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Liga de clubes amplia conversa com investidores enquanto aguarda proposta.

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Aug
379
25
Atualização do Informação Acima
Nova oferta de R$ 4,2 bi por Liga é apresentada a times e gera disputa

Rodrigo Mattos

Os clubes da Série A receberão uma nova proposta por parte dos direitos da Liga do Brasileiro: as empresas LiveMode e 1190 formaram um grupo para apresentar uma proposta para assumir a parte comercial da organização em troca de um investimento inicial. As empresas acenam com investir US$ 800 milhões para a compra de 20% da liga e dizem já terem investidores garantidos para esse montante - o nome não foi dito.

Anteriormente, na sexta-feira, a empresa Codajas Sports Capital apresentou uma proposta para gerir a liga e captar R$ 5,5 bilhões para compra de direitos da Liga. Só que não foi apresentada garantia do investimento. A captação do investimento será feita pelo BTG.

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A ideia do grupo LiveMode e 1190 é já apresentar uma origem certa do dinheiro para investimento na Liga. O montante investido daria direito as empresas a ficarem com 20% dos valores dos direitos comercializados do Brasileiro por um período determinado.

Dois clubes já confirmaram que receberão indicação das duas empresas de que haverá uma proposta em breve pela Liga. Em nota, as empresas confirmaram:

“A LiveMode e a 1190 confirmam que estão apresentando aos clubes das Séries A e B uma proposta firme de investidores financeiros para viabilizar a estruturação comercial da Liga Nacional de clubes.”

A 1190 é a empresa que adquiriu os direitos internacionais do Brasileiro. Entre os seus acionistas, com uma cota minoritária, está o fundo norte-americano 777 Partners. Esse fundo negociou com o Vasco um investimento em sua futura SAF.

Já a LiveMode é a atual responsável pela negociação dos direitos do Campeonato Paulista e da Copa do Nordeste. Foi fundada por ex-executivos da WarnerMedia para prestar serviços de comercialização e transmissão a clubes e entidades de administração.
Link com a Informação:https://www.uol.com.br/esporte/fute...a-sera-apresentada-a-times-e-gera-disputa.htm
 
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Aug
379
25
XP é mais uma a se candidatar para achar investidor para Liga de Clubes
Ainda sem ter saído do papel, a liga de clubes do futebol brasileiro ganhou mais um intermediário disposto a buscar investidores para o projeto de criação de uma entidade que negocie os direitos comerciais dos Campeonatos Brasileiros das Séries A e B.

O fundo de investimentos XP foi mais um a oficialmente se mostrar disposto a achar um investidor que esteja disposto a fazer um investimento inicial para se tornar dono de uma porcentagem da liga.

Em entrevista à Folha de São Paulo, Pedro Mesquita, sócio da XP que tem tomado a frente das operações envolvendo o futebol (foi ele quem articulou as vendas das SAFs de Cruzeiro e Botafogo), afirmou que o fundo quer ser um intermediário na busca por investidores na liga.

“Nós não temos interesse em tocar a liga e não seremos parte do funcionamento da liga no futuro. O que queremos fazer é formatá-la, trazer o investidor, e que os clubes possam se estruturar. Nós não somos uma empresa que pretende ser gestora da liga”, declarou Mesquita em entrevista à Folha.

De acordo com o executivo, a XP deve ter todo o modelo da liga formatado e com investidor disposto a colocar dinheiro no projeto até o final de março.

“A gente tem interesse em fazê-la dar certo e hoje a gente conta com a credibilidade de ser uma empresa reconhecida para conseguir fechar essas pontas”, afirmou Mesquita.

A falta de garantia de que o investimento para aquisição da liga seja feito é o que travou, até agora, o anúncio da criação da entidade. Até agora, o grupo Codajas Sports Kapital (CSK) e a joint venture entre 1190 Sports e LiveMode disseram que têm interesse em achar um investidor que compre parte da liga e, ainda, gerenciem a entidade.

Os dois grupos, porém, não conseguiram, até o momento, assegurar que o investimento será feito. Esse é o primeiro dos entraves para a liga ser oficializada. O segundo é o modelo de gestão do projeto.

Até por conta disso, a proposta da XP, que foi apresentada recentemente aos clubes, ganhou força, já que ela mantém a autonomia das decisões gerenciais teoricamente nas mãos dos clubes. E, nesse cenário, o fundo de investimentos crê na profissionalização do mercado.

“A liga vai acontecer, e nós queremos ter um projeto. Hoje, eu sinto uma vontade de profissionalizar e ter a criação da liga. O perfil dos dirigentes mudou muito. Claro que, com mais clubes se tornando SAF, isso [a perspectiva de criação da liga] vai melhorar ainda mais”, disse Mesquita na entrevista à Folha.

