TV 3.0 4K/8K Terrestre no Brasil

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Destaques do momento

Tem alguns canais lineares "fast" indo bem. Custam quase nada manter e agora começaram a aparecer anunciantes mais relevantes. Vale lembrar que a PlutoTV deu lucro muito antes e mais rápido do que a Netflix, por exemplo. Há também ganhos na alavancagem de conteúdo. As agências não gostam muito pq não conseguem faturar com o famigerado BV, que se o Conar fosse realmente sério, já teria sido banido do mercado publicitário brasileiro. É a jaboticaba da vergonha...

PlutoTV dá lucro lá fora, aqui no Brasil nada.... aqui no Brasil, apesar de ter anunciantes, o custo pra anunciar é baixíssimo... não representa quase nada ainda na fatia comercial do Brasil...
 
Eu fui pro sportv4k ontem e hoje continua igual: o jogo de portugal também esta em HD apenas e sem nenhum recurso de camera extra e melhores momentos
Camera Extra e Melhores Momentos estão aparecendo no jogo Portugal x Espanha na Globo DTV+. Mas a função áudio personalizado (Campo e/ou Torcida) não. Foi assim no jogo do Brasil ontem e no jogo Inglaterra x Mexico.
 
Que tecnologia enfadonha é essa que precisa de vários transmissores? Mais uma vez limitando as emissoras menores, a não ser que autorizem fazer um consócio entre emissoras e usarem o mesmo parque/praça por região e retearem os custos...

Por isso o fast-Chanel ta engolindo tudo, eu consigo entregar o nicho do nicho diretamente assertivo.
Aqui eu concordo contigo: no marketing, o mais importante sempre será a entrega de resultado, independentemente do canal utilizado. Cada mídia tem seu papel dentro da estratégia, mas hoje o mercado mudou muito, principalmente na forma como as empresas enxergam retorno e investimento.

Se uma campanha depende de várias “repetidoras” ou de uma estrutura muito grande para funcionar, muitas empresas já começam a enxergar isso como um custo alto demais em comparação ao retorno imediato que conseguem em plataformas digitais. E isso vale tanto para pequenos negócios quanto para grandes empresas. Hoje, praticamente todo empresário já entende que o tráfego pago oferece algo que a TV dificilmente consegue entregar com precisão: resultado rápido, mensuração clara e otimização constante.

Na minha visão, a televisão continua sendo extremamente forte, mas em outro aspecto: autoridade, posicionamento e construção de marca. Estar na TV ainda transmite relevância, confiança e presença de mercado. O problema é que muitas vezes as pessoas confundem isso com conversão direta em vendas. São coisas diferentes. Uma coisa é ter essa tecnologia para por alguns "widgets" bobos e coisas fúteis, pois a parte de anúncios, vai ser muito difícil, o maior user disso vai ser o governo com suas campanhas.

A TV agrega valor à marca, cria percepção, fortalece imagem e reconhecimento. Porém, transformar esse valor em vendas depende de outras estratégias complementares. É justamente aí que a internet acaba se destacando hoje, porque ela consegue encurtar o caminho entre o anúncio e a conversão.

E não estou falando isso apenas por opinião pessoal. Vejo isso diariamente na prática, trabalhando dentro do mercado. A maior parte dos clientes chega buscando performance, vendas e retorno rápido sobre investimento. Eles querem acompanhar números, métricas, custo por aquisição, retorno imediato e capacidade de ajuste em tempo real. Nesse cenário, o digital acaba entregando algo muito mais alinhado ao comportamento atual do mercado.

Isso não significa que a TV morreu ou não tenha valor. Muito pelo contrário. Ela ainda tem força institucional enorme. Mas acredito que hoje ela funciona muito mais como ferramenta de fortalecimento de marca do que como principal motor de conversão.

Talvez a diferença esteja justamente aí: vocês entendem profundamente da técnica e da operação da TV, enquanto eu observo mais o comportamento do consumidor, vendas e performance comercial no dia a dia. No fim, acredito que os dois lados se complementam, porque marketing hoje não é mais sobre escolher um único meio, e sim entender qual objetivo cada mídia consegue cumprir melhor. E no fim como disse o colega, os técnicos são os últimos a serem ouvidos se é que são, só quando tem que trocar os equipamentos, digitalizar e tal, de resto, esquece, os caras nem participam da conversa, isso se falando de um todo, pode ser que na Globo isso é diferente, mas 1 emissora só não faz tempestade.
Sobre a TV 3.0, sinceramente, eu acho que existe um problema enorme na forma como ela está sendo apresentada ao mercado: estão tentando vender como revolução algo que, para grande parte do público e dos anunciantes, talvez chegue tarde demais.

