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Destaques do momento


Confira os principais jogos e transmissões da semana

Quarta-feira, 15 de outubro

21h30 – Atlético-MG x Cruzeiro (Globo MG e Premiere)
21h30 – Fortaleza x Vasco (Globo para Rio de Janeiro, Ceará, Acre, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Roraima, Rondônia e a cidade mineira de Juiz de Fora, e Premiere)

21h30 – Santos x Corinthians (Globo para São Paulo, Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal, Premiere e GE TV)


A Globo iniciou oficialmente a venda de seus pacotes comerciais de futebol para a temporada de 2026 — e os números impressionam. Segundo informações divulgadas pelo portal Meio & Mensagem, o grupo de mídia espera movimentar mais de R$ 5 bilhões com as cotas de patrocínio das principais competições do calendário: Copa do Mundo FIFA, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileirão Feminino.

Trata-se de um dos maiores pacotes comerciais já apresentados pela emissora, que combina TV aberta, TV por assinatura, streaming e plataformas digitais em um modelo multiplataforma robusto e estratégico.


Pacote nacional supera R$ 3 bilhões e ganha espaço digital

O pacote nacional, que reúne o Brasileirão masculino, Copa do Brasil e a Supercopa, é o carro-chefe da proposta comercial.

Somente este conjunto deve render à Globo mais de R$ 3 bilhões, superando com folga os valores obtidos em 2025, que ficaram acima de R$ 2,5 bilhões.

Na TV aberta, o grupo oferece oito cotas de R$ 293 milhões cada. A emissora exibirá 38 partidas do Campeonato Brasileiro, oito da Copa do Brasil e a Supercopa do Brasil, com entregas integradas ao Globoplay, Viu e ambientes digitais.


No cabo, serão 76 partidas de competições nacionais, além de 58 jogos da Copa do Brasil, a Supercopa e partidas das categorias Sub-17 e Sub-20. O pacote do sportv contempla quatro cotas de R$ 88,3 milhões.

Já o Premiere, responsável por mais de 400 transmissões exclusivas, oferece quatro cotas publicitárias avaliadas em R$ 38,6 milhões cada.

GE TV estreia no pacote nacional com seis cotas de R$ 40 milhões

A principal novidade de 2026 está na entrada da GE TV, novo braço multimídia do grupo, que terá os mesmos direitos de exibição da TV aberta.

A plataforma oferecerá seis cotas de R$ 40 milhões cada, ampliando a oferta de exposição digital e aproximando ainda mais o público jovem das transmissões esportivas da Globo.

Libertadores e futebol feminino também ganham espaço


A Copa Libertadores permanece na grade da emissora em 2026, mas com direitos restritos à TV aberta.
Mesmo assim, o potencial comercial é expressivo: a Globo pretende faturar R$ 427,7 milhões, com cinco cotas de R$ 85,5 milhões cada.

Já o Brasileirão Feminino terá horário fixo aos sábados na TV Globo, reforçando o espaço do futebol feminino na programação nacional.

Para anunciantes, a emissora oferece uma cota de R$ 13,3 milhões na TV aberta e uma de R$ 6,3 milhões no sportv, consolidando o investimento crescente na modalidade.

Copa do Mundo deve render cerca de R$ 2 bilhões

O grande trunfo comercial da Globo em 2026 será a Copa do Mundo FIFA, que retorna às telas em junho.

O plano comercial é dividido em duas frentes: uma para a TV aberta, com entregas também nas mídias digitais, e outra exclusiva para o sportv.


Na TV aberta, o pacote oferece seis cotas de R$ 265,4 milhões cada. Já para o canal por assinatura, as seis cotas são vendidas por R$ 52,8 milhões cada.

Os valores apresentados não incluem os tradicionais descontos aplicados nas negociações com grandes anunciante

Globo reforça posição dominante no futebol e aposta no multiplataforma

Com esse portfólio, a Globo reafirma sua condição de maior exibidora de futebol do Brasil, aliando tradição, audiência e presença digital.

A estratégia para 2026 demonstra o foco da emissora em integrar televisão, streaming e redes sociais, consolidando seu ecossistema de mídia esportiva em todas as telas.



A Globo prepara um novo capítulo em sua relação com o automobilismo mundial. De volta ao comando das transmissões da Fórmula 1 a partir de 2026, a emissora já apresentou ao mercado publicitário os valores das cotas nacionais de patrocínio, que podem render mais de R$ 750 milhões — isso se considerados os valores cheios, sem descontos comerciais. A informação foi publicada pelo portal Meio & Mensagem.

O pacote, que engloba TV aberta, TV por assinatura e plataformas digitais, reflete a aposta da Globo em um projeto multiplataforma de alcance nacional, combinando tradição e modernidade em torno do maior espetáculo do automobilismo mundial.