De acordo com o executivo, o modelo adotado pela XP para ir ao mercado é o mesmo que tem sido feito na Europa. Desde que a pandemia destruiu as finanças dos clubes, as ligas decidiram vender parte de seus direitos de mídia como forma de levantar dinheiro para os clubes sem recorrer a empréstimos. Para Mesquita, o resultado recente da LaLiga, que vendeu 8% de seus direitos para o fundo de investimentos CVC, é aquele em que o Brasil deve se espelhar.

“A gente tem de vender o menor percentual possível pelo maior valor porque a liga vai valorizar muito. Todo fundo que entrar vai querer ganhar dinheiro, então temos de vender o menor percentual pelo maior valor”, disse.
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...tar-para-achar-investidor-para-liga-de-clubes
 
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Aug
379
25
La Liga assina memorando de intenção para fundar a Liga Brasileira e agenda reunião com clubes para aprovação
Com a intermediação da XP Investimentos e da Alvarez & Marsal, La Liga (a Liga Espanhola de Futebol) assinou memorando, em que garante já ter um investidor de primeiro escalão, para comprar percentual da futura Liga do Brasil e tentar inaugurar uma nova fase das disputas na América do Sul. O conhecimento e a capacidade de espalhar o Brasileirão pelos 45 escritórios internacionais, toda a tecnologia para desenvolver torneios de alta visibilidade no mundo, ajuda a Liga a transmitir credibilidade e é nisto que se aposta, para de fato se apresentar um investidor de peso.

A notícia foi originalmente da repórter Gabriela Moreira, por volta das 11 horas.

A indefinição no comando da CBF é uma das armas para tentar ampliar o apoio dos clubes.

CBF vive indefinição política após afastamento de Rogério Caboclo

A ideia é marcar reunião para apresentar o plano para os 40 clubes das Séries A e B. A data inicialmente desejada é 15 de março. Os 40 dirigentes serão convidados formalmente para se encontrarem na sede da XP, na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo.

A disputa para formatar a nova Liga Brasileira envolve três segmentos: 1. Codajás Kapital, com participação do BTG Pactual; 2. LiveMode, que participa da organização da Copa do Nordeste; 3. La Liga, com a intermediação da XP Investimentos.

O memorando não significa um contrato assinado, nem a certeza de aprovação dos clubes, nem de que o projeto avançará. Mas algo está na mesa, neste momento. Há duas semanas, um dirigente da Série A afirmou a este blog que o projeto se parece com “siri na lata.” Ou seja, muito barulho, sem sair do lugar. Pode estar andando para a frente.
Link com a Informação:https://ge.globo.com/blogs/blog-do-...genda-reuniao-com-clubes-para-aprovacao.ghtml
 
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25
Fim do impasse na CBF abre caminho para discussão sobre criação de liga
Quase nove meses depois, os clubes voltaram a se reunir na sede da CBF para discutir a criação de uma liga para organizar o Campeonato Brasileiro.

A primeira foi em 15 de junho de 2021, na esteira da crise que derrubou o então presidente Rogério Caboclo por causa de denúncias de assédio moral e sexual. A segunda foi na última segunda-feira, quando uma Assembleia Geral definiu novas regras para a próxima eleição na CBF, que terá como candidato único Ednaldo Rodrigues, atual presidente interino.

O acordo costurado foi o seguinte: os clubes aceitaram a manutenção da distribuição do peso dos votos de cada categoria nas eleições – os votos das federações têm peso 3, os votos dos clubes da Série A têm peso 2, e os da Série B têm peso 1.

Em troca, a CBF se comprometeu a apoiar a criação de uma liga. Outro ponto considerado pelos clubes como uma vitória foi a redução da cláusula de barreira: até então, quem quisesse concorrer a presidente da CBF precisava ter o apoio de oito federações e cinco clubes da Série A. Agora, bastam quatro federações e quatro clubes – que podem ser da Série A ou da Série B.

Assembleia Geral da CBF — Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Assembleia Geral da CBF — Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Como os clubes não pretendem articular uma candidatura própria, o que importa aqui é a liga.

Na avaliação de dirigentes ouvidos pela reportagem – de clubes, de federações e da própria CBF – a vitória de Ednaldo Rodrigues na guerra política que estava em curso na entidade também foi importante para fazer as conversas sobre liga avançarem. Seu rival na disputa era Gustavo Feijó, outro vice-presidente, e que sempre se posicionou frontalmente contra a criação de uma liga para organizar o Campeonato Brasileiro. Ednaldo Rodrigues pensa diferente:

– A liga está prevista nos estatutos de Fifa, Conmebol e CBF. Desde que atenda o ordenamento desportivo, respeitando calendários de CBF, Conmebol e Fifa, a CBF não vai se colocar contrária. Vai ser parceira até – afirmou em entrevista coletiva.