A televisão tradicional perdeu o protagonismo do consumo diário de mídia para a internet há anos. Hoje as pessoas querem conteúdo sob demanda, personalização, interação imediata e liberdade de escolha. O público não quer mais ficar preso a grade de programação, horário fixo ou depender de equipamento específico para consumir conteúdo. E isso não é tendência futura, isso já aconteceu.

O problema da TV 3.0 é que ela parece muito mais uma tentativa de reação ao avanço do digital do que realmente uma inovação capaz de mudar o comportamento do consumidor. Enquanto plataformas digitais evoluem em velocidade absurda, com segmentação precisa, inteligência de dados, automação e mensuração em tempo real, a TV ainda tenta encontrar maneiras de adaptar um modelo antigo ao novo cenário.

E existe outra questão importante: custo e acessibilidade. Toda vez que surge uma “nova geração” da televisão, o consumidor precisa trocar equipamento, adaptar estrutura ou depender de compatibilidade tecnológica. Enquanto isso, o digital funciona em praticamente qualquer celular conectado à internet. A barreira de entrada é infinitamente menor.

Do ponto de vista comercial, também vejo um distanciamento muito grande da realidade do mercado atual. Pequenas e médias empresas que hoje movimentam grande parte da economia querem previsibilidade, resultado rápido e controle total sobre investimento. Elas querem colocar R$ 100 em anúncio e entender exatamente quantas pessoas clicaram, chamaram no WhatsApp, compraram ou converteram. A TV 3.0 ainda está muito distante dessa mentalidade de performance imediata.

Além disso, existe uma sensação de que parte do setor tenta vender a ideia de modernização sem admitir que o principal problema não é tecnologia, e sim mudança de hábito do público. Não adianta criar uma TV mais interativa se a atenção das pessoas já está concentrada em redes sociais, streaming, vídeos curtos e plataformas móveis.

A verdade é que o consumidor atual não quer apenas assistir conteúdo. Ele quer participar, comentar, compartilhar, escolher, pular, acelerar, comprar na hora e receber conteúdo personalizado. A internet construiu esse comportamento. A TV corre atrás disso há anos.

Isso não significa que a TV vá acabar. Ela ainda pode ter força institucional, esportiva e de grandes eventos. Mas vender a TV 3.0 como se fosse uma revolução comparável ao impacto do digital parece, no mínimo, um discurso otimista demais para a realidade atual do mercado e do comportamento do consumidor.

A internet foi a maior revolução das últimas décadas e, vai demorar muitos anos ainda para algo supera-la. Todo ano surge algo novo na internet, a TV demora pelas suas limitações décadas, eu entendo, mas isso nos dias de hoje que é o imediatismo.

Deveriam ter lançado isso junto com a TV Digital, naquela época a internet era via rádio ou DSL, quem tinha 10MB era rico, hoje maioria ter mais de 300MB fácil. Tu ta no busão com seu pacote de 50GB de dados da TIM, vendo vídeo no YouTube, voltando pra casa.


O que falta pra realmente isso virar padrão, as pessoas usarem? Prazos? Estamos em que fase de implantação e testes? Falta o que ainda pra isso ta no mercado?
Você trabalha com marketing? 😏

E precisou de 1074 palavras (6695 caracteres) pra redundantemente chover no molhado?

Assim... você já ouviu dizer que você pode optar por não receber sinal 3.0? Basta ignorar a questão toda. Siga com os seus 50GB da TIM no ônibus. Ninguém está te impedindo este prazer.

A questão do entusiasmo pelo formato 3.0, aqui neste fórum, não é por causa de revolução alguma. O ponto é completamente outro. A maioria aqui inclusive, pelo que notei, é mais velha, e não tem necessidade constante de se manter entretida por algo (ou terceiros) pra conseguir viver a vida em paz. Isso, parece-me, é algo mais dessas gerações novas que os pais socaram telas na fuça desde o berço.

Essa parte aqui é um primor de ridícula:
A verdade é que o consumidor atual não quer apenas assistir conteúdo. Ele quer participar, comentar, compartilhar, escolher, pular, acelerar, comprar na hora e receber conteúdo personalizado. A internet construiu esse comportamento. A TV corre atrás disso há anos.

Que consumidor é esse? Nos dê "o prazer" de conhecermos esse perfil mais a fundo.

A primeira coisa que eu fiz quando tive que acompanhar alguns jogos pela CazeTV foi desligar o chat. Insuportável.

Você fala essas coisas generalistas e não percebe que você mesmo está indo contra seu argumento dessa suposta "era personalizada", por você tão valorizada, e a qual você parece querer empurrar.

