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Liga de clubes amplia conversa com investidores enquanto aguarda proposta.

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Liga Forte Futebol faz reunião em SP e contrata XP para negociar patrocínios e direitos de TV
A Liga Forte Futebol (LFF) realizou reunião nesta terça-feira em um hotel em São Paulo (SP) e apresentou a XP Investimentos como parceira para buscar patrocinadores para o grupo de 25 clubes que fazem frente aos 13 que integram a Liga do Futebol Brasileiro (Libra).

A principal reivindicação da LFF é que a futura liga que irá gerir o Campeonato Brasileiro distribua no máximo 3,5 vezes mais verba obtida com direitos de transmissão e marketing para o time mais bem remunerado (normalmente o Flamengo) em relação à equipe com menor remuneração (usualmente o grupo de clubes que acaba rebaixado naquela edição do torneio).

“A redução de diferença de receita entre o que mais e o que menos recebe é fundamental para que haja interesse dos investidores internacionais na liga. Com isso, ganha mais o futebol brasileiro. Trabalhamos muito para ter uma liga com os 40 clubes, os 20 da Série A e os 20 da Série B. Perseguimos um modelo baseado nas ligas internacionais. Esperamos que logo possamos ter nossa liga do futebol brasileiro”, afirmou Alessandro Barcellos, presidente do Internacional, um dos integrantes da LFF.

Disparidade de receitas

Atualmente essa disparidade, segundo números levantados pela LFF está entre 5,5 a 7 vezes, o que inviabiliza um equilíbrio do campeonato. Para os integrantes do grupo, com menor competitividade, o torneio não tem condições de crescer e oferecer premiação melhor aos clubes.

A proposta da LFF divulgada nesta terça-feira estabelece que do total arrecadado, 45% sejam divididos de forma igualitária, 30% sobre performance no campeonato e 25% por apelo comercial. Com isso, segundo o grupo, a diferença máxima de receita entre os clubes não irá ultrapassar 3,5 vezes.

Como comparativo, a Premier League, vista como principal modelo de liga nacional de futebol no mundo, distribui 50% das receitas de maneira igual, 25% por performance e 25% por exposição. Já LaLiga segue critério de 50% igualitário, 25% por desempenho e 25% por engajamento.

Apesar da divisão, os principais dirigentes da LFF acreditam que haverá um consenso com os integrantes da Libra.

“Essa conversa com a Libra já existe há algum tempo. Costumo dizer que comparado a períodos anteriores estamos mais perto de um acordo. Se você imaginar que antes eram 40 cabeças pensando diferente, hoje são dois grupos”

Marcelo Paz, presidente do Fortaleza
“Então, se esses dois grupos chegarem a um consenso, vamos avançar. Acho que vamos chegar ao entendimento, mas é preciso um desprendimento, é preciso pensar no maior, no todo, para conseguir avançar”, acrescentou o dirigente.

Outro ponto de discórdia é que a LFF, que é composta por 12 times da Série B, destine 20% da arrecadação para os clubes da segunda divisão. A proposta da Libra é que essa parcela seja de 15%. Atualmente, sob gestão da CBF, apenas 10% do faturamento com patrocínios e direitos de TV fica com os times da Série B.

Integrantes de cada grupo
A Libra é atualmente integrada por 13 times, sendo sete da Série A e seis da Série B do Campeonato Brasileiro: Botafogo, Cruzeiro, Corinthians, Flamengo, Guarani, Ituano, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vasco.

Já o bloco da LFF conta com representantes de 11 estados brasileiros, sendo 13 equipes da Série A e 12 da B. O grupo conta com: América-MG, Atlético-MG, Atlético-GO, Athletico-PR, Avaí, Brusque, Ceará, Chapecoense, Coritiba, CRB, Criciúma, CSA, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário-PR, Sampaio Corrêa, Sport, Tombense e Vila Nova.

Entre os 40 times que disputam as Séries A ou B do Brasileirão, os únicos que permanecem independentes são Bahia e Grêmio. O tricolor gaúcho já manifestou a intenção de aderir à Libra, porém não formalizou sua entrada.

