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HDTV em São Paulo

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Sep
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Olá! Estamos diante de uma escolha importante para o futuro da TV no Brasil: adotar o padrão americano ATSC 3.0 ou manter o japonês ISDB-T para a TV 3.0. Eu estou torcendo pelo ATSC 3.0, que traz uma qualidade de imagem em **4K** impressionante, com uma gama de cores mais rica e uma suavidade de movimento com **120Hz**. O som também não fica para trás, com uma qualidade espacial que transforma a sala em um cinema.

Quanto à interatividade, o ATSC 3.0 nos permite navegar por conteúdos e serviços como se estivéssemos na internet, mas com a comodidade da nossa TV. E a multiprogramação nos dá a liberdade de escolher entre uma variedade de programas de alta qualidade ao mesmo tempo.

Espero que o Brasil opte por essa tecnologia avançada, que promete elevar nossa experiência de entretenimento doméstico a um novo patamar.
 
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Mar
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A dúvida que fica é: num eventual simulcasting (transmissão simultânea de dois sinais diferentes) daria p/ conviver ISDB-T e ATSC?
 
Membro conhecido
Mar
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Por audiência pífia (canal 9), mudança acarretará no fim da atração matinal na faixa diária

Considerando o horário das 6 às 0h que é o que interessa pro mercado publicitário, a audiência da Ana Maria Praga pro padrão Globo também é pi´fia. Mas tirar ela nem pensar né, é mil vezes mais fácil acabar o Encontro que também sofre com baixa audiência em vez de tirar a protegida.
 
Membro conhecido
Nov
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Considerando o horário das 6 às 0h que é o que interessa pro mercado publicitário, a audiência da Ana Maria Praga pro padrão Globo também é pi´fia. Mas tirar ela nem pensar né, é mil vezes mais fácil acabar o Encontro que também sofre com baixa audiência em vez de tirar a protegida.
A Patrícia Poeta só não sai do Encontro por conta que ela é casada com um dos chefões da Globo
 
Membro conhecido
Oct
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A dúvida que fica é: num eventual simulcasting (transmissão simultânea de dois sinais diferentes) daria p/ conviver ISDB-T e ATSC?

Nesse caso haveria espaço na faixa UHF das grandes cidades para transmitir os canais em duplicidade?
 
Membro ativo
Dec
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Membro conhecido
Aug
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Olá! Estamos diante de uma escolha importante para o futuro da TV no Brasil: adotar o padrão americano ATSC 3.0 ou manter o japonês ISDB-T para a TV 3.0. Eu estou torcendo pelo ATSC 3.0, que traz uma qualidade de imagem em **4K** impressionante, com uma gama de cores mais rica e uma suavidade de movimento com **120Hz**. O som também não fica para trás, com uma qualidade espacial que transforma a sala em um cinema.

Quanto à interatividade, o ATSC 3.0 nos permite navegar por conteúdos e serviços como se estivéssemos na internet, mas com a comodidade da nossa TV. E a multiprogramação nos dá a liberdade de escolher entre uma variedade de programas de alta qualidade ao mesmo tempo.

Espero que o Brasil opte por essa tecnologia avançada, que promete elevar nossa experiência de entretenimento doméstico a um novo patamar.
o calcanhar de Aquiles do ATSC 1.0 era a mobilidade inexistente e a nova digital 3.0 exige total mobilidade. Provável que já tenha sido incorporado no sistema americano senão nem estaria no páreo com o japones.
Precisamos de uma análise comparativa entre os 2 sistemas e importante que alcancem tbém o 8k com qualidade máxima sem a necessidade de trocar novamente de sistema, já disponibilizando as máximas resoluções logo no inicio, cabendo ao mercado decidir o que vai transmitir para uma caixinha avulsa ou embarcados nas proximas tvs e entregarem para os usuários que tiverem o monitor na respectiva resolução.
 
Membro conhecido
Jun
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Pessoal, temos de levar em consideração o argumento técnico mais favorável ao ISDB-T que existe: sua resistência a interferências causadas por reflexões de sinal, bem comuns devido ao relevo brasileiro. O ATSC, pelo menos a versão inicial dele, foi o sistema que apresentou a pior performance nesse sentido. É que as grandes redes não usam, mas a modulação QPSK permite transmissão em HDTV sem pixelização e/ou congelamentos com taxas de relação sinal/ruído bem baixas (~10 dB de sinal contra quase 20 dB da modulação utilizada pelas emissoras da Globo por exemplo).

