HDTV em Curitiba - Paraná

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Eu sempre fui contra esses negócios de exclusividade, acho que cada um deveria ter o direito de assistir onde quiser e no canal que quiser, pois cada um se identifica com o narrador, ou qualquer coisa relacionada a recursos que a emissora pode oferecer. O SBT esse ano foi um grande acontecimento, terem conseguido contratar o Galvão pra narrar os jogos foi golpe de mestre. Tem quem deteste o Galvão mas tem muito mais quem goste dele. Se o SBT for esperto e tiver cacife pra bancar esses tipos de transmissão continuar a parceria com a NSports, seria perfeito. Em relação a Globo, ela sempre teve uma qualidade a mais, mas ela com o passar dos anos não tem tido mais o mesmo poder que tinha a anos atrás, visto que os tempos são outros, em época de streaming não tem porque ficar limitado a uma emissora de televisão. As pessoas estão optando pela internet, pois é muito mais acessível , apesar do delay e tudo mais. A internet também tem entregado uma melhor qualidade de som e imagem. Eu mesmo assisti o jogo da Argentina pela Caze TV e me surpreendi com a qualidade de imagem e som, coisa que a TV Aberta ainda não entrega. Creio que pra próxima copa a Globo vai querer investir pesado e principalmente na DTV+ acelerar a implantação, pra atrair o público do streaming. Mas claro, sabe-se lá o que estão planejando, creio que para a próxima copa, vai ser uma briga e tanto, ainda mais sabendo que a copa vai ser divida em diversos países
Tbem sou contra monopólio,tanto estatal quanto privado. Nos meios de comunicação, as pessoas tem o direito de escolher aonde quer ouvir ou assistir algum evento. Por isso sempre bato na tecla na urgência de abertura de 100% do capital estrangeiro para a radiodifusão, pois assim teriam melhores condições de competirem com os streamings.
 
Com tantos canais aberto e controle na mão ✋

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No Tv Mundial 21.1 21.2 Conexão Tv 21.3 e Mundial 3 21.4.


 
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Então está em teste. Estreia 1º/8/26
 
Que coisa desnecessária esses subcanais da Rede Mundial com a mesma programação. O novo canal Conexão TV Paraná até vai, mas e os outros? Enquanto isso, não temos nem TV Cultura, nem TV Brasil por aqui, que poderiam estar nesses subcanais. Ah, é claro, elas não dão lucro fácil às custas dos ingênuos que acreditam até em Papai Noel. Então, corremos o risco de todos os subcanais dos canais principais serem arrendados para essas emissoras "religiosas". TV aberta, se algum dia foi boa, acabou. A crítica é só para deixar claro que há pessoas atentas a essas bizarrices. Pena que não podemos evitar. Sim, dá para não assistir, mas para quem gosta de TV, como nós que comentamos aqui no fórum, chega a ser uma ofensa essa podridão que existe atualmente.
 
Que coisa desnecessária esses subcanais da Rede Mundial com a mesma programação. O novo canal Conexão TV Paraná até vai, mas e os outros? Enquanto isso, não temos nem TV Cultura, nem TV Brasil por aqui, que poderiam estar nesses subcanais. Ah, é claro, elas não dão lucro fácil às custas dos ingênuos que acreditam até em Papai Noel. Então, corremos o risco de todos os subcanais dos canais principais serem arrendados para essas emissoras "religiosas". TV aberta, se algum dia foi boa, acabou. A crítica é só para deixar claro que há pessoas atentas a essas bizarrices. Pena que não podemos evitar. Sim, dá para não assistir, mas para quem gosta de TV, como nós que comentamos aqui no fórum, chega a ser uma ofensa essa podridão que existe atualmente.

É assim que muitas emissoras conseguem manter a operação: o arrendamento de horários ajuda a financiar a estrutura e, em muitos casos, fortalece a viabilidade do canal principal.