Nota Liga Forte Futebol
Leia abaixo a íntegra da nota da LFF:

“A Liga Forte Futebol (LFF) apresentou, nesta terça-feira, sua proposta para a construção de uma liga a partir de princípios que permitam que o produto “Campeonato Brasileiro” se torne um dos mais relevantes do mundo.

A ideia do grupo formado por 25 clubes das Séries A e B do futebol brasileiro, é que as propostas levem à criação de um campeonato mais competitivo, um produto mais atraente, que maximize receitas e permita que os grandes craques joguem no país, com uma gestão profissional alinhada com o que é praticado nas principais ligas do mundo.

O mercado brasileiro vive um momento único para a construção de uma liga forte. Com uma das maiores populações e uma economia entre as dez maiores do mundo, o país é o único na América do Sul com estádios padrão-Fifa e entre os cinco com mais usuários de internet. Adicionado a disso, além dos tradicionais compradores de direitos, o Brasil ganhou novas empresas de mídias interessadas em investir no futebol brasileiro. Isso cria o cenário propício para ampliar as receitas de todos os clubes.

Na apresentação da LFF, foi possível observar como funcionam as principais ligas do mundo, como é a organização e distribuição de receita das que mais faturam. Existe uma relação direta entre tamanho das receitas e equilíbrio de distribuição entre os clubes. As três maiores ligas esportivas do mundo, NFL, NBA e Premier League são as que têm a distribuição mais equilibrada entre os times.

O objetivo da criação de uma liga é fortalecer o futebol brasileiro, através da maximização das receitas. Os pilares propostos pela Liga Forte Futebol seguem esse objetivo. Os princípios de equilíbrio, performance, mobilidade e incentivo às boas práticas do futebol se juntam aos pilares de controle financeiro, distribuição equilibrada das receitas, compliance e governança.

A divisão de receita proposta pela Liga Forte tem 45% divididos de forma igualitária, 30% sobre performance e 25% por apelo comercial. E com regra de ouro a Liga Forte entende que a diferença máxima de receita entre os clubes não ultrapasse 3,5x.

– Nosso objetivo é ter um modelo que potencialize as receitas do futebol brasileiro, a partir de um produto mais competitivo, fruto de uma divisão de receitas mais equilibrada. Precisamos olhar para frente e decidir se vamos ser uma das 3 maiores ligas do mundo, seguindo os modelos que geraram sucesso no mundo todo, ou se vamos ficar discutindo como manter o futebol brasileiro como mero exportador de talentos, tentando manter os privilégios gerados pelo modelo atual – conclui Mario Bittencourt, presidente do Fluminense.”
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...p-para-negociar-patrocinios-e-direitos-de-tv/
 
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LFF faz reunião com seus presidentes e apresenta demandas para formar liga única com Libra
Os presidentes que compõem a Liga Forte Futebol do Brasil (LFF) se encontraram nesta terça-feira em um hotel em São Paulo para explicar seus números e demandas para a criação de uma liga única. Haverá nesta tarde outra reunião, com representantes técnicos que auxiliam a LFF e a Liga do Futebol Brasileiro (Libra) em tentativa de enfim aprofundar a discussão de cálculos para solucionar o principal entrave para o consenso: fechar um modelo que não permita que o primeiro da fila receba mais de 3.5 vezes o que arrecadará o último.

  • LFF marca evento com presidentes de clubes em sinal de falta de entendimento com Libra
5 pontos para entender a liga do futebol brasileiro

Porém, segundo o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, uma das lideranças da LFF, ainda não há uma fórmula para chegar a esse teto:

– O número chave é a diferença do primeiro para o último. É o grande X da questão. Precisamos encontrar essa fórmula e defender essa fórmula. Hoje haverá essa reunião técnica com a Libra, mais uma para que a gente possa apresentar novamente a eles. Acredito que estejam discutindo a nossa proposta. O que resolve é o que todas as grandes ligas utilizam, que o primeiro não ganhe um valor extremo sobre o último da competição.
Depois de encerrada a reunião, questionado pelo ge, o presidente do Internacional, Alessandro Barcellos, garantiu que o cálculo está pronto, mas não o apresentou:

  • Sim, já tivemos reuniões técnicas onde apresentamos esses cálculos que levam a esse número importante de 3.5 vezes de diferença máxima. Isso pode inclusive reduzir, o que equilibraria muito mais a competição. Isso já existe, já está sendo tratado esse tema e estamos buscando convergências para formar uma liga única com 40 clubes. Está pronta (a fórmula). Evidente que estamos abertos a ajustes, mas considerando esse limite como um fato importante. Todas as ligas de sucesso no mundo olham para este número como um número importante, porque valoriza o produto e traz mais investimento.
Presidentes de clubes que lideram a LFF explicam suas demandas em evento — Foto: José Edgar de Matos
Presidentes de clubes que lideram a LFF explicam suas demandas em evento — Foto: José Edgar de Matos

A mudança de postura, já que a LFF até então vinha adotando um silêncio oficial quase que constante, tem a ver com o descontentamento de alguns dos membros com a demora em avançar nas tratativas. Há um entendimento de alguns dos clubes de que a Libra não quer negociar, o que foi prontamente refutado pelos integrantes da Libra consultados pelo ge.

Encontro dos 25 presidentes da LFF em São Paulo — Foto: José Edgar de Matos
Encontro dos 25 presidentes da LFF em São Paulo — Foto: José Edgar de Matos

A principal crítica dos integrantes da Libra é justamente a LFF ter estipulado um teto de diferença sem apresentar uma fórmula que torne o número viável. Essa é também a jutificativa central para a lentidão nas tratativas. Na reunião desta terça, também só foi apresentado oficialmente o teto desejado, mas sem uma equação para embasar a conta.

– Não queremos receber menos, com distância grande, não podemos sonhar com algo maior. Falo em nome de todos os clubes. Não podemos começar o campeonato sabendo antes quem vai ter chance de vitória por esses direitos de televisão. Os valores são quase 30% da receita, tem mais 70% para os clubes fazerem as diferenças. É uma parcela considerável, mas tem toda uma diferença com que os clubes podem fazer algo melhor. Precisamos nos unir para fazer algo diferente, para não perpetuar essa distância. Tem que equiparar às principais ligas do mundo - disse Marcelo Paz, presidente do Fortaleza.
Mario Celso Petraglia, do Athletico, outra liderança da LFF, afirmou:
– Se nossa intenção é crescer as receitas, se não tivermos esse limitador decrescente, as distâncias ficarão cada vez maiores. Está provado que performance em campo é diretamente proporcional ao fluxo de caixa. Não queremos essas diferenças absurdas.

Sérgio Coelho, presidente do Atlético-MG e que desde o começo também esteve à frente das tratativas com a Libra, explicou que os clubes de maior receita não dependem tanto quanto os de menor investimento do aporte da venda de direitos de transmissão:
– As receitas a serem distribuídas para alguns clubes representam 25% a 30% (do orçamento) para os que ganham. Para alguns clubes menores, essa receita representa 70%, 80%. De repente, para o Flamengo, esses valores representam 25%. Para o Sport, por exemplo, são 80%.

Os membros da LFF são: América-MG, Atlético-MG. Atlético-GO, Athletico, Avaí, Brusque, Ceará, Chapecoense, Coritiba, CRB, Criciúma, CSA, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sampaio Côrrea, Sport, Tombense e Vila Nova. Todos estiveram representados no encontro, a maioria pelos respectivos presidentes.

– A gente quer que estejam os 40 juntos. A união dos 40 fará com que as receitas maximizem-se, mas não podemos nos enganar que com mais dinheiro a divisão será melhor. Que se distribua melhor os valores de futuro. A partir de 2024, é outro mundo – completou Bittencourt, se referindo ao encerramento do contrato de direitos de transmissão.

