Engraçado como o tom muda quando faltam argumentos reais. Você diz com toda a empáfia que eu "não rebati nenhum argumento", mas quem ignorou todas as questões técnicas e sumiu com os dados foi você. De repente, as suas certezas absolutas viraram "apenas uma tendência de mercado" e o que era "opinião baseada na prática" virou "crítica ao discurso de marketing".
Vamos aos fatos. Vou dar um refresco pra memória do fórum com o que você de fato escreveu e não conseguiu sustentar:
A realidade é que você não respondeu porque o exemplo que te dei da Disney enterrando a interatividade no cinema quebrou sua tese. O consumidor real — fora da bolha dos obcecados por notificações — consome mídias diferentes de formas diferentes. Ninguém quer "interagir, comentar e acelerar" um filme de duas horas ou um jogo de futebol importante. O público quer o lean-back (relaxar e assistir), não o lean-forward (ficar clicando em tela o tempo todo).
- Sobre o "não disse que a internet substitui a TV": Diz que não disse, mas postou vários posts com irritação, o três que eu citei sendo bem indicativo disso, claramente "Pzinho da vida" porque o fórum tem um tom geralmente entusiasmado com a TV 3.0, e você tem tentando a todo custo rebaixar a tecnologia a "puro marketing" e insistindo que "a televisão tradicional perdeu o protagonismo para a internet há anos". Se isso não é tentar decretar a obsolescência de um meio frente ao outro para validar sua própria área, é o quê?
- O sumiço do "Profissional de Marketing": Você subiu no palanque para decretar com pompa: "A verdade é que o consumidor atual não quer apenas assistir conteúdo. Ele quer participar, comentar, compartilhar, escolher, pular, acelerar...". Eu te perguntei diretamente quem é esse consumidor, te pedi o perfil um demográfico, pois era o mínimo de se esperar de um proclamado "profissional de marketing"... Você, convenientemente, fugiu de dar uma resposta concreta e veio com um conversê genérico dizendo que "[n]ão é um consumidor específico". Ora essa: se esse comportamento existe, algum perfil mapeado, mesmo que amplo, tem que existir. Você não apresentou um dado, um gráfico, uma pesquisa da Kantar IBOPE, uma métrica de mercado, nada. Que profissional de marketing é esse que faz afirmações categóricas sobre o comportamento humano, mas na hora de dar uma surra de dados e fontes para embasar o que diz, foge do âmago da questão?
Dizer que eu não rebati seus pontos e que não responde mais a "picardias" é a saída clássica de quem percebeu que jargão de LinkedIn e pose de visionário não se sustentam diante de engenharia de televisão, física de RF e realidade do mercado publicitário brasileiro. Sobre as "picardias", haha, bem, você veio cantar de galo pra cima de quem entende do assunto, ficou sem resposta técnica e agora quer sair de vítima. Da próxima vez, estude mais, estude melhor, antes de passar esse atestadão de capacidade para elencar obviedades sem fundamento. Você economizará o seu e o nosso tempo.
- O pilar comercial que você chamou de "fútil": Você escreveu textualmente que a tecnologia serviria para "por alguns 'widgets' bobos e coisas fúteis, pois a parte de anúncios vai ser muito difícil". Chamar o pilar comercial da TV 3.0 de "fútil" mostra que você desconhece o que é Ad-Serving e Targeted Advertising na radiodifusão. A TV 3.0 vai unificar a entrega via RF com a segmentação por IP. O comercial de carro vai para o jovem e o de fralda para o pai de família, na mesma transmissão, na tela da TV aberta. Isso não é futilidade, é o maior pesadelo das agências puramente digitais, porque une o alcance da TV com o ROI do tráfego pago.
Sim, ja fazem vários anos, a RBS continua, mas só no Rio Grande do Sul.Faz tempo!