Na prática, emissoras educativas raramente conseguem se sustentar apenas com sua finalidade institucional. Elas dependem de verbas públicas, apoios, parcerias ou outras fontes de receita. Se há interesse em ampliar a cobertura da TV Brasil em determinada região, uma alternativa é que universidades, fundações ou outras instituições habilitadas solicitem a retransmissão, como já aconteceu em diversas cidades. Até do Paraná, a Unioeste solicitou e em menos de 1 ano já está com sinal ativo na região oeste. Aliás a própria EBC já deu entrada e tá autorizada, ela quer primeiro ir pro interior.
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Fonte: Line-up

A RBI não tem sinal disponível?
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Fonte: Line-up

Também não vejo problema na existência de canais ou sub-canais religiosos dentro da multiprogramação. Trata-se, acima de tudo, de um modelo de negócio. Enquanto houver demanda e viabilidade econômica, esse espaço continuará existindo. A própria Anatel permite esse modelo dentro das regras vigentes, então dificilmente isso mudará apenas por causa das reclamações. A multiprogramação ainda está em fase de expansão, e o mercado deve amadurecer com o tempo. Há espaço para emissoras locais, canais independentes e até projetos originados na internet ocuparem esses subcanais, mas isso exige investimento, planejamento e, principalmente, sustentabilidade financeira, coisa que só igrejas hoje estão dispostas a investir.

Chega num grande banco, empresas grandes regionais os caras fecham as portas, para investimentos robustos, o que sobra? Igrejas!

Além disso, o problema não é necessariamente um canal ser religioso. Existem diversos canais não religiosos que passam o dia inteiro reprisando o mesmo catálogo de filmes e séries de qualidade duvidosa, muitas vezes licenciados pelos mesmos distribuidores. Basta trocar de canal para encontrar exatamente os mesmos conteúdos repetidos inúmeras vezes. Isso, por si só, também não agrega diversidade nem qualidade à televisão aberta.

Ou seja, se a ideia for apenas criar novos canais com uma grade praticamente idêntica à de outras emissoras, baseada nas mesmas séries e filmes exibidos há décadas, pouco muda para o telespectador. Não faz diferença aumentar a quantidade de canais se o conteúdo continua sendo praticamente o mesmo. A multiprogramação tem potencial para ampliar a diversidade da TV aberta, mas isso só acontece quando surgem propostas realmente diferentes, e não apenas mais do mesmo.

Particularmente, não assisto a canais religiosos, mas também não vejo motivo para ser contra sua existência. Se esse segmento gera receita suficiente para manter uma emissora funcionando, é natural que muitas empresas optem por esse caminho. Se outro tipo de conteúdo fosse mais rentável, provavelmente seria ele o escolhido. No fim das contas, essa decisão é muito mais econômica do que ideológica.

Com a possibilidade de arrendar subcanais, talvez muitas emissoras consigam concentrar esse tipo de programação neles e utilizar o canal principal para investir em conteúdos próprios, jornalismo, entretenimento ou produções regionais. Isso pode até representar um equilíbrio interessante entre sustentabilidade financeira e diversidade de programação.

A multiprogramação ainda está dando seus primeiros passos. Vale a pena acompanhar sua evolução antes de concluir que ela será positiva ou negativa. Inclusive, confesso que a ideia é interessante: se surgir uma boa oportunidade, até eu cogitaria arrendar um subcanal. 😄
 
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Com a possibilidade de arrendar subcanais, talvez muitas emissoras consigam concentrar esse tipo de programação neles e utilizar o canal principal para investir em conteúdos próprios, jornalismo, entretenimento ou produções regionais. Isso pode até representar um equilíbrio interessante entre sustentabilidade financeira e diversidade de programação.
Espero que o canal principal, então, se fortaleça para uma programação generalista. A Record também, ao menos em São Paulo, já está com seu subcanal 7.2 ativo, por enquanto com a programação principal. Quem sabe se tiram a programação da igreja do principal, deixando o subcanal para a IURD. Se ela fizer isso na matriz, quem sabe as afiliadas sigam o modelo. A conferir.
 
