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Saiu ontem no diário oficial
RBI TV agora é afiliada à TV Brasil.
 
Aos amigos do fórum, eu pergunto: Qual a necessidade de manter o sinal da TV Brasil em duas frequências ao mesmo tempo: 1.1 e 1.2? Não seria muito mais lógico migrar o Canal Educação para o 1.2 e o Canal Saúde para o 1.3? Talvez, até mesmo, uma eventual parceria com a Sesc TV?
A TV Brasil 2 (antiga NBR) que fica no canal 1.2 serve apenas para transmissão dos eventos nos quais o presidente participa, cumprindo a mesma função que a NBR tinha de TV estatal. O governo atual decidiu acabar com toda a programação da NBR como contenção de gastos, daí adotaram esse modelo de espelho da programação, só com as inserções das atividades do governo federal.
 
Aos amigos do fórum, eu pergunto: Qual a necessidade de manter o sinal da TV Brasil em duas frequências ao mesmo tempo: 1.1 e 1.2? Não seria muito mais lógico migrar o Canal Educação para o 1.2 e o Canal Saúde para o 1.3? Talvez, até mesmo, uma eventual parceria com a Sesc TV?
Em janeiro devemos ter mudança de governo e quem sabe usem o 1.2 pra alguma programação distinta como foi antes. Vamos aguardar.
 
Já faz alguns dias que o subcanal 53.2 está sem transmissão. Será que será desativado? No momento temos 3 subs sem transmissão: além do 53.2, temos o 33.3 e o 52.2 nesta situação. Lamentável.
 
Aos amigos do fórum, eu pergunto: Qual a necessidade de manter o sinal da TV Brasil em duas frequências ao mesmo tempo: 1.1 e 1.2? Não seria muito mais lógico migrar o Canal Educação para o 1.2 e o Canal Saúde para o 1.3? Talvez, até mesmo, uma eventual parceria com a Sesc TV?
A TV Brasil 2 (antiga NBR) que fica no canal 1.2 serve apenas para transmissão dos eventos nos quais o presidente participa, cumprindo a mesma função que a NBR tinha de TV estatal. O governo atual decidiu acabar com toda a programação da NBR como contenção de gastos, daí adotaram esse modelo de espelho da programação, só com as inserções das atividades do governo federal.
É verdade. A NBR TV em governos passados (começa na época do Fernando Henrique Cardoso em 1998) que começou aos poucos a gastar absurdos pra fazerem transmissões ao principal Chefe Executivo do nosso país e no exterior, além de exibir programações de outras emissoras comerciais e educativas. A emissora perdeu relevância quando passou ser uma mera promovedora de imagem pessoal (isso na época da Dilma Rousseff com baixíssima popularidade) e baixa cobertura (os governos passados deram mais atenção à TV Brasil do que a NBR e a Rádio Nacional). Foi só Jair Bolsonaro chegar e as coisas mudarem, o pessoal passarem a reclamar, dando palpite ao canal que provavelmente pouco ou nunca viram na vida (que seria extinto em questão de meses), inclusive não via a NBR por falta de tempo e a programação era instável. Por outro lado, por incrível que pareça, o canal voltou ser relevante após ser ignorado pelas emissoras comerciais, já que estão exibindo marca d'água "TV BRASIL 2".
Em janeiro devemos ter mudança de governo e quem sabe usem o 1.2 pra alguma programação distinta como foi antes. Vamos aguardar.
Prefere o canal volte ser irrelevante como era antes?
Parece que aqui tem torcida pra que volte o passado.
 

Sobre as empresas do Edir Macedo, as chances da IURD e da Record serem expulsas em definitivo são grandes.

Já o SBT seria uma boa a Série B e o Carioca tem uma boa possibilidade por conta que a FERJ ainda tá em pé de guerra com a Globo e fora as constantes críticas na qualidade da transmissão da Record.
 

Sobre as empresas do Edir Macedo, as chances da IURD e da Record serem expulsas em definitivo são grandes.
Isso aconteceu com a Igreja Maná (fundada em 1984) pelo português Jorge Tadeu. A igreja originada em Portugal foi proibida em Angola em 2008 depois de diversas controvérsias envolvendo práticas questionáveis tanto a igreja e seus líderes (podem usarem seus dedinhos de Eliana para pesquisarem e terão uma surpresa desagradável).
O mais estranho é que a Globo por muitos anos atacou a Igreja Universal e Edir Macedo pra frear o crescimento da igreja evangélica e o fato dele ser dono da Record não está mais falando deste assunto (juntamente a imprensa brasileira) e outros desde 2010 é muito suspeito.
 
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