Caso o Brasil de fato adote o ATSC 3.0, muita gente terá de investir em antenas, amplificadores e até refazer a instalação do zero para conseguir uma imagem sem engasgos. Isso sem falar nas RTVs de baixa potência que precisarão solicitar aumento de classe para continuarem cobrindo a mesma área que cobrem hoje com o ISDB-T.
 
Membro conhecido
Sep
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Olá! Estamos diante de uma escolha importante para o futuro da TV no Brasil: adotar o padrão americano ATSC 3.0 ou manter o japonês ISDB-T para a TV 3.0. Eu estou torcendo pelo ATSC 3.0, que traz uma qualidade de imagem em **4K** impressionante, com uma gama de cores mais rica e uma suavidade de movimento com **120Hz**. O som também não fica para trás, com uma qualidade espacial que transforma a sala em um cinema.

Quanto à interatividade, o ATSC 3.0 nos permite navegar por conteúdos e serviços como se estivéssemos na internet, mas com a comodidade da nossa TV. E a multiprogramação nos dá a liberdade de escolher entre uma variedade de programas de alta qualidade ao mesmo tempo.

Espero que o Brasil opte por essa tecnologia avançada, que promete elevar nossa experiência de entretenimento doméstico a um novo patamar.

Lembrando que o padrão ATSC 3.0 que o Brasil está defendendo já é uma versão mais evoluída que a usada nos EUA hoje, portanto um receptor usado lá não funcionaria no Brasil...
 
Membro conhecido
Sep
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Membro ativo
Sep
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Poderia junto a implantação da tv 3.0 , liberar de forma oficial a multiprogramação e permitir grupos estrangeiros operar no brasil, já pensou canais do grupo Disney, da viacom por ex:??, não adianta implantar um sistema altamente moderno e continuar com programação ruim a péssimo.
 
Membro conhecido
Sep
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O mercado do audiovisual, de modo especial a produção do streaming, vem sofrendo grandes transformações não apenas aqui, mas em outros importantes setores do mundo.

No Brasil, por exemplo, só as atividades esportivas da Paramount+ continuam em curso, porque no mais parou praticamente tudo, assim como já existem rumores que a Amazon, em pouco tempo, também deve diminuir drasticamente as suas produções
Tudo muito igual ao que vem acontecendo em outros lugares, com fusões e retratação de investimentos. Apenas Estados Unidos e Espanha, pelo menos por enquanto, aparecem como exceções.

Parece que a bolha estourou, por isso o cenário atual é todo diferente daquele que existiu antes e mesmo durante os anos da pandemia. E o que também acaba justificando as tantas refilmagens e continuidade de séries, porque seus custos são um pouco menores.
Não por acaso também, o refortalecimento da TV aberta que já se observa em muitos países, muito em função do seu cardápio variado de atrações e a possibilidade de poder atingir um número infinitamente maior de pessoas.

Lá fora
Quando se fala no refortalecimento da TV aberta em alguns dos mais importantes países do mundo, Estados Unidos entre eles, é importante destacar que isto não acontece só na sua audiência.

Talvez por consequência, ela passou a ser buscada com uma intensidade ainda maior pelos principais anunciantes.

JK

Uma das principais produções da TV Cultura no último ano, a minissérie “JK, O Reinventor do Brasil” terá uma reapresentação em maratona de dois episódios consecutivos. Isto acontecerá nos dias 20 e 27, a partir das 22h30.

Por outra

Além da TV, a série que retrata a vida do ex-presidente Juscelino Kubitschek será exibida para convidados em Goiânia, no dia 18, e no dia 22, em Brasília, na reinauguração do Cine Brasília.

A Cultura lançará, ainda, uma fotobiografia sobre JK, assinada pelo diretor-geral da minissérie, Fábio Chateaubriand.

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José Roberto Maluf, presidente da TV Cultura
Aniversário

A TV Cultura vai chegar aos 55 anos, no dia 15 de junho próximo.

Em um depoimento na TV interna, o presidente da Fundação Padre Anchieta, José Roberto Maluf fez uma série de esclarecimentos.

Entre eles

Em resposta às recentes palavras do governador Tarcísio de Freitas, de que seriam cortadas receitas da FPA, Maluf informou que a TV Cultura não é uma TV estatal, mas uma TV pública.

E que a TV não pertence ao Governo do Estado, que por lei, obrigação legal, precisa pagar a conta de 800 funcionários e a Cultura tem muito mais que isso. Falou ainda que, como TV pública, ela possui um Conselho Curador e a sua direção executiva, que têm como uma só meta a independência, imparcialidade e credibilidade no seu jornalismo.
 
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