Link com a Informação:https://ge.globo.com/negocios-do-es...ho-para-discussao-sobre-criacao-de-liga.ghtml
 
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379
25
LaLiga quer repetir no Brasil o que fez com futebol no Equador
A disputa de diferentes grupos para tentar abocanhar uma fatia em uma possível liga de clubes do futebol brasileiro terá a presença de um novo ator na próxima terça-feira (15). O presidente da espanhola LaLiga, Javier Tebas, virá ao país para dar uma palestra a representantes de clubes no auditório do banco de investimentos XP.

Tebas é o convidado ilustre que o banco trará para tentar convencer os dirigentes a assinarem com o projeto da XP para a formatação da liga. O mandachuva do futebol espanhol contará o case da liga espanhola, que vem se transformando desde 2015, quando passou a negociar coletivamente todas as propriedades comerciais do futebol da Espanha.

Além disso, a função de Tebas será apresentar como a LaLiga poderia trabalhar em parceria com a liga brasileira para formatá-la e ajudá-la a buscar investidores internacionais. Esse modelo seria uma evolução do que a LaLiga fez em 2018 com o futebol equatoriano. À época, a liga espanhola “apadrinhou” a formatação e o lançamento da Liga Pro, que desde então tem organizado as duas primeiras divisões do futebol do Equador.

No Brasil, a ideia é fazer o mesmo movimento. A LaLiga seria consultora da liga brasileira, que por sua vez teria a XP como intermediária na busca por investidores. Entre os possíveis interessados estaria o fundo de investimentos CVC, que recentemente fez acordo para comprar parte dos direitos de mídia dos clubes da LaLiga.

Espera-se que, na reunião desta terça-feira (15), Tebas dê mais detalhes de como é a relação com o fundo e de que forma ele ajudou a equilibrar as finanças dos clubes espanhóis, que não precisaram recorrer a empréstimos para se recuperar do baque financeiro causado pela pandemia.

A chegada de Tebas e a consultoria da LaLiga são ingredientes novos na discussão sobre a formatação da liga de clubes no Brasil. Os clubes optaram por tentar primeiro buscar um investidor para, então, criar a entidade que os represente.

Inicialmente, os clubes estavam propensos a assinar com a Codajas, grupo liderado por Luis Zveiter e que tem Ricardo Fort, colunista da Máquina do Esporte, como consultor. O grupo chegou a dizer que teria US$ 1 bilhão garantidos para investir na liga, mas não conseguiu confirmar a proposta. Atualmente, o grupo se uniu ao banco de investimentos BTG para tentar buscar investidores para a liga.

Com isso, abriu-se caminho para novos postulantes ao cargo. As agências LiveMode e 1190 se uniram para tentar assumir a gestão comercial da liga, mas até agora não convenceram os clubes a assinar com elas.

A demora para uma definição provocou um racha entre os clubes. Dez clubes que estão na Série A do Brasileirão e são times de menor torcida anunciaram a criação do grupo Forte Futebol para negociar em bloco. Do outro lado, ficaram os demais clubes, que estão tentando negociar uma união para tentar, pelo menos, criar o produto para depois buscar o investidor.

Na próxima terça-feira (15), haverá um novo capítulo da novela que já se arrasta há quase um ano, quando os clubes anunciaram que formatariam a liga no Brasil representando os clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Link com a Informação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...ir-no-brasil-o-que-fez-com-futebol-no-equador
 
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Aug
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25
Ronaldo mostra força nos bastidores para organização da liga de clubes
Depois de quase três meses como dono do Cruzeiro, o ex-jogador Ronaldo começa a avançar em um outro terreno, paralelo à gestão do clube mineiro. O Fenômeno tem se tornado um dirigente articulador e influente nos bastidores, o que pode dar novos contornos à organização da liga de clubes no Brasil.

O projeto atualmente está emperrado por conta da divergência dos clubes em definir a divisão de valores para cada um deles em uma venda de parte da liga que ainda nem existe para um fundo de investimentos.

Mas Ronaldo começou a tentar ajudar a destravar o processo. Na primeira semana de março, o Fenômeno almoçou com dirigentes do Atlético-MG, maior rival cruzeirense. Oficialmente, a pauta foi o clássico entre os dois times no Campeonato Mineiro e um simbólico apelo pela paz entre as torcidas.