Aliás, detalhe: tenho Amazon, Prime, e app da Amazon no meu cel. Tenho também um app para me avisar sobre ofertas/cupons. Durante o jogo Portugal X Espanha, peguei um cupom de 50 reais off da Amazon... ao ver o anúncio durante intervalo do jogo. Nenhum dos apps no meu cel informaram isso, e quando o de tracking de preços informou, já estava esgotado, mas eu garanti meu produto. Foi o maior cupom do dia (desconsiderando os que tem condições de gastos mínimos, etc). Pois então, né? A "fada sempre online" sempre salva a gente! Que coisa, né?

Essa palhaçada de participar e comentar já deu vários fracassos. Um dos exemplos mais notórios foi quando a Disney enterrou as sessões de cinema em que as crianças poderiam levar tablet para interagir com os filmes.

No fim das contas, as pessoas querem sim se desligar do interativo para mergulharem num filme, num livro, etc. Cada formato demanda um tipo de comportamento diferente.


E não se trata de 3.0 VS internet. Meio triste que o entendimento seja esse.
 
Última edição:
A primeira coisa que eu fiz quando tive que acompanhar alguns jogos pela CazeTV foi desligar o chat. Insuportável.

Pelo seu comentário, acredito que vc tb seja uma pessoa mais velha, né? se vc acha insuportável, tem outras milhares lá interagindo e escrevendo no chat... aquilo que te incomoda (e ainda bem que tem a opção de desligar) é justamente esse consumidor que vc diz desconhecer :) eles estão lá no chat a mil interagindo e reagindo a tudo...
 
Pelo seu comentário, acredito que vc tb seja uma pessoa mais velha, né? se vc acha insuportável, tem outras milhares lá interagindo e escrevendo no chat... aquilo que te incomoda (e ainda bem que tem a opção de desligar) é justamente esse consumidor que vc diz desconhecer :) eles estão lá no chat a mil interagindo e reagindo a tudo...
Por que você tá querendo biscoito?
 
Aqui eu concordo contigo: no marketing, o mais importante sempre será a entrega de resultado, independentemente do canal utilizado. Cada mídia tem seu papel dentro da estratégia, mas hoje o mercado mudou muito, principalmente na forma como as empresas enxergam retorno e investimento.

Se uma campanha depende de várias “repetidoras” ou de uma estrutura muito grande para funcionar, muitas empresas já começam a enxergar isso como um custo alto demais em comparação ao retorno imediato que conseguem em plataformas digitais. E isso vale tanto para pequenos negócios quanto para grandes empresas. Hoje, praticamente todo empresário já entende que o tráfego pago oferece algo que a TV dificilmente consegue entregar com precisão: resultado rápido, mensuração clara e otimização constante.

Na minha visão, a televisão continua sendo extremamente forte, mas em outro aspecto: autoridade, posicionamento e construção de marca. Estar na TV ainda transmite relevância, confiança e presença de mercado. O problema é que muitas vezes as pessoas confundem isso com conversão direta em vendas. São coisas diferentes. Uma coisa é ter essa tecnologia para por alguns "widgets" bobos e coisas fúteis, pois a parte de anúncios, vai ser muito difícil, o maior user disso vai ser o governo com suas campanhas.

A TV agrega valor à marca, cria percepção, fortalece imagem e reconhecimento. Porém, transformar esse valor em vendas depende de outras estratégias complementares. É justamente aí que a internet acaba se destacando hoje, porque ela consegue encurtar o caminho entre o anúncio e a conversão.

E não estou falando isso apenas por opinião pessoal. Vejo isso diariamente na prática, trabalhando dentro do mercado. A maior parte dos clientes chega buscando performance, vendas e retorno rápido sobre investimento. Eles querem acompanhar números, métricas, custo por aquisição, retorno imediato e capacidade de ajuste em tempo real. Nesse cenário, o digital acaba entregando algo muito mais alinhado ao comportamento atual do mercado.

Isso não significa que a TV morreu ou não tenha valor. Muito pelo contrário. Ela ainda tem força institucional enorme. Mas acredito que hoje ela funciona muito mais como ferramenta de fortalecimento de marca do que como principal motor de conversão.

Talvez a diferença esteja justamente aí: vocês entendem profundamente da técnica e da operação da TV, enquanto eu observo mais o comportamento do consumidor, vendas e performance comercial no dia a dia. No fim, acredito que os dois lados se complementam, porque marketing hoje não é mais sobre escolher um único meio, e sim entender qual objetivo cada mídia consegue cumprir melhor. E no fim como disse o colega, os técnicos são os últimos a serem ouvidos se é que são, só quando tem que trocar os equipamentos, digitalizar e tal, de resto, esquece, os caras nem participam da conversa, isso se falando de um todo, pode ser que na Globo isso é diferente, mas 1 emissora só não faz tempestade.

 
Você trabalha com marketing? 😏

E precisou de 1074 palavras (6695 caracteres) pra redundantemente chover no molhado?

Assim... você já ouviu dizer que você pode optar por não receber sinal 3.0? Basta ignorar a questão toda. Siga com os seus 50GB da TIM no ônibus. Ninguém está te impedindo este prazer.

