Clube SKY HD

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Esse canal já se encontra disponível em alguns Streamings legalizado, não duvido entrar na SKY ou Claro.
 
Esse canal já se encontra disponível em alguns Streamings legalizado, não duvido entrar na SKY ou Claro.
Será que eles pretendem ter uma versão brasileira da RT? Justamente pelo fato de já existir um site com conteúdos em português incluindo vídeos, programas, artigos de opinião, notícias, etc?
 
Tem algumas coisas na SKY que eu não consigo entender.
Porque não tem a TV Brasil até hoje em HD?
Porque o canal NSports não entra no receptor?
Porque a SKY tirou da grade um dos poucos canais que ainda prestam na TV por Assinatura, um dos poucos canais relevantes, que é o film&arts?
Difícil entender, os caras dão tiro no pé.
 
Tem algumas coisas na SKY que eu não consigo entender.
Porque não tem a TV Brasil até hoje em HD?
Porque o canal NSports não entra no receptor?
Porque a SKY tirou da grade um dos poucos canais que ainda prestam na TV por Assinatura, um dos poucos canais relevantes, que é o film&arts?
Difícil entender, os caras dão tiro no pé.
Não só isso tudo que você citou: o Discovery World, que existe há mais de uma década e está em HD em todas as operadoras, está em SD na SKY.
Já o Canal UOL, os caras adicionaram o canal na grade no formato SD em pleno 2024!
O único canal que lembro que entrou em SD e poucos meses depois entrou em HD foi a MTV 00's, em 2022.
 
Tem algumas coisas na SKY que eu não consigo entender.
Porque não tem a TV Brasil até hoje em HD?
Porque o canal NSports não entra no receptor?
Porque a SKY tirou da grade um dos poucos canais que ainda prestam na TV por Assinatura, um dos poucos canais relevantes, que é o film&arts?
Difícil entender, os caras dão tiro no pé.
Pelo menos a TV Brasil aqui em Santos dá pra ver na afiliada local em HD, canal 40.1.
 


Samuel Possebon – O grupo chegou ao Brasil há pouco mais de três anos, com o investimento na Sky. Qual a sua avaliação dos negócios no país?

Darío Werthein – Estamos muito contentes com a aquisição da Sky, que ocorreu logo após a pandemia. Naquela época, o mercado de pay TV e streaming estava em alta, e a digitalização nas casas aumentou significativamente. Mas enfrentamos um desafio interessante, pois a empresa tinha uma história de pouco cuidado no passado. Trabalhamos para revitalizá-la, diversificando e defendendo o negócio de pay TV tradicional, que está mudando lentamente, mas ainda tem potencial. Estamos desenvolvendo produtos novos, desenvolvemos o OTT, mudamos muito nosso negócio de streaming, desenvolvemos nossa geração de conteúdos, exceto no Brasil, porque no Brasil não se pode fazer as duas coisas (produzir e distribuir), mas esta é nossa estratégia no resto dos países hispânicos.

Quais são os direitos de transmissão que vocês possuem?

Temos os direitos de transmissão do Mundial de 2026 e 2030, além de competições como a Conmebol, Liga Sudamericana, Liga da Espanha, Copa Argentina, Copa Equador, Copa Peru e futebol colombiano. E agora estamos começando com produções originais também. No entanto, no Brasil, a legislação não permite que sejamos produtores e distribuidores ao mesmo tempo, o que limita nossa atuação aqui. Se fosse possível mudar a legislação, certamente teríamos a mesma estratégia.

Como vocês estão lidando com a tendência decrescente do mercado de TV paga?

Não podemos ir contra o mercado, então estamos focados em reduzir o churn, melhorar a venda da pay TV e fidelizar nossos clientes.É um bom mercado, que precisamos defender e inovar. Por isso estamos investindo no crescimento em OTT, conectividade banda larga e no que chamamos de ecossistemas. A ideia é equilibrar a curva decrescente da pay TV com o crescimento nessas novas áreas.

Qual é a importância do Brasil para o grupo?

Para a Vrio, o Brasil representa 48% da companhia. É um mercado desenvolvido e grande, que está na vanguarda de muitas áreas e desenvolvimentos que ainda podemos explorar. Aprendemos muito aqui e vemos uma oportunidade maravilhosa para crescer na indústria e expandir para outras áreas. O mercado brasileiro é desafiador, mas também muito promissor.