O encontro não deu o resultado esperado da porta para fora, já que houve briga de torcedores pré-jogo. Mas serviu para aproximar os dirigentes em projetos conjuntos, algo que antes era impensado, além de dar mais força a Ronaldo na discussão sobre a formatação da liga de clubes. O Atlético é um dos principais interlocutores dos clubes, sendo que foi apontado para ser o elo entre o grupo de dez agremiações que criou o movimento “Forte Futebol”, exigindo direitos melhores na divisão de receitas para os clubes de menor torcida.

Nesta terça-feira (15), Ronaldo dará mais uma mostra de seu poder aglutinador. Junto com o banco de investimentos XP, ele articulou a vinda ao Brasil de Javier Tebas, presidente da LaLiga, a liga que reúne os clubes da primeira e segunda divisões de futebol da Espanha.

O executivo se encontrará com os dirigentes brasileiros para contar como a união dos clubes em torno da liga representou a virada do Campeonato Espanhol. Além disso, mostrará como funciona o acordo recém-assinado com o fundo de investimentos CVC, que injetou quase € 2 bilhões na LaLiga, levando dinheiro para os clubes sem precisar recorrer a empréstimos bancários no meio da pandemia.

Com os exemplos de Tebas, a ideia é fazer os clubes se aproximarem mais da XP e do modelo que a empresa propõe para a liga. Uma entidade que terá gestão independente do investidor do projeto, mas avalizada pelo banco e sob o comando de decisão dos clubes, mais ou menos como é o modelo da LaLiga.

A expectativa, depois do encontro desta terça-feira (15), é de que os clubes paulistas e cariocas tenham maior receptividade ao projeto da XP. Os times de São Paulo e do Rio assinaram um pré-acordo com o grupo Codajas, liderado por Luiz Zveiter e que tem a consultoria de Ricardo Fort, para fechar com eles o projeto da liga. Os demais clubes, porém, ainda não assinaram com o grupo, o que hoje atravanca a formação da entidade.

Desde que assumiu o Cruzeiro, Ronaldo disse que um dos objetivos é melhorar o ambiente de gestão do futebol brasileiro. O Fenômeno, ao que tudo indica, começa a entrar também nesse campo.
Link com a Inform ação:https://maquinadoesporte.com.br/fut...bastidores-para-organizacao-de-liga-de-clubes
 
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Aug
379
25
Liga de Clubes: Política na CBF pode atrapalhar o projeto
Os clubes das Séries A e B estão reunidos em São Paulo nesta terça-feira (15) para ouvir a proposta do grupo da La Liga – Campeonato Espanhol – com o objetivo de organizar o campeonato por pontos corridos brasileiros.

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Inter foi rejeitado por dirigente da base do Palmeiras
Em paralelo aos ocorridos, existe um movimento na política da CBF que ameaça atrapalhar o bloco de times da primeira divisão. Por conta disso, há um imbróglio para que haja a definição de decisões comprometedoras para o futuro do futebol brasileiro.

Durante reunião realizada na CBF, por conta da assembleia para votação do estatuto, os clubes da Série A chegaram em um acordo para assinar regras eleitorais que tenham influência positiva sobre as federações.

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Este é o salário que Wanderson receberá no Internacional
Em troca, os clubes oferecem apoio ao campeonato e maior influência na diretoria das competições. Quando isso ocorreu, dois clubes foram favoráveis a indicar um diretor de competições caso houvesse substituição do titular, Manoel Flores.

Flamengo e Corinthians acreditam que o departamento pode ser gerido com maior foco nos times, enquanto um grupo com 13 clubes assinou uma carta com apoio a Flores. O movimento, liderado pelo Atlético-MG, tinha todos os clubes do Forte Futebol.
Formando parte do grupo Forte Futebol, estão: América-MG, Atlético-GO, Athletico-PR, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Fortaleza, Goiás e Juventude. Além dessas equipes, Internacional e Fluminense também assinaram a carta.

Liga de Clubes prejudicada? A influência da política da CBF sobre as competições
As decisões do departamento tem uma influência grande sobre a disputa da competição, por esse motivo os clubes debatem a definição com força. No final do ano passado, por exemplo, o setor de competições preferiu não alterar datas de jogos da reta final do Brasileirão marcados na data Fifa (contrariando a promessa da CBF).