Seis cotas nacionais com valores acima de R$ 125 milhões

De acordo com a tabela comercial apresentada pela emissora, a Globo disponibilizará seis cotas nacionais de patrocínio, cada uma avaliada em R$ 125.040.987,50. O valor é líquido, sem considerar os habituais descontos aplicados nas negociações comerciais.

O modelo garante aos patrocinadores uma presença completa e integrada nas principais frentes de exibição da Fórmula 1 no Grupo Globo. A estimativa é que o conjunto total das cotas ultrapasse R$ 750 milhões, consolidando o retorno da F1 à emissora como uma das maiores oportunidades de investimento em mídia esportiva do país.

Abrangência total: TV aberta, TV paga e digital

Os anunciantes que aderirem ao pacote terão exposição multiplataforma. Segundo o documento, o valor total das transmissões será composto por:

TV aberta: R$ 100.075.162,50
TV paga: R$ 11.054.927,50
Audiência agregada: R$ 1.824.246,98
Plataformas digitais: R$ 11.250.000
ViU (mídia sob demanda e interativa): R$ 836.650

A combinação reforça o modelo de integração entre TV tradicional e ambiente digital, estratégia que a Globo tem intensificado desde o retorno da F1 ao seu portfólio de direitos esportivos.

Transmissões incluem 15 GPs na TV Globo e 24 GPs na TV paga


De acordo com o plano divulgado, a Globo transmitirá 15 Grandes Prêmios na TV aberta, incluindo as principais etapas da temporada, enquanto o sportv exibirá todos os 24 GPs do calendário mundial.

O formato repete o modelo de sucesso que marcou as transmissões históricas da emissora com nomes como Galvão Bueno, e que agora ganha uma roupagem mais moderna, integrada ao Globoplay, às redes sociais e ao ambiente digital do ge.globo.

Globo aposta na força da Fórmula 1 como produto premium de mídia

O retorno da Fórmula 1 à Globo marca também uma reconquista comercial estratégica. A categoria é reconhecida como um dos produtos de maior valor agregado da publicidade esportiva global, com público fiel, alto índice de qualificação e forte penetração entre marcas de tecnologia, mobilidade e consumo premium.

Com um portfólio que inclui ainda Copa do Mundo, Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores, a Globo reforça sua liderança no mercado esportivo e sua capacidade de atrair grandes marcas em múltiplas plataformas.
 
O pisão aqui: :love::cool:
"Curiosamente, a Globo distribuiu cutucadas em concorrentes que não fazem frente a ela. Mas não bateu naquele que realmente tira o sono dos executivos da empresa: o YouTube, que já detém mais de 20% do consumo de vídeo em residências (televisores mais celulares), enquanto a emissora luta para se manter acima dos 30%. Talvez porque saiba que poderia começar uma troca de chumbo que poderia machucá-la de verdade."

Foi um evento que ficará marcado nos anais de uma das maiores barbeiragens dessa emissora. rs
 
Curiosamente, foi na Band onde Bonner começou a carreira na TV, quando nem tinha o registro profissional para trabalhar diante das câmeras. Foi a visibilidade no canal que o levou a ser contratado pela Globo, onde construiu a mais bem-sucedida carreira do telejornalismo brasileiro.
 
Curiosamente, foi na Band onde Bonner começou a carreira na TV, quando nem tinha o registro profissional para trabalhar diante das câmeras. Foi a visibilidade no canal que o levou a ser contratado pela Globo, onde construiu a mais bem-sucedida carreira do telejornalismo brasileiro.
Foi o Boni que levou o Bonner para a Globo
 

Já o Brasileirão Feminino terá horário fixo aos sábados na TV Globo, reforçando o espaço do futebol feminino na programação nacional.

Para anunciantes, a emissora oferece uma cota de R$ 13,3 milhões na TV aberta
Muito interessante essa notícia.

Aparentemente, a Globo deve fechar com alguma bet para fazer um dinheiro com as transmissões femininas.

Particularmente considero isso um marco na emissora. Jogar o Ibope pela janela pra faturar não é algo que a Globo faz todo dia mas é claro que o Ibope vai encobrir uma eventual fuga da audiência kkkkk.
 
Sobre o evento que causou tanto burburinho.

Tratava-se um evento para o mercado publicitário e a Globo citou dados referente ao que interessa a quem investe em programação...audiência.

O resto é mi mi mi...
 
E enquanto os shoppings de Itaquaquecetuba e de Mogi das Cruzes o pessoal vão acompanhar o final da novela nas salas de cinema com o apoio da TV Diário.
 
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