Vocês começaram a atuar em banda larga, inicialmente com a própria Sky, e agora aquisições. Qual a estratégia?

Pretendemos adquirir ISPs, como a Zaaz, e firmamos um acordo com a Kuiper para oferecer conectividade por fibra e satélite. Isso nos permitirá uma ampla gama de serviços, com fibra nas cidades maiores e o sistema satelital da Amazon nas áreas onde a fibra é cara. E em breve, quando saírem os telefones satelitais com Amazon, também vamos ter esse serviço e vamos olhar outras alternativas móveis. A Zaaz já opera com uma MVNOs. Mas não pensamos em adquirir espectro, entendemos que não faz sentido começar uma operação do zero. Mas a ampliação da conectividade é uma parte importante da nossa estratégia. O mercado de banda larga vai passar por um novo ciclo de consolidação, vemos oportunidades em operadores médios, do tamanho da Zaaz (cerca de 200 mil assinantes), e certamente seguiremos com essa estratégia. Além disso, cada vez mais, queremos ampliar o ecossistema, que é a venda de outros produtos e serviços que já temos no grupo, como seguros e TI, e parcerias com parceiros para revenda de eletricidade. São estratégias que trazem novas receitas e também ajudam a fidelizar.

Como vocês veem o mercado de banda larga no Brasil e na América Latina?

O crescimento agora é mais inorgânico. No Brasil, há muitas ISPs, e acreditamos que haverá uma concentração no mercado, pois tantas empresas não são sustentáveis a longo prazo. Estamos estudando oportunidades de aquisição em tiers médios e pequenos, que oferecem boas oportunidades de expansão. E seguimos com a estratégia de redes neutras, quando for possível.

A parceria com o fundo indiano Aarna tem algo a ver com essas aquisições?

Estamos sozinhos por enquanto. Temos uma parceria com um fundo indiano para telecomunicações e agroindústria, buscando criar um ponte entre América Latina e Índia. Estamos trabalhando ativamente em ideias interessantes com eles, que em breve serão anunciadas.

Como vocês trabalham as sinergias entre as diferentes iniciativas no Brasil?

Preferimos dividir os negócios em Pay TV, streaming, ecossistemas e conectividade. Isso nos dá flexibilidade para cada mercado trabalhar de forma independente, permitindo que aprendamos rapidamente e troquemos experiências. Essa estratégia nos dá agilidade para tomar decisões e adaptar nossas ofertas conforme necessário.

Há oportunidades na compra de uma eventual participação da Telefônica no Brasil?

Não participamos de porções minoritárias. Na Argentina, tentamos. Em outros países, como Chile, estamos avaliando oportunidades. Mas no Brasil, não estamos interessados em uma participação de 20%, pois buscamos controle total em nossas aquisições porque nos vemos como investidores estratégicos, não é comprar para vender em três ou cinco anos.

E como está a parceria com a Amazon e o projeto de banda larga via satélite Kuiper? Foi uma das primeiras parcerias do gênero, não?

Eles têm uma parceria com a Vodafone na Europa e na África. Aqui, nós somos os primeiros parceiros. Houve alguns atrasos nos lançamentos, mas o projeto é espetacular. A Amazon está firme e decidida a lançá-lo. Visitamos Seattle para ver a fabricação dos satélites e estamos confiantes no potencial do projeto.

Como você vê o avanço da Starlink na América Latina?

Eles são first player, e nós seremos second player. Vamos competir, mas acreditamos que há espaço para ambos no mercado, especialmente com a crescente demanda por conectividade.

O momento político e econômico na América Latina é complexo, o Brasil enfrenta a questão tarifária com os EUA. Como isso tudo afeta as estratégias de investimento de vocês?

O Brasil é estratégico, independente da política. É um país pujante, com economia forte e mercado grande. Queremos continuar crescendo aqui, pois vemos um futuro promissor, apesar dos desafios políticos e econômicos.

E como você vê a integração Brasil-Argentina nesse momento, com governos tão distantes, com visões distintas sobre o Mercosul?

Pode ser potencializada, com ou sem Mercosul. Mercosul é uma grande ideia e pode ser ainda mais útil no futuro. Precisamos deixar as ideologias de lado e focar no desenvolvimento dos povos.