Link com a Informação:https://portaldocolorado.com.br/liga-de-clubes-politica-na-cbf-pode-atrapalhar/
 
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XP e Alvarez & Marsal avaliam ‘La Liga’ brasileira em US$ 10 bi
Em um momento de enfraquecimento da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, que vive uma crise institucional após o afastamento de seu então presidente Rogério Caboclo, os clubes de futebol brasileiros se articulam para assumir o protagonismo. Um evento realizado nesta terça-feira, 15, no restaurante Cubo JK, instalado no shopping JK Iguatemi, na região nobre de São Paulo, reuniu dirigentes de times das séries A e B para discutir um novo modelo de gestão para o Campeonato Brasileiro. Representantes dos clubes ouviram atentamente executivos da consultoria Alvarez & Marsal, do banco de investimentos XP Inc e Javier Tebas, presidente da LaLiga, a liga de futebol da Espanha, que apresentaram uma proposta para a organização dos campeonatos nacionais a partir de 2024.

O projeto apresentado aos dirigentes avalia as duas principais divisões do certame nacional em 10 bilhões de dólares (algo acima de 50 bilhões de reais, nos valores de hoje), sendo que o objetivo seria vender o “produto” em fatias. “Nós seremos apenas os estruturadores e estamos conversando com investidores que têm esse tipo de interesse. Vamos vender uma porcentagem mínima para começar, entre 10% e 20%”, afirma Pedro Mesquita, chefe do banco de investimentos da XP. “A gente acha que a liga do Brasil, dentro do formato que estamos propondo, parte de um valor mínimo de 10 bilhões de dólares em avaliação.”

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Pela proposta, a LaLiga prestaria uma consultoria esportiva para a transição do modelo de gestão no Brasil. Enquanto isso, a XP seria encarregada de auxiliar na parte financeira, e a Alvarez & Marsal auxiliaria na estruturação de um sistema de compliance e governança. Pretende-se, com o projeto, que os clubes se unam para discutir direitos televisivos, por exemplo. “A gente vai entrar com a expertise que adquirimos nesse setor. Nós já fizemos duas transações importantes, como as SAFs de Cruzeiro e Botafogo, e anunciamos ontem a transação do Coritiba. A nossa intenção é trazer credibilidade para o processo”, diz Mesquita.

O executivo se mostra confiante de conseguir “fazer a cabeça” dos dirigentes dos clubes. A proposta apresentada nesta terça-feira (LaLiga, XP e A&M) é a terceira que chega às mãos dos dirigentes. No início do ano, a Codajás Sports Kapital apresentou uma alternativa em conjunto com o banco BTG, que inclusive rendeu assinaturas de pré-acordo com alguns clubes. Outra proposta foi feita pela LiveMode e pela 1190. “Nós recomendamos que os clubes se unam, que façam uma espécie de licitação para escolher o melhor projeto, e estamos muito confiantes de que o nosso será o vencedor”, afirma Mesquita.

Sem abrir detalhes, Mesquita afirma que há conversas encaminhadas com possíveis compradores para a nova liga e que “estamos no momento mais importante da história do futebol brasileiro”. Ele diz, ainda, que a CBF não deve se opor ao negócio. “A CBF entende que esse é um caminho sem volta. A necessidade de profissionalização dos clubes e do campeonato é enorme. A CBF, pela primeira vez, está de acordo com isso.”

Parte importante no negócio será a forma como os direitos de transmissão serão negociados. Pelo modelo vigente, a negociação dos direitos de cada clube se dá de forma individual. A proposta, no entanto, é fazer algo semelhante à LaLiga. Durante o evento, Tebas detalhou que, na Espanha, 50% da receita televisiva é partilhada igualmente, já outros 25% de acordo com a performance na temporada anterior, e os outros 25% levam em consideração a exposição e o potencial de audiência do produto.

Link com a Informação:https://veja.abril.com.br/economia/xp-e-alvarez-marsal-avaliam-la-liga-brasileira-em-us-10-bi/
 
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Unanimidade!? Novo presidente da CBF é aclamado por clubes por promessa de apoio à Liga em momento chave
O futebol brasileiro é mesmo surpreendente. Marco Polo Del Nero deveria ter sido capa da Veja, quando chegou à presidência da CBF, depois de ter tomado o posto de Eduardo José Farah, na Federação Paulista, e de Ricardo Teixeira, na Confederação Brasileira de Futebol. As mais importantes capitanias hereditárias do futebol brasileiro foram entregues a um mesmo donatário, no caso o vice-presidente da FPF e da CBF.

Naquele tempo, Ednaldo Rodrigues era presidente da Federação Bahiana de Futebol, que comandou entre 2001 e 2018. Com as acusações de assédio a Rogério Caboclo, Ednaldo Rodrigues sempre disse que concorreria à presidência da CBF. Foi eleito por unanimidade na manhã desta quarta-feira (23). Só não votaram em Ednaldo a Ponte Preta, porque seu representante pretendia votar com a cópia de uma procuração, e a Federação Alagoana, porque seu senhor, Gustavo Feijó, pretendia ocupar a cadeira.