A questão do entusiasmo pelo formato 3.0, aqui neste fórum, não é por causa de revolução alguma. O ponto é completamente outro. A maioria aqui inclusive, pelo que notei, é mais velha, e não tem necessidade constante de se manter entretida por algo (ou terceiros) pra conseguir viver a vida em paz. Isso, parece-me, é algo mais dessas gerações novas que os pais socaram telas na fuça desde o berço.

Essa parte aqui é um primor de ridícula:


Que consumidor é esse? Nos dê "o prazer" de conhecermos esse perfil mais a fundo.

A primeira coisa que eu fiz quando tive que acompanhar alguns jogos pela CazeTV foi desligar o chat. Insuportável.

Você fala essas coisas generalistas e não percebe que você mesmo está indo contra seu argumento dessa suposta "era personalizada", por você tão valorizada, e a qual você parece querer empurrar.

Aliás, detalhe: tenho Amazon, Prime, e app da Amazon no meu cel. Tenho também um app para me avisar sobre ofertas/cupons. Durante o jogo Portugal X Espanha, peguei um cupom de 50 reais off da Amazon... ao ver o anúncio durante intervalo do jogo. Nenhum dos apps no meu cel informaram isso, e quando o de tracking de preços informou, já estava esgotado, mas eu garanti meu produto. Foi o maior cupom do dia (desconsiderando os que tem condições de gastos mínimos, etc). Pois então, né? A "fada sempre online" sempre salva a gente! Que coisa, né?

Essa palhaçada de participar e comentar já deu vários fracassos. Um dos exemplos mais notórios foi quando a Disney enterrou as sessões de cinema em que as crianças poderiam levar tablet para interagir com os filmes.

No fim das contas, as pessoas querem sim se desligar do interativo para mergulharem num filme, num livro, etc. Cada formato demanda um tipo de comportamento diferente.


E não se trata de 3.0 VS internet. Meio triste que o entendimento seja esse.


Você discordar do meu texto é perfeitamente normal. Agora, reduzir uma discussão a "1074 palavras" ou chamar um trecho de "ridículo" não rebate nenhum argumento. É apenas uma tentativa de desqualificar quem escreveu.

Em nenhum momento eu disse que as pessoas são obrigadas a usar a TV 3.0 ou que a internet substitui a televisão. Meu ponto foi outro: a indústria da TV está incorporando características que nasceram e foram consolidadas no ambiente digital. Isso não é opinião, basta observar que hoje se fala em interatividade, publicidade direcionada, segunda tela, personalização e integração com aplicativos. Há quinze anos esse discurso praticamente não existia na televisão.

Você perguntou "que consumidor é esse?". Não é um consumidor específico. É uma tendência de mercado. Basta observar o crescimento do streaming, do vídeo sob demanda, das redes sociais, do comércio eletrônico, dos vídeos curtos e do consumo em dispositivos móveis. Evidentemente existem pessoas que querem apenas sentar no sofá e assistir televisão, assim como existem pessoas que preferem mídia física. Nenhuma tendência elimina completamente a outra.

O seu exemplo do cupom da Amazon durante um jogo apenas demonstra que uma campanha funcionou para você. Fico feliz. Mas um caso individual não invalida uma tendência de mercado. Da mesma forma, eu poderia citar centenas de campanhas que tiveram desempenho superior no ambiente digital. Nenhum dos dois exemplos, isoladamente, prova nada.

Sobre desligar o chat da CazéTV, eu faria exatamente a mesma coisa. Também não gosto de chat passando enquanto assisto a uma transmissão. Mas isso não significa que milhões de pessoas não utilizem esse recurso. Preferência pessoal não representa comportamento coletivo.

Também nunca afirmei que toda experiência precisa ser interativa. Um filme, uma série ou um livro normalmente funcionam melhor sem interrupções. Isso não contradiz meu argumento. Apenas mostra que diferentes formatos atendem a diferentes expectativas.

No fim, acho que você interpretou meu texto como um ataque à televisão, quando na verdade minha crítica era ao discurso de marketing que vende a TV 3.0 como se ela fosse reinventar o consumo de mídia. Na minha visão, ela é uma evolução tecnológica importante, mas chega a um mercado cujo comportamento do consumidor já mudou há bastante tempo.

Podemos discordar dessa análise. O que não faz sentido é transformar uma divergência de opinião em ataque pessoal.

Não respondo mais a picardias.

Passar bem.
 
A 3.0 pode até estar atrasada mas essa virada na publicidade pela internet corrobora ainda mais a necessidade da tv aberta abraçar tbém o streaming. As emissoras vão faturar nos 2 mundos se investirem na DTV+ e quem demorar vai deixar de ganhar mais.
 
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