E como você percebe a atuação dos reguladores na América Latina? Hoje há um debate sobre regular ou não o ambiente digital, sobre assimetrias…

O Brasil está na vanguarda regulatória, especialmente no combate à pirataria, e é um exemplo a ser seguido. Na questão da Internet, é ruim que haja esse grau de assimetrias. Estamos trabalhando para mostrar a todos os governos que não tem por que haver assimetrias que temos que nivelar o campo de jogo para que todos possam competir de forma igual. E o nivelamento do campo de jogo é essencial. E vejo que os reguladores estão preocupados com isso, o que é essencial para um mercado justo e competitivo.

Quais outras oportunidades vocês veem no Brasil?

Hoje, estamos investindo em genética bovina no sul do Brasil e no setor de seguros. Desenvolvemos uma fintech e estamos explorando o mercado financeiro. O Brasil oferece muitas oportunidades, e estamos sempre buscando novas áreas para expandir.

Qual é o futuro do mercado de TV?

A TV paga tradicional e a TV satelital continuarão existindo, mas em menor escala. Estamos focados em oferecer canais abertos, esportes, notícias e filmes premium. Não pretendemos competir diretamente com gigantes como Netflix, mas sim oferecer um serviço complementar e de qualidade.
 


Samuel Possebon – O grupo chegou ao Brasil há pouco mais de três anos, com o investimento na Sky. Qual a sua avaliação dos negócios no país?

Darío Werthein – Estamos muito contentes com a aquisição da Sky, que ocorreu logo após a pandemia. Naquela época, o mercado de pay TV e streaming estava em alta, e a digitalização nas casas aumentou significativamente. Mas enfrentamos um desafio interessante, pois a empresa tinha uma história de pouco cuidado no passado. Trabalhamos para revitalizá-la, diversificando e defendendo o negócio de pay TV tradicional, que está mudando lentamente, mas ainda tem potencial. Estamos desenvolvendo produtos novos, desenvolvemos o OTT, mudamos muito nosso negócio de streaming, desenvolvemos nossa geração de conteúdos, exceto no Brasil, porque no Brasil não se pode fazer as duas coisas (produzir e distribuir), mas esta é nossa estratégia no resto dos países hispânicos.

Quais são os direitos de transmissão que vocês possuem?

Temos os direitos de transmissão do Mundial de 2026 e 2030, além de competições como a Conmebol, Liga Sudamericana, Liga da Espanha, Copa Argentina, Copa Equador, Copa Peru e futebol colombiano. E agora estamos começando com produções originais também. No entanto, no Brasil, a legislação não permite que sejamos produtores e distribuidores ao mesmo tempo, o que limita nossa atuação aqui. Se fosse possível mudar a legislação, certamente teríamos a mesma estratégia.

Como vocês estão lidando com a tendência decrescente do mercado de TV paga?

Não podemos ir contra o mercado, então estamos focados em reduzir o churn, melhorar a venda da pay TV e fidelizar nossos clientes.É um bom mercado, que precisamos defender e inovar. Por isso estamos investindo no crescimento em OTT, conectividade banda larga e no que chamamos de ecossistemas. A ideia é equilibrar a curva decrescente da pay TV com o crescimento nessas novas áreas.

Qual é a importância do Brasil para o grupo?

Para a Vrio, o Brasil representa 48% da companhia. É um mercado desenvolvido e grande, que está na vanguarda de muitas áreas e desenvolvimentos que ainda podemos explorar. Aprendemos muito aqui e vemos uma oportunidade maravilhosa para crescer na indústria e expandir para outras áreas. O mercado brasileiro é desafiador, mas também muito promissor.

Vocês começaram a atuar em banda larga, inicialmente com a própria Sky, e agora aquisições. Qual a estratégia?

Pretendemos adquirir ISPs, como a Zaaz, e firmamos um acordo com a Kuiper para oferecer conectividade por fibra e satélite. Isso nos permitirá uma ampla gama de serviços, com fibra nas cidades maiores e o sistema satelital da Amazon nas áreas onde a fibra é cara. E em breve, quando saírem os telefones satelitais com Amazon, também vamos ter esse serviço e vamos olhar outras alternativas móveis. A Zaaz já opera com uma MVNOs. Mas não pensamos em adquirir espectro, entendemos que não faz sentido começar uma operação do zero. Mas a ampliação da conectividade é uma parte importante da nossa estratégia. O mercado de banda larga vai passar por um novo ciclo de consolidação, vemos oportunidades em operadores médios, do tamanho da Zaaz (cerca de 200 mil assinantes), e certamente seguiremos com essa estratégia. Além disso, cada vez mais, queremos ampliar o ecossistema, que é a venda de outros produtos e serviços que já temos no grupo, como seguros e TI, e parcerias com parceiros para revenda de eletricidade. São estratégias que trazem novas receitas e também ajudam a fidelizar.