É incrível! Num tempo de polarização sobre quase qualquer assunto, o futebol seja um lugar raro em que todos os clubes e federações votem igualmente no mesmo candidato. Isto poderia significar um projeto comum para o futebol brasileiro. Não é.

Os clubes votam com o compromisso de aprovação da nova Liga de Futebol. Bom ponto. Mas a criação da Liga ainda precisa de uma unidade dos clubes que nunca surgiu por causa das discussões sobre assuntos como divisão dos direitos de TV.
Link com a Informação:https://ge.globo.com/blogs/blog-do-...omessa-de-apoio-a-liga-em-momento-chave.ghtml
 
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Ednaldo Rodrigues promete modernizar futebol brasileiro e ajudar na criação da liga de clubes
Em suas primeiras palavras após ser eleito presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues também se mostrou atento a buscar melhorias no futebol nacional. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, na sede da entidade, logo após a Assembleia Geral, o ex-dirigente da Federação Bahiana afirmou.

  • Sabemos de todas as demandas do futebol brasileiro. Apenas como presidente eleito, como mandato pelos próximos quatro anos, seremos o instrumento para que a transformação do futebol brasileiro possa acontecer. E elas serão colocadas pelos clubes com as federações e por toda a sociedade, enquanto tudo onde estiver ao alcance da CBF, ela vai realizar para o futebol brasileiro - disse.
Em seguida, o dirigente destacou a maneira como o pleito transcorreu.

  • Houve uma democracia plena. Pela primeira vez, tivemos todos os clubes da Série A, os 20 clubes. Dos 20 clubes da Série B, apenas um detalhe da Ponte Preta (o voto da Macaca foi invalidado) porque a procuração não estava com firma reconhecida. E das 27 federações, sendo que das 26, uma chegou atrasada, que foi a Alagoana. Aqui sempre vai haver compromissos com todas as demandas do futebol - disse.
Ednaldo também falou sobre a possibilidade de criação de uma liga de futebol organizada exclusivamente pelos clubes.

 
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Liga de Clubes do Brasil vive racha que isola Flamengo e times paulistas de negociações e vê lançamento mais distante
10 meses depois de anunciarem uma “ruptura” com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para a criação de uma liga independente que representasse as Séries A e B do Campeonato Brasileiro, os clubes estão rachados, a ponto de os times do Estado de São Paulo e o Flamengo ficarem isolados, e a proposta de lançamento da liga parece um sonho distante.

Atualmente, não existe unanimidade entre os dirigentes que permita, pelo menos, o registro da nova associação, mesmo que ela ainda não tenha qualquer acordo comercial ou competição para serem gerenciados.

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Um novo ingrediente dessa briga veio à tona nesta última semana, quando pelo menos 12 dos 20 clubes que disputarão a Série A em 2022 decidiram se unir para assinar um novo acordo comercial válido para esta edição do campeonato.

Foi o movimento que mais evidenciou o distanciamento que existe hoje entre os dirigentes e que começou a ficar claro em fevereiro, quando foi anunciada a criação do movimento “Forte Futebol”, grupo que reunia 10 equipes: América-MG, Athletico-PR, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Goiás e Juventude.

Na última quarta-feira (30), nove times do movimento, além de Atlético-MG e Fluminense, comunicaram para a agência Sport Promotion que não manterão com ela o contrato para exploração da venda de publicidade estática (as placas de publicidade ao redor do gramado) do Brasileirão, que começa na próxima semana.

Os clubes se uniram ao Athletico-PR, único dos 20 times da Série A que não tem contrato com a agência, e decidiram aceitar a proposta da Brax, uma agência nova no mercado e que oferece duas condições para fechar um acordo válido por três anos: o dobro do valor pago atualmente pela Sport Promotion e a garantia de que todos os clubes terão sempre a mesma divisão de receita, sem privilégio a qualquer equipe.

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1:52
Presidente do Fortaleza diz que grupo Futebol Forte foi criado para ‘proteger’ clubes que o integram em discussão sobre Liga no Brasil e diz por que a CBF não foi procuradaMarcelo Paz deu entrevista exclusiva à ESPN
De acordo com mais de um dirigente ouvido pela reportagem, mas que pediu anonimato para passar as informações, a isonomia na divisão de receitas foi o fator que mais pesou para a migração de agência. E é isso o que mais tem feito novos clubes aderirem ao “Forte Futebol”, mesmo que ainda de forma não-oficial.

Anunciado em fevereiro, o movimento já conseguiu trazer para mais perto dele Atlético e Fluminense, e isolou cada vez mais os cinco clubes paulistas (Corinthians, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo) e o Flamengo, que são favoráveis à criação da liga sem ter uma equidade na divisão de receitas.