5 pontos para entender a liga do futebol brasileiro

Parceria com a XP Investimentos

A LFF anunciou também nesta terça-feira um acordo com o banco de investimentos da XP para negociar os direitos dos seus clubes no mercado. Em imagem apresentada no telão, a empresa foi confirmada como única interlocutora autorizada a ir ao mercado em nome dos 25 membros da LFF.
Confira a íntegra da nota emitida pela LFF nesta terça-feira:

A Liga Forte Futebol (LFF) apresentou, nesta terça-feira, sua proposta para a construção de uma liga a partir de princípios que permitam que o produto “campeonato brasileiro” se torne um dos mais relevantes do mundo.

A ideia do grupo formado por 25 clubes das Séries A e B do futebol brasileiro, é que as propostas levem à criação de um campeonato mais competitivo, um produto mais atraente, que maximize receitas e permita que os grandes craques joguem no país, com uma gestão profissional alinhada com o que é praticado nas principais ligas do mundo.

Em encontro de presidentes, LFF exibe sua proposta de rateio de receitas — Foto: José Edgar de Matos
Em encontro de presidentes, LFF exibe sua proposta de rateio de receitas — Foto: José Edgar de Matos

O mercado brasileiro vive um momento único para a construção de uma liga forte. Com uma das maiores populações e uma economia entre as dez maiores do mundo, o país é o único na América do Sul com estádios padrão-Fifa e entre os cinco com mais usuários de internet. Adicionado a disso, além dos tradicionais compradores de direitos, o Brasil ganhou novas empresas de mídias interessadas em investir no futebol brasileiro. Isso cria o cenário propício para ampliar as receitas de todos os clubes.

Na apresentação da LFF, foi possível observar como funcionam as principais ligas do mundo, como é a organização e distribuição de receita das que mais faturam. Existe uma relação direta entre tamanho das receitas e equilíbrio de distribuição entre os clubes. As três maiores ligas esportivas do mundo, NFL, NBA e Premier League são as que têm a distribuição mais equilibrada entre os times.

O objetivo da criação de uma liga é fortalecer o futebol brasileiro, através da maximização das receitas. Os pilares propostos pela Liga Forte Futebol seguem esse objetivo. Os princípios de Equilíbrio, Performance, Mobilidade e Incentivo às boas práticas do futebol se juntam aos pilares de Controle Financeiro, Distribuição equilibrada das receitas, Compliance e Governança.

A divisão de receita proposta pela Liga Forte tem 45% divididos de forma igualitária, 30% sobre performance e 25% por apelo comercial. E com regra de ouro a Liga Forte entende que a diferença máxima de receita entre os clubes não ultrapasse 3,5x.

  • Nosso objetivo é ter um modelo que potencialize as receitas do futebol brasileiro, a partir de um produto mais competitivo, fruto de uma divisão de receitas mais equilibrada. Precisamos olhar para frente e decidir se vamos ser uma das 3 maiores ligas do mundo, seguindo os modelos que geraram sucesso no mundo todo, ou se vamos ficar discutindo como manter o futebol brasileiro como mero exportador de talentos, tentando manter os privilégios gerados pelo modelo atual - conclui Mario Bittencourt, presidente do Fluminense.
    Link com a Informação:https://ge.globo.com/negocios-do-es...esenta-propostas-para-se-juntar-a-libra.ghtml
 
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Liga Forte Futebol divulga modelo desejado para criação de nova organização com ‘divergências’ para a Libra
Nesta terça-feira (6), a Liga Forte Futebol (LFF), composta por 25 clubes que não aderiram à Libra, divulgou nota oficial com a proposta que possui para o Campeonato Brasileiro.

Dentre os pontos apresentados está o formato de distribuição das cotas de televisão desejado, com 45% divididos de forma igualitária, 30% sobre performance e 25% por apelo comercial.

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Leia a nota oficial da LFF na íntegra:
A Liga Forte Futebol (LFF) apresentou, nesta terça-feira, sua proposta para a construção de uma liga a partir de princípios que permitam que o produto “campeonato brasileiro” se torne um dos mais relevantes do mundo.