Como vocês veem o mercado de banda larga no Brasil e na América Latina?

O crescimento agora é mais inorgânico. No Brasil, há muitas ISPs, e acreditamos que haverá uma concentração no mercado, pois tantas empresas não são sustentáveis a longo prazo. Estamos estudando oportunidades de aquisição em tiers médios e pequenos, que oferecem boas oportunidades de expansão. E seguimos com a estratégia de redes neutras, quando for possível.

A parceria com o fundo indiano Aarna tem algo a ver com essas aquisições?

Estamos sozinhos por enquanto. Temos uma parceria com um fundo indiano para telecomunicações e agroindústria, buscando criar um ponte entre América Latina e Índia. Estamos trabalhando ativamente em ideias interessantes com eles, que em breve serão anunciadas.

Como vocês trabalham as sinergias entre as diferentes iniciativas no Brasil?

Preferimos dividir os negócios em Pay TV, streaming, ecossistemas e conectividade. Isso nos dá flexibilidade para cada mercado trabalhar de forma independente, permitindo que aprendamos rapidamente e troquemos experiências. Essa estratégia nos dá agilidade para tomar decisões e adaptar nossas ofertas conforme necessário.

Há oportunidades na compra de uma eventual participação da Telefônica no Brasil?

Não participamos de porções minoritárias. Na Argentina, tentamos. Em outros países, como Chile, estamos avaliando oportunidades. Mas no Brasil, não estamos interessados em uma participação de 20%, pois buscamos controle total em nossas aquisições porque nos vemos como investidores estratégicos, não é comprar para vender em três ou cinco anos.

E como está a parceria com a Amazon e o projeto de banda larga via satélite Kuiper? Foi uma das primeiras parcerias do gênero, não?

Eles têm uma parceria com a Vodafone na Europa e na África. Aqui, nós somos os primeiros parceiros. Houve alguns atrasos nos lançamentos, mas o projeto é espetacular. A Amazon está firme e decidida a lançá-lo. Visitamos Seattle para ver a fabricação dos satélites e estamos confiantes no potencial do projeto.

Como você vê o avanço da Starlink na América Latina?

Eles são first player, e nós seremos second player. Vamos competir, mas acreditamos que há espaço para ambos no mercado, especialmente com a crescente demanda por conectividade.

O momento político e econômico na América Latina é complexo, o Brasil enfrenta a questão tarifária com os EUA. Como isso tudo afeta as estratégias de investimento de vocês?

O Brasil é estratégico, independente da política. É um país pujante, com economia forte e mercado grande. Queremos continuar crescendo aqui, pois vemos um futuro promissor, apesar dos desafios políticos e econômicos.

E como você vê a integração Brasil-Argentina nesse momento, com governos tão distantes, com visões distintas sobre o Mercosul?

Pode ser potencializada, com ou sem Mercosul. Mercosul é uma grande ideia e pode ser ainda mais útil no futuro. Precisamos deixar as ideologias de lado e focar no desenvolvimento dos povos.

E como você percebe a atuação dos reguladores na América Latina? Hoje há um debate sobre regular ou não o ambiente digital, sobre assimetrias…

O Brasil está na vanguarda regulatória, especialmente no combate à pirataria, e é um exemplo a ser seguido. Na questão da Internet, é ruim que haja esse grau de assimetrias. Estamos trabalhando para mostrar a todos os governos que não tem por que haver assimetrias que temos que nivelar o campo de jogo para que todos possam competir de forma igual. E o nivelamento do campo de jogo é essencial. E vejo que os reguladores estão preocupados com isso, o que é essencial para um mercado justo e competitivo.

Quais outras oportunidades vocês veem no Brasil?