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1:08
Presidente do Fortaleza, sobre papel do grupo ‘Futebol Forte’ para criação de Liga no Brasil: ’Existem dez clubes que vão decidir em conjunto’Marcelo Paz deu entrevista exclusiva à ESPN
O curioso, porém, é que a discussão sobre a divisão da verba se refere à entrada de um investidor na liga antes mesmo de ela ter um ativo para ser negociado. Até agora, três grupos diferentes se apresentaram como potenciais “sócios” para a nova competição. Todos eles, porém, não conseguiram fechar com todos os clubes.

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Essa negociação tem se arrastado desde pelo menos julho de 2021, um mês após os clubes anunciarem que criariam a liga, mesmo se fosse à revelia da CBF. Desde então, o grupo CSK (Codajas Sports Kapital) tem conversado com os dirigentes, inicialmente com exclusividade por ter uma carta de intenções de investimento, e posteriormente com concorrentes, já que não conseguiu garantir que o aporte seria feito.

Hoje, além do CSK, uma joint-venture formada pelas agências 1190 Sports e LiveMode e outro grupo liderado pelo fundo de investimentos XP conversam com os dirigentes para tentar levar um investidor para a liga. Agora, porém, a questão é saber como as pontas conseguirão ser amarradas dentro dos próprios clubes.

Se, em fevereiro, 10 clubes tinham anunciado uma união em torno dos mesmos princípios, agora a tendência é de que o grupo tenha, pelo menos, 13 times, com a adesão cada vez mais próxima do Inter ao “Forte Futebol”.

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O Botafogo, que começa a transição para a entrada de John Textor, é quem ainda tem um futuro indefinido, mas a crença entre os dirigentes é de que o investidor americano queira um modelo de divisão de receitas próximo ao que é implementado na Premier League (ele também é dono do Crystal Palace) e das grandes ligas esportivas americanas. Neles, não há distinção da divisão de receitas pelo “tamanho” dos clubes.

Cada vez mais próxima de completar seu primeiro ano de vida, a novela de criação da Liga de Clubes parece ainda longe de um final feliz. E o racha entre os clubes aparentemente é um caminho sem volta.
Link com a Informação:https://www.espn.com.br/futebol/art...istas-negociacoes-ve-lancamento-mais-distante
 
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Libra é criada com apenas oito clubes e terá novo debate na próxima semana
Como antecipado pela Máquina do Esporte, uma reunião em São Paulo, na manhã desta terça-feira (3), oficializou a criação da Libra, empresa que será responsável, em tese, pela organização da Liga de Clubes brasileiros.

No entanto, apenas seis clubes da Série A do Brasileirão assinaram o acordo com a Codajas Sports Kapital (CSK), grupo liderado pelo advogado Flavio Zveiter e que tem o banco BTG como captador de investidores para a liga: os cinco paulistas (Corinthians, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo) e o Flamengo. O Cruzeiro e a Ponte Preta, que atualmente disputam a Série B, também assinaram.

A definição dos outros 14 times envolvidos (os dez que fazem parte do movimento Forte Futebol mais Atlético-MG, Botafogo, Fluminense e Internacional) e ainda de 18 dos 20 clubes que disputam a Série B (as únicas exceções são Cruzeiro e Ponte Preta) ficou para a semana que vem, mais especificamente para quinta-feira (12), data em que ocorrerá uma reunião na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Até lá, todos pretendem estudar o estatuto da Libra para determinar qual atitude será tomada por cada um.

A Máquina do Esporte apurou que a forma como aconteceu a reunião desta terça-feira (3) não foi bem digerida pelos não assinantes. Eles querem mudar o modelo de divisão de receitas, o que, segundo eles, abriria caminho para o negócio aumentar. No caso do Athletico-PR, também há uma forte oposição à presença da Codajas e, em especial, de Flavio Zveiter.

“Para os nossos 14 clubes, não consideramos [que a liga está criada]. Fomos surpreendidos com a pauta da reunião. A intenção seria uma conversa entre os clubes para ajustar. Aí vieram com os estatutos prontos, que os seis assinariam, e quem quisesse assinar também, que ficasse à vontade. Eu nem estudei o estatuto”, afirmou Mário Celso Petraglia, presidente do Athletico-PR.

“Fizemos uma reunião logo após o encontro [da Libra] para estudar os estatutos, ver até que ponto eles são vinculantes aos princípios que ali estavam e se não haverá espaço para ser modificado”, completou o dirigente, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Já do lado dos seis que assinaram com a Codajas há otimismo quanto ao rumo que a Libra tomará a partir da reunião na semana que vem.