É assim que muitas emissoras conseguem manter a operação: o arrendamento de horários ajuda a financiar a estrutura e, em muitos casos, fortalece a viabilidade do canal principal.

Na prática, emissoras educativas raramente conseguem se sustentar apenas com sua finalidade institucional. Elas dependem de verbas públicas, apoios, parcerias ou outras fontes de receita. Se há interesse em ampliar a cobertura da TV Brasil em determinada região, uma alternativa é que universidades, fundações ou outras instituições habilitadas solicitem a retransmissão, como já aconteceu em diversas cidades. Até do Paraná, a Unioeste solicitou e em menos de 1 ano já está com sinal ativo na região oeste. Aliás a própria EBC já deu entrada e tá autorizada, ela quer primeiro ir pro interior.
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Fonte: Line-up

A RBI não tem sinal disponível?
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Fonte: Line-up

Também não vejo problema na existência de canais ou sub-canais religiosos dentro da multiprogramação. Trata-se, acima de tudo, de um modelo de negócio. Enquanto houver demanda e viabilidade econômica, esse espaço continuará existindo. A própria Anatel permite esse modelo dentro das regras vigentes, então dificilmente isso mudará apenas por causa das reclamações. A multiprogramação ainda está em fase de expansão, e o mercado deve amadurecer com o tempo. Há espaço para emissoras locais, canais independentes e até projetos originados na internet ocuparem esses subcanais, mas isso exige investimento, planejamento e, principalmente, sustentabilidade financeira, coisa que só igrejas hoje estão dispostas a investir.

Chega num grande banco, empresas grandes regionais os caras fecham as portas, para investimentos robustos, o que sobra? Igrejas!

Além disso, o problema não é necessariamente um canal ser religioso. Existem diversos canais não religiosos que passam o dia inteiro reprisando o mesmo catálogo de filmes e séries de qualidade duvidosa, muitas vezes licenciados pelos mesmos distribuidores. Basta trocar de canal para encontrar exatamente os mesmos conteúdos repetidos inúmeras vezes. Isso, por si só, também não agrega diversidade nem qualidade à televisão aberta.

Ou seja, se a ideia for apenas criar novos canais com uma grade praticamente idêntica à de outras emissoras, baseada nas mesmas séries e filmes exibidos há décadas, pouco muda para o telespectador. Não faz diferença aumentar a quantidade de canais se o conteúdo continua sendo praticamente o mesmo. A multiprogramação tem potencial para ampliar a diversidade da TV aberta, mas isso só acontece quando surgem propostas realmente diferentes, e não apenas mais do mesmo.

Particularmente, não assisto a canais religiosos, mas também não vejo motivo para ser contra sua existência. Se esse segmento gera receita suficiente para manter uma emissora funcionando, é natural que muitas empresas optem por esse caminho. Se outro tipo de conteúdo fosse mais rentável, provavelmente seria ele o escolhido. No fim das contas, essa decisão é muito mais econômica do que ideológica.

Com a possibilidade de arrendar subcanais, talvez muitas emissoras consigam concentrar esse tipo de programação neles e utilizar o canal principal para investir em conteúdos próprios, jornalismo, entretenimento ou produções regionais. Isso pode até representar um equilíbrio interessante entre sustentabilidade financeira e diversidade de programação.

A multiprogramação ainda está dando seus primeiros passos. Vale a pena acompanhar sua evolução antes de concluir que ela será positiva ou negativa. Inclusive, confesso que a ideia é interessante: se surgir uma boa oportunidade, até eu cogitaria arrendar um subcanal. 😄

Perfeito, isso mesmo.

Conversando com um amigo " da área" dias atrás a respeito das tais educativas, afirmou que é bem complicado manter uma nos dias atuais. " Educativa ? Só se for para o segmento religioso" foi o que ouvi.
E que tem gente tirando $$$ do próprio bolso para tentar manter-se no ar.
Mas, parece que existam exceções, felizmente.

Conhece a Santa Cecília TV ?
Dê uma espiada lá naquela emissora.
 
Perfeito, isso mesmo.