Hoje, estamos investindo em genética bovina no sul do Brasil e no setor de seguros. Desenvolvemos uma fintech e estamos explorando o mercado financeiro. O Brasil oferece muitas oportunidades, e estamos sempre buscando novas áreas para expandir.

Qual é o futuro do mercado de TV?

A TV paga tradicional e a TV satelital continuarão existindo, mas em menor escala. Estamos focados em oferecer canais abertos, esportes, notícias e filmes premium. Não pretendemos competir diretamente com gigantes como Netflix, mas sim oferecer um serviço complementar e de qualidade.
"...Estamos focados em oferecer canais..."
Sei... Saiu Film&Arts e outros, não tem versão HD de vários canais, pra entrar um novo canal é "um parto"... Nem canal 4k para os jogos do Brasileiro não existe mais...
NSports? Bm&C?
E outra, nem o Universal+ ainda foi oferecido, é canal premium de séries.
Canais abertos regionais, é assunto que não se comenta - mas para entrar a Glob*sta aí sempre tem espaço no satélite. Kkkk
Neste quesito de canais a Claro é top.

Cenário de TV paga é delicado, mas a Sky tbm não "oferece" assim vantagens para reter a base. Continua a mesma de anos, com: mensalidade cara, retirada de canais, sem inovações, sem aparelho 4k.

Ao menos a Claro criou meios de reter e até mesmo adicionar novos assinantes. Vc vê até os youtubers falando da Claro.
 
"...Estamos focados em oferecer canais..."
Sei... Saiu Film&Arts e outros, não tem versão HD de vários canais, pra entrar um novo canal é "um parto"... Nem canal 4k para os jogos do Brasileiro não existe mais...
NSports? Bm&C?
E outra, nem o Universal+ ainda foi oferecido, é canal premium de séries.
Canais abertos regionais, é assunto que não se comenta - mas para entrar a Glob*sta aí sempre tem espaço no satélite. Kkkk
Neste quesito de canais a Claro é top.

Cenário de TV paga é delicado, mas a Sky tbm não "oferece" assim vantagens para reter a base. Continua a mesma de anos, com: mensalidade cara, retirada de canais, sem inovações, sem aparelho 4k.

Ao menos a Claro criou meios de reter e até mesmo adicionar novos assinantes. Vc vê até os youtubers falando da Claro.
Vendem o plano 4K caríssimo e nem oferecem o Sportv 4K. Nem a TVRO estão investindo, esse ano praticamente sem novos canais. Na TV paga então....

Apesar de alguns problemas na box da Claro, é disparado o melhor custo benefício. Todos os canais por menos de 100 reais e ainda leva mais 4 streaming e se quiser migrar para o premium de algum deles, sai mais em conta ainda
 
"...Estamos focados em oferecer canais..."
Sei... Saiu Film&Arts e outros, não tem versão HD de vários canais, pra entrar um novo canal é "um parto"... Nem canal 4k para os jogos do Brasileiro não existe mais...
NSports? Bm&C?
E outra, nem o Universal+ ainda foi oferecido, é canal premium de séries.
Canais abertos regionais, é assunto que não se comenta - mas para entrar a Glob*sta aí sempre tem espaço no satélite. Kkkk
Neste quesito de canais a Claro é top.

Cenário de TV paga é delicado, mas a Sky tbm não "oferece" assim vantagens para reter a base. Continua a mesma de anos, com: mensalidade cara, retirada de canais, sem inovações, sem aparelho 4k.

Ao menos a Claro criou meios de reter e até mesmo adicionar novos assinantes. Vc vê até os youtubers falando da Claro.
É tanta coisa bizarra na SKY que eu ficaria aqui até amanhã enumerando.
Mais a maior bizarrice é a ESPN 6 custando 11 reais.
Obs: Já fui assinante da Claro, cuidado com a Claro, ela não é tão perfeita quanto parece não.
Uma funcionalidade Top que a Claro oferece é o Replay TV, muito bom, sinto falta.
O App para Samsung e Android TV SKY+ não oferece nem uma Grade de programação.
É o básico do básico, nem isso.
 
Vendem o plano 4K caríssimo e nem oferecem o Sportv 4K. Nem a TVRO estão investindo, esse ano praticamente sem novos canais. Na TV paga então....