“A constituição da liga foi realizada hoje. Não tem como se olhar para trás, só para frente. Alguns clubes não se sentiram à vontade para assinar hoje, mas acredito que até a quinta-feira que vem tudo estará resolvido”, disse Leila Pereira, presidente do Palmeiras.

“Os 40 clubes são a favor da criação da liga. A maioria não assinou por motivos burocráticos, como a necessidade de se conseguir a aprovação nos seus conselhos antes e coisas do tipo. Agora, é só acertar as arestas e dia 12, com certeza, será uma grande festa na CBF”, reiterou Andrés Rueda, presidente do Santos.
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EXCLUSIVO: Libra quer times grandes ganhando, no máximo, 3,5 vezes mais do que os menores
Fundada nesta terça-feira (3) com a adesão de apenas 8 de 40 clubes possíveis, a Libra, entidade que em tese representaria os times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro e organizaria as duas competições, promete reduzir para 3,5 vezes a diferença entre o faturamento dos times de maior torcida com relação àqueles de menor tamanho.

Pelo menos é isso o que prometem os seis clubes que articularam a fundação da empresa: Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo. A proposta de divisão da receita arrecadada pela liga faz parte do anexo do documento entregue na reunião desta terça-feira (3) pelos seis clubes e pela Codajas Sports Kapital (CSK), empresa que montou o projeto de estruturação da Libra.

A ideia é que os times mais bem-remunerados, que seriam Corinthians e Flamengo, recebam, no máximo, 3,5 vezes mais do que aqueles que estão na parte mais baixa da tabela. Atualmente, a proporção é de 1 para 9, de acordo com alguns clubes ouvidos pela reportagem da Máquina do Esporte.

“Fizemos uma reunião após o encontro para estudar os estatutos e ver até que ponto eles são vinculantes aos princípios deles [fundadores da Libra] e se não haverá espaço para algo ser conversado. Mas ficou muito ruim, foi desconfortável. A prepotência dos considerados grandes durante o encontro foi grande”, disse Mário Celso Petraglia, presidente do Athletico-PR, em conversa com a Máquina do Esporte.

Petraglia foi o maior opositor à assinatura do acordo para a criação da Libra. Principal líder do movimento Forte Futebol, o dirigente conseguiu unir os demais clubes em torno de seus questionamentos.

“Ficou um clima de desencontro. Fomos para uma coisa [discutir a divisão de receitas de uma liga], mas eles queriam que procedêssemos de outra forma. A gente pediu que deixássemos os 20 clubes para assinar o estatuto na próxima semana em reunião na CBF, mas eles saíram de lá com a liga formada”, argumentou Petraglia.

O impasse sobre a divisão de receitas é o maior entrave para a formação da liga. Os articuladores da Libra acreditavam que, ao documentar que Corinthians e Flamengo querem reduzir a diferença de ganhos entre os clubes, os dirigentes adeririam ao projeto.

O problema é que a proporção sugerida pela Libra é muito similar à que havia de diferença dos clubes com maior receita daqueles de menor receita e que faziam parte do Clube dos 13, entidade que representava 19 clubes, em diferentes divisões do futebol nacional. O C13 foi implodido em 2010 pelos mesmos Corinthians e Flamengo, após a entidade montar um projeto multiplataforma de transmissão de jogos que prometia reduzir a possibilidade de venda exclusiva dos direitos a um grupo de mídia.

Desde então, os clubes negociam seus contratos para o Campeonato Brasileiro individualmente, o que criou essa diferença de arrecadação entre eles e foi a mola propulsora para se buscar uma união. Em junho do ano passado, os clubes se rebelaram contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e anunciaram que criariam uma liga, mas desde então têm tido dificuldade em chegar a um consenso de como será a divisão da receita entre eles.

A baixa adesão dos clubes à Libra (além do Flamengo e das equipes paulistas, apenas Cruzeiro e Ponte Preta, que hoje estão na Série B, assinaram o documento para serem sócios da empresa) após a reunião desta terça-feira (3) deixou mais dúvidas do que certezas sobre o futuro da organização.

Os 14 clubes da Série A que se recusaram a aderir à Libra prometeram, em nota divulgada na noite da mesma terça-feira (3), que estudarão nos próximos dias os estatutos propostos pela liga e de que forma poderiam aderir a ela.

No próximo dia 12 (quinta-feira), os clubes se reunirão na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A ideia original era de que, ali, a principal entidade do futebol brasileiro desse sua “bênção” para a formação da liga. Possivelmente, no entanto, o encontro servirá para se discutir um pouco mais sobre a real possibilidade da liga finalmente sair do papel.
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