Eu acho que seria inteligente se a tv a crítica fizesse parceria com a Caze TV após a copa, mas tbm acho que seria legal uma parceria com uma produtora de novelas como a JPO produções do José Paulo Vallone para produzir novelas nacionais em coprodução, seria interessante uma parceria com a Rede caracol da Colômbia para séries e novelas estrangeiras, então seria interessante e barato comprar novelas de países hispânicos enlatadas pra exibir na grade e tentar produzir algo nacional em parceria pra não parecer dependente só de enlatado, então acho que ficaria bacana eles mesclarem conteúdos feitos no Brasil com enlatados
Na minha visão, o que falta à TV A Crítica é um projeto mais ambicioso de expansão, liderado por um diretor de programação e artístico com autonomia para desenvolver uma estratégia de longo prazo. Claro, isso também exige investimento.
A impressão que tenho é que a emissora sabe muito bem vender publicidade, construir relacionamentos com empresários e agências e trabalhar o networking, algo fundamental em qualquer mercado de comunicação, só que muito regionalizado. O desafio parece estar em transformar essa força comercial em relevância nacional.
Fora da região Norte, a marca A Crítica ainda tem pouco reconhecimento. Para muitos brasileiros, a emissora ficou mais conhecida por conta do período em que exibiu programa do Siqueira Jr junto com a REDE TV!.
Talvez a própria emissora tenha optado por priorizar uma identidade mais regional, o que não é necessariamente um erro. Porém, criar uma rede nacional exige dialogar com públicos de diferentes regiões e realidades. O público de São Paulo, Rio de Janeiro, Sul, Nordeste e Norte possui interesses distintos, e encontrar esse equilíbrio não é simples.
Vejo um paralelo com a TV Pampa: são empresas que possuem potencial para ocupar um espaço maior, mas que enfrentam desafios estratégicos e de posicionamento.
Nesse aspecto, a Rede Meio conseguiu avançar de forma interessante nos últimos anos. Mesmo que ainda converse mais com determinados públicos e sua bolha regional, demonstra uma estratégia de expansão mais estruturada, inteligente e profissional.
É apenas a minha percepção como observador do mercado, mas acredito que existe espaço para a TV A Crítica crescer muito além do que representa hoje, vai dela querer e ter. Nem sempre querer é poder.