Apesar de alguns problemas na box da Claro, é disparado o melhor custo benefício. Todos os canais por menos de 100 reais e ainda leva mais 4 streaming e se quiser migrar para o premium de algum deles, sai mais em conta ainda
Verdade até a TVRO entrou no limbo... Sky é muito bizarra.

Claro tem seus problemas, mas o custo benefício compensa muitas vezes.
Além deles estarem sempre buscando novidades para os assinantes.
 
É tanta coisa bizarra na SKY que eu ficaria aqui até amanhã enumerando.
Mais a maior bizarrice é a ESPN 6 custando 11 reais.
Obs: Já fui assinante da Claro, cuidado com a Claro, ela não é tão perfeita quanto parece não.
Uma funcionalidade Top que a Claro oferece é o Replay TV, muito bom, sinto falta.
O App para Samsung e Android TV SKY+ não oferece nem uma Grade de programação.
É o básico do básico, nem isso.
Verdade, por isso não elaborei muito, senão perderia meu resto de domingo falando dos problemas da Sky kkkk
ESPN 6 é de longe a pior da bizarrices da Sky kkkkkk
 
Não só isso tudo que você citou: o Discovery World, que existe há mais de uma década e está em HD em todas as operadoras, está em SD na SKY.
KKKKKKKKKK O Discovery World tem HD literalmente no logo... Não acredito que fizeram isso
 
Verdade, por isso não elaborei muito, senão perderia meu resto de domingo falando dos problemas da Sky kkkk
ESPN 6 é de longe a pior da bizarrices da Sky kkkkkk
Se ao menos fosse um canal que transmitisse jogos exclusivos do Disney+, mas é só de reprise, não faz sentido ser assim.
 
Obs: Já fui assinante da Claro, cuidado com a Claro, ela não é tão perfeita quanto parece não.
Eu ia já relatar isso.
Estou na SKY por opção justamente por ter muita dor de cabeça com a Claro.
No mês que eu não tinha problemas com conta, era problema com funcionamento dos serviços ou alterações de plano sem o meu consentimento.
E eu gostaria muito de falar que eu sou um caso isolado, mas não sou. A minha irmã já tem problemas repetidos de conta há anos, e eles sempre voltam.
Quando eu era cliente deles, reclamei em Anatel, Reclame Aqui, Consumidor.gov, ouvidoria deles...
Nenhum nunca resolveu de vez, e os problemas sempre voltavam.
Chega num ponto que a gente se cansa de brigar e se enche disso tudo.
Como eu não tenho tara por canal novo e nem com funcionalidade nova, e quero simplesmente ver meu futebol e meus filmes em paz apenas, e ver também vez ou outra os canais que curto ver no horário livre, a SKY me atende demais.
 
KKKKKKKKKK O Discovery World tem HD literalmente no logo... Não acredito que fizeram isso
Na verdade, tinha o canal antes na grade, pelo que pesquisei.
Ele foi retirado há um tempo atrás e ficou só a versão em SD.
 
Eu ia já relatar isso.
Estou na SKY por opção justamente por ter muita dor de cabeça com a Claro.
No mês que eu não tinha problemas com conta, era problema com funcionamento dos serviços ou alterações de plano sem o meu consentimento.
E eu gostaria muito de falar que eu sou um caso isolado, mas não sou. A minha irmã já tem problemas repetidos de conta há anos, e eles sempre voltam.
Quando eu era cliente deles, reclamei em Anatel, Reclame Aqui, Consumidor.gov, ouvidoria deles...
Nenhum nunca resolveu de vez, e os problemas sempre voltavam.
Chega num ponto que a gente se cansa de brigar e se enche disso tudo.
Como eu não tenho tara por canal novo e nem com funcionalidade nova, e quero simplesmente ver meu futebol e meus filmes em paz apenas, e ver também vez ou outra os canais que curto ver no horário livre, a SKY me atende demais.
Sobre a Claro, é isso. Você se cansa de tanta incompetência, o estresse que isso te causa. Eu desisti da Claro por causa disso tudo aí.
 
Sobre a Claro, é isso. Você se cansa de tanta incompetência, o estresse que isso te causa. Eu desisti da Claro por causa disso tudo aí.
Eu nem fui pra Claro, apesar de ter a internet deles, porque onde eu moro só tem a Claro Box TV, não a HFC, e a grade da Box não é igual a da HFC, daí fui para a Sky (eu estava na Vivo).​
 
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