A ideia do grupo formado por 25 clubes das Séries A e B do futebol brasileiro, é que as propostas levem à criação de um campeonato mais competitivo, um produto mais atraente, que maximize receitas e permita que os grandes craques joguem no país, com uma gestão profissional alinhada com o que é praticado nas principais ligas do mundo. O mercado brasileiro vive um momento único para a construção de uma liga forte. Com uma das maiores populações e uma economia entre as dez maiores do mundo, o país é o único na América do Sul com estádios padrão-Fifa e entre os cinco com mais usuários de internet. Adicionado a disso, além dos tradicionais compradores de direitos, o Brasil ganhou novas empresas de mídias interessadas em investir no futebol brasileiro. Isso cria o cenário propício para ampliar as receitas de todos os clubes.

Na apresentação da LFF, foi possível observar como funcionam as principais ligas do mundo, como é a organização e distribuição de receita das que mais faturam. Existe uma relação direta entre tamanho das receitas e equilíbrio de distribuição entre os clubes. As três maiores ligas esportivas do mundo, NFL, NBA e Premier League são as que têm a distribuição mais equilibrada entre os times.

O objetivo da criação de uma liga é fortalecer o futebol brasileiro, através da maximização das receitas. Os pilares propostos pela Liga Forte Futebol seguem esse objetivo. Os princípios de Equilíbrio, Performance, Mobilidade e Incentivo às boas práticas do futebol se juntam aos pilares de Controle Financeiro, Distribuição Equilibrada das receitas, Compliance e Governança.

A divisão de receita proposta pela Liga Forte tem 45% divididos de forma igualitária, 30% sobre performance e 25% por apelo comercial. E com regra de ouro a Liga Forte entende que a diferença máxima de receita entre os clubes não ultrapasse 3,5x.

“Nosso objetivo é ter um modelo que potencialize as receitas do futebol brasileiro, a partir de um produto mais competitivo, fruto de uma divisão de receitas mais equilibrada. Precisamos olhar para frente e decidir se vamos ser uma das 3 maiores ligas do mundo, seguindo os modelos que geraram sucesso no mundo todo, ou se vamos ficar discutindo como manter o futebol brasileiro como mero exportador de talentos, tentando manter os privilégios gerados pelo modelo atual.”, conclui Mario Bittencourt, Presidente do Fluminense.
Link com a Informação:https://www.espn.com.br/futebol/bra...o-criacao-nova-organizacao-divergencias-libra
 
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Leila Pereira diz que formação de liga poderia estar mais acelerada, mas acredita em acordo
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, afirmou que as conversas sobre a formação de uma liga brasileira de futebol estão em compasso de espera no momento. A última reunião entre a Liga do Futebol Brasileiro (Libra) e a Liga Forte Futebol (LFF), os dois grupos dissidentes que buscam entendimento, aconteceu em julho.

“Poderia estar mais acelerado do que está [o processo de entendimento]. Mas acho que é o futuro do futebol brasileiro”, disse Leila, em entrevista à Máquina do Esporte durante o evento de apresentação do Paulistão 2023, realizado no Pavilhão Pacaembu, na região central de São Paulo.

Em julho, uma comissão de dirigentes da LFF e da Libra se encontraram no restaurante Rubayat Faria Lima, na zona sul da capital paulista.

Participaram do encontro os presidentes de Atlético-MG (Sérgio Coelho), Fluminense (Mário Bittencourt), Fortaleza (Marcelo Paz), Internacional (Alessandro Barcellos) e da Associação Nacional de Clubes de Futebol (Francisco José Battistotti), representando a LFF; e os mandatários de Corinthians (Duilio Monteiro Alves) e Santos (Andrés Rueda), além do CEO do Red Bull Bragantino (Thiago Scuro), pela Libra.

Agenda carregada
O problema, no momento, é que os clubes estavam mais preocupados com as finais de competições importantes, como Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Copa Libertadores, recentemente encerradas, e também com as rodadas decisivas das Séries A e B do Brasileirão, que estão na reta final.