Conversando com um amigo " da área" dias atrás a respeito das tais educativas, afirmou que é bem complicado manter uma nos dias atuais. " Educativa ? Só se for para o segmento religioso" foi o que ouvi.
E que tem gente tirando $$$ do próprio bolso para tentar manter-se no ar.
Mas, parece que existam exceções, felizmente.

Conhece a Santa Cecília TV ?
Dê uma espiada lá naquela emissora.

Tem emissora educativa fazendo até coisa pior, mas deixa pra lá...

Se a emissora não tiver uma fundação sólida em que ela já atue em alguma área e a TV é um complemento, fica difícil e com uma estrutura capaz de captar recursos por diferentes meios, seja por doações, editais, convênios, incentivos públicos ou apoio da iniciativa privada, fica muito difícil manter a operação. Também é importante ter um departamento jurídico dedicado à captação de incentivos fiscais, parcerias e outros mecanismos de financiamento.

Existem diversas emissoras educativas que sobrevivem alugando horários para produtores independentes. Com isso, conseguem pagar os custos de transmissão, manter uma equipe mínima no controle mestre e continuar no ar. Algumas também alugam seus estúdios, principalmente em períodos eleitorais, quando a demanda aumenta. Em muitas regiões, elas são praticamente a única estrutura disponível para produções audiovisuais.

Na minha opinião, o modelo deveria ser diferente. Em vez de simplesmente proibir a publicidade comercial, a legislação poderia estabelecer limites de potência ou de área de cobertura. Uma rádio comunitária, por exemplo, poderia continuar restrita a uma potência reduzida e alcance local. Da mesma forma, uma TV educativa poderia ter limites técnicos compatíveis com sua finalidade pública, mas sem impedir que comercialize espaços publicitários de forma regulamentada. Mas também com 25watts não da de fazer nada, teria que ser ao menos uns 150watts a 1kW no máximo dependendo do tamanho da cidade para rádio. Já para TV não sei, pois tem educativas com 150Watts mas talvez pela antena ou na falta de um modulador e tal, sei lá, o sinal é fraco e baixo, então talvez uns 300Watts até 1kW também de potência máxima, começa pequeno e vai pedindo aumento de potência e repetidoras limitadas a microregião de atuação a partir do município polo.

Afinal, qual seria o problema de permitir publicidade em uma emissora cujo alcance já é naturalmente limitado por regras técnicas? Muitos empresários não buscam apenas incentivos fiscais. Eles também querem apoiar projetos locais e divulgar suas marcas, promoção de mercado e lojas. Hoje, mesmo quando existe interesse e verba para isso, as restrições acabam desestimulando esse apoio, pois qualquer iniciativa pode gerar questionamentos ou denúncias, prejudicando tanto a emissora quanto o patrocinador.
 
E na minha humilde opinião, nada, absolutamente nada contra a emissora citada por mim.
Muito pelo contrário.
Inclusive assisto a emissora de vez em quando.

Existem inúmeras emissoras educativas pelo país afora fora do ar.
Falta de interesse?
Óbvio que não.
Falta de recursos, infelizmente.

E quanto as rádios comunitárias... outro assunto também complicado.
Tempos atrás visitei uma aqui no estado de São Paulo.
Salvo engano, não percebi nada de assunto comunitário.
Muito pelo contrário.
 
Pelo visto, pelo que venho observando, a TV Brasil vai chegar aqui quando vier a Tv 3.0, porque lá vem o aplicativo "Mais Br" (Já que os canais cada um é um aplicativo diferente) com todos os canais do governo incluindo a Tv Brasil. (Pelo visto a transmissão é pela internet, na prática ainda não sei como vai funcionar).
 
TVCI inaugurou uma sucursal no centro de Araucária. Inclusive, estão com outdoors anunciando o programa "Conexão Araucária". Curioso, visto que a concessão dela para Curitiba e RMC é de retransmissora. Pode ser um indício que pretendem mesmo iniciar as transmissões de TV 3.0 em breve.
 
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