“Quando vai chegando o final das competições, a disputa por títulos, por vagas na Libertadores, vagas na Sul-Americana, o diálogo diminui um pouco porque os interesses estão voltados naqueles jogos”, disse Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), à Máquina do Esporte.

“Está andando o burocrático, o trabalho interno. Vai sair a liga. Isso vai acontecer. É que a liga pode funcionar só em 2025, mas vai acontecer daqui a pouco”, acrescentou o dirigente.

Carneiro Bastos se referiu ao contrato dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, que termina em 2024. Com a união dos clubes, espera-se que, com a liga de clubes, um novo acordo seja negociado de forma conjunta pelos 40 times das Séries A e B do Brasileirão.
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...-estar-mais-acelerada-mas-acredita-em-acordo/
 
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Libra escolhe Mubadala Capital para ser investidora da liga brasileira de futebol

A Mubadala Capital fez proposta e será investidora da Liga do Futebol Brasileiro (Libra), de olho na nova liga nacional de clubes, que ainda não foi unificada. O braço de gestão de ativos da Mubadala Investments Co., de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), teve uma reunião nesta segunda-feira (7) para estabelecer a proposta para os clubes.

Após a votação entre os clubes que compõem a Libra, a Mubadala Capital ganhou a concorrência com outros grupos de investimento que também apresentaram propostas financeiras.

A informação foi originalmente publicada pela Bloomberg e confirmada pela Máquina do Esporte com fontes ligadas ao negócio.

A Mubadala Capital ainda não comentou o assunto. Procurados pela Máquina do Esporte, representantes da Libra também não se pronunciaram. Um comunicado deve ser divulgado nas próximas horas pela entidade.

A investidora tem cerca de US$ 16 bilhões em ativos sob sua gestão. O grupo tem histórico de investimentos em ativos esportivos e de mídia, incluindo a Yes Network, provedora de TV por assinatura dos Estados Unidos, e a SX Global, empresa australiana que promove o Campeonato Mundial FIM Supercross de motociclismo.

Inspirada em ligas estrangeiras bem-sucedidas como a Premier League, a ideia da Libra é atrair maiores investimentos estrangeiros ao futebol brasileiro.

Clubes divididos
Por ora, porém, ainda há divisão entre os clubes que integram a Libra e os que fecharam com a Liga Forte Futebol (LFF). A princípio, a busca por um entendimento está em curso, mas a última reunião entre representantes dos clubes aconteceu em agosto. Desde então, não houve evolução.

Fazem parte da Libra: Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Guarani, Ituano, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vasco.

Integram a LFF: América-MG, Athletico-PR, Atlético-GO, Atlético-MG, Avaí, Brusque, Ceará, Chapecoense, Coritiba, CRB, Criciúma, CSA, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário-PR, Sampaio Corrêa, Sport, Tombense e Vila Nova.

O Bahia é o único time, entre os 40 clubes das Séries A e B, que ainda não aderiu a nenhum dos lados.
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...-a-investidora-na-liga-brasileira-de-futebol/
 
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Com investidores alinhados, Liga Forte Futebol convoca reunião com a CBF
Em pronunciamento na noite deste domingo, a Liga Forte Futebol Brasil (LFF) solicitou uma reunião com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, para tratar sobre a criação de uma nova liga, já que tem negociações avançadas com novos investidores. O mandatário está no Catar, acompanhando a Copa do Mundo, e deve retornar ao país apenas após o término do torneio.

"A Liga Forte Futebol está animada com o elevado nível de interesse dos investidores pela criação da liga através das premissas que a LFF julga aderentes a um melhor produto. Através de processo sendo conduzido pela XP, a LFF espera trazer novidades nas próximas semanas", revelou a Liga Forte através do comunicado.

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A publicação foi compartilhada nas redes sociais de vários clubes integrantes da Liga Forte, a exemplo de Fluminense, Athletico, Avaí, Atlético-GO, Coritiba e Chapecoense. Fazem parte do grupo também: América-MG, Atlético-MG, Brusque, Ceará, CRB, Criciúma, CSA, Cuiabá, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sampaio Corrêa, Sport, Tombense e Vila Nova.

"Em paralelo, a LFF está discutindo um formato de divisão equilibrada entre os clubes dos recursos do investidor que garanta recursos para as Séries A e B, incluindo clubes com histórico na Série B que hoje estão na Série C. E por fim, os clubes da Liga Forte Futebol (LFF) decidiram solicitar uma agenda com o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, na sua volta ao Brasil, após a Copa do Mundo, para tratar de diversos assuntos referentes ao futebol brasileiro", encerrou o comunicado.


Dentre as propostas recebidas e estudadas, a que mais agrada é a fórmula similar a do Campeonato Inglês, que, na visão dos clubes, tem uma distribuição mais equilibrada de arrecadação.

A divisão das cotas de TV, em especial do pay-per-view (PPV), pago pela Globo, é considerado o principal entrave para a criação de uma liga unificada. Enquanto o Flamengo recebe R$ 160 milhões por contrato, e o Corinthians R$ 110 milhões, clubes como Fortaleza, que disputou a edição atual da Libertadores, aparecem na parte debaixo desta tabela, com apenas R$ 2,8 milhões.

A formação da LFF surgiu em oposição à Libra, cujo a proposta para a divisão das receitas não agradou a maior parte dos clubes que participam atualmente das séries A e B do Campeonato Brasileiro. Ela propõe uma divisão de receitas em que 40% seja feita de forma igualitária, 30% por desempenho e outros 30% por audiência e engajamento - sem critérios muito claros quanto a isso. Já a LFF defende que o montante seja dividido em 45%, 25% e 30%, respectivamente.

A Libra é formada por Botafogo, Cruzeiro, Corinthians, Flamengo, Grêmio, Guarani, Ituano, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vasco. As equipes do bloco não se manifestaram após a ação desta quinta-feira.
Link com a Informação:https://esbrasil.com.br/com-investidores-alinhados-liga-forte-futebol-convoca-reuniao-com-a-cbf/
 
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Globo e ESPN têm interesse nos direitos de transmissão da Série B
De acordo com o colunista Rodrigo Mattos, do UOL, a disputa pelos direitos de exibição do Brasileirão Série B 2023 tem modelo similar ao da Libertadores, com pacotes de jogos e de plataformas.

O sistema criado pela agência IMG, contratada pela CBF, distribui uma quantidade de jogos para TV aberta, e outro grupo de partidas para TV Fechada ou serviços de streaming.

A Rede Globo demonstrou interesse na compra do pacote para TV aberta. Já na TV fechada, a ESPN se mostrou interessada em transmitir a competição. As propostas podem ser enviadas até a próxima quinta-feira, 19, com contratos de dois ou quatro anos de validade.

Vale lembrar que, também há uma previsão de um serviço de pay-per-view do torneio, que pode ser adquirido por um veículo ou pode ser operado pela própria IMG.
Link com a Informação:https://portalmakingof.com.br/globo-e-espn-tem-interesse-nos-direitos-de-transmissao-da-serie-b/
 
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Globo e ESPN têm interesse nos pacotes de transmissão da Série B[/size]
A concorrência pelos direitos de transmissão da Série B do Campeonato Brasileiro tem modelo similar ao da Libertadores, com pacotes de jogos e de plataformas, informa o UOL. O sistema foi traçado pela agência IMG, contratada pela CBF.

Há uma quantidade de jogos para a TV Aberta, e grupos de partidas para plataformas fechadas, que podem ser streaming ou TV Fechada. Além disso, há uma previsão de um pay-per-view, que pode ser adquirido por um veículo ou pode ser operado pela própria IMG.





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O modelo interessou a própria Globo em relação ao pacote de TV Aberta, e há expectativa de que outras emissoras entrem na concorrência. Na TV Fechada, a ESPN também demonstrou interesse, embora ainda não seja certo uma proposta.
Podem ser feitas propostas para um contrato de dois anos ou quatro anos.
A data final para a apresentação de ofertas é 19 de janeiro (quinta-feira).
Link com a Informação:https://esporteemidia.com/2023/01/g...se-nos-pacotes-de-transmissao-da-serie-b.html
 
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Band e SBT estão na disputa pelos direitos da Série B 2023
A definição sobre os direitos de transmissão da Série B 2023 vai acontecer amanhã, 19. A informação é do colunista Flávio Ricco, do R7.

Entre as emissoras da TV aberta, Band e SBT são as que tem interesse em exibir o torneio. Na TV fechada, o SporTV (Grupo Globo) e a ESPN (Disney) estão na disputa.

No streaming, Paramount, Amazon, Turner e a Livemode estão interessadas nas transmissões da segunda divisão do nacional.

A agência IMG, responsável pela concorrência dos direitos do torneio, tem agora a missão de atender os interesses dos clubes e dos veículos de comunicação.
Link com a Informação:https://portalmakingof.com.br/band-e-sbt-estao-na-disputa-pelos-direitos-da-serie-b-2023/
 
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Fundo Serengeti apresenta proposta de investimento na Liga Forte Futebol​

Uma reunião em São Paulo na tarde desta segunda-feira (30) entre clubes participantes da Liga Forte Futebol (LFF) detalhou os planos do fundo americano Serengeti de se tornar sócio da entidade classista.

O projeto prevê o investimento de até US$ 950 milhões do fundo pela aquisição de até 20% da liga, que atualmente conta com 26 clubes das Séries A, B e C do Brasileirão.

A proposta é para a formação de uma sociedade de propósito específico (SPE). Nela, o fundo faz o aporte de dinheiro para se tornar sócio dos clubes, que recebem a verba em troca da entrada do parceiro.


Para isso acontecer, porém, é preciso que haja a adesão de 36 clubes que estejam nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Caso a LFF tenha a participação de 22 clubes nessas séries, o montante a ser investido pelo fundo cairá para cerca de US$ 425 milhões. Se não houver tamanha adesão, o acordo não acontece.

A sociedade fará com que o fundo passe a ser sócio em 20% das receitas da LFF pelo prazo de, pelo menos, 50 anos. É um projeto similar ao que a LaLiga, da Espanha, adotou recentemente para conseguir gerar dinheiro para os clubes após o período mais crítico da pandemia de Covid-19. No caso da liga espanhola, foi o fundo CVC que se tornou sócio dos clubes.

Os clubes brasileiros têm até o dia 30 de abril para responder à proposta do fundo americano, que ainda irá ao mercado para conseguir captar esse dinheiro. Segundo apurou a Máquina do Esporte, na reunião desta segunda-feira (30), o fundo brasileiro XP e a consultoria Alvarez & Marçal afirmaram aos clubes que há o interesse de investidores, até mesmo do Brasil, em entrarem de sócios na LFF. A certeza de que haverá esse dinheiro, porém, ainda não existe.

Pressa marca duelo entre as ligas


O detalhamento da proposta do Serengeti foi feito para que a LFF consiga deter o avanço da Libra, primeiro grupo de clubes que se formou e que conta atualmente com 18 associados das três divisões do futebol nacional.

A Libra, desde o ano passado, conta com uma proposta de investimento de US$ 900 milhões do fundo de investimentos Mubadala, formado pelo governo de Abu Dhabi. Para que essa sociedade ocorra, é preciso que haja a adesão de 16 clubes que estejam na Série A do Brasileirão. Atualmente, a Libra conta com 11 times da elite nacional.

Agora, os dois grupos têm se apressado para tentar conseguir adeptos e, assim, assegurar que aconteça o aporte de um fundo de investimento. A princípio, os clubes têm acordo de mídia até 2024 com o Grupo Globo para a Série A do Campeonato Brasileiro. Os direitos de transmissão da Série B desta temporada estão sendo negociados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Há a possibilidade de os acordos se estenderem por mais de dois anos, o que causaria um problema para a negociação de direitos da segunda divisão a partir de 2025.
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...oposta-de-investimento-na-liga-forte-futebol/
 
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