Rádio AM/FM em São Paulo - SP

Destaques do momento

Foi o que restou depois de despencar no Ibope.

A Mix FM devia copiar esse banner e comemorar os ouvintes que ganhou da extinta Transamérica.
O ouvinte da Transamérica migrou para a Mix.

Já a audiência que sobrou (leia-se: futebol) da Transamérica permaneceu com a TMC.​
 

Via Radioamantes:

Como o Estadão já queria se livrar das rádios de vez, a FMe 86,3 será da nova Play FM ou a FMe 86,7, caso haja mesmo a troca de frequências entre a Brasil 2000 e a Bandeirantes.​
 
Além do fim da Transamérica como emissora musical, o que pode ter contribuído para o aumento da audiência da Mix é o fato de realizar forte campanha promocional com prêmios direcionada a motoristas de aplicativos e taxistas.

Acho bem plausível essa hipótese. Olha que, ironicamente, a Transamérica tinha uma atração em parceria com a Uber.
 
Como o Estadão já queria se livrar das rádios de vez, a FMe 86,3 será da nova Play FM ou a FMe 86,7, caso haja mesmo a troca de frequências entre a Brasil 2000 e a Bandeirantes.​

O desfecho da Eldorado é incerto. Há essa confirmação do Grupo Bandeirantes por enquanto, além de não ter saído nada a respeito do destino dos 90,9 MHz após o distrato do compromisso de repetição do sinal da emissora do Morumbi com a Vip. Com a entrada da Bandeirantes em 107,3 MHz, prevista para maio, ela deve manter seu transmissão em 86,3 MHz, conforme o São Paulo Broadcast publicou ontem:

Rádio Bandeirantes divulga data de sua estreia em 107,3 MHz​



Caso mudem de ideia, a Play é um projeto provável, mas não é a única marca que a Band tem no portfólio e que está inativo. Ipanema FM e MPB FM são outras marcas que eles ainda possuem, além de alguns títulos ligados ao rádio que o grupo registrou, mas nunca utilizou, e que até hoje continuam com o registro ativo.
 
Eu sinceramente torço bastante para que a Eldorado continue no ar em FM. Além de admirar programas atuais como "A Hora da Vitrola", é uma rádio especial para mim. É a única emissora que conheci ao participar de um programa extinto já nos estúdios do prédio do Estadão na Marginal Tietê. Lembro com saudade de tomar café da manhã ouvindo na Eldorado AM o "De Olho na Cidade" apresentado pelo Geraldo Nunes, que também era responsável pelo excelente "São Paulo de Todos os Tempos", além de ir para a escola ouvindo o "Sunrise" com a ótima locutora Rose de Oliveira na Eldorado FM.

Vale lembrar que atualmente estão anunciando o Clube do Livro Eldorado e, se eu não estiver enganado, há previsão de encontros para discussão das obras até o fim deste ano.
 
Agora uma coisa que estava pensando: se a Jovem Pan News assumisse o 90,9 teriam uma boa área de alcance, e finalmente um sinal na Grande SP. No entanto, não há sinais que isso vá acontecer, sendo que o Estadão também não parece ter cacife para assumir aluguel dessa frequência.
 
Seu Motorola é igual ao meu, um Moto Edge 20 Lite, que possuo desde 2022.​

Não é o mesmo modelo que, apesar de contar com 5G, é inferior e faz parte da linha Moto G. Inclusive, o aplicativo de Rádio FM da Motorola é o mesmo para os modelos lançados há mais de uma década, como o Moto E original. Ele costuma ter atualizações em modelos que ainda recebem suporte. O recurso não está presente nos flagships atuais da marca, como as linhas Edge, Razr e Signature, sendo esta a mais recente, e na maioria dos modelos Moto G lançados este ano.
 
Agora uma coisa que estava pensando: se a Jovem Pan News assumisse o 90,9 teriam uma boa área de alcance, e finalmente um sinal na Grande SP. No entanto, não há sinais que isso vá acontecer, sendo que o Estadão também não parece ter cacife para assumir aluguel dessa frequência.
Seria uma boa, assim reduziriam o jornalismo na FM 100,9.

Mas, não creio que isso irá ocorrer (mais fácil a FM 106,9 receber a JP News) e, no caso do Estadão, em 2017, quando arrendaram sua frequência FM 92,9 para a Feliz FM, disseram que, a longo prazo, não pretendiam manter mais emissoras de rádio.​
 
Agora uma coisa que estava pensando: se a Jovem Pan News assumisse o 90,9 teriam uma boa área de alcance, e finalmente um sinal na Grande SP. No entanto, não há sinais que isso vá acontecer, sendo que o Estadão também não parece ter cacife para assumir aluguel dessa frequência.

Lembro que o Tutinha criticou os preços cobrados no mercado de arrendamento de FM em São Paulo durante uma entrevista, mas não me recordo em qual veículo foi nem quando ele falou isso. Se eu conseguir encontrar, trago o link; se alguém lembrar, faça isso também, por gentileza.

Só que ele muda de ideia também. Em 2014, ele disse que o rádio musical não teria futuro.


Quase uma década depois, a histórica AM 620 kHz passou a ser uma estação musical em seu último ano de operação, mantida até hoje na frequência migrante de FM 76,7 MHz.


Se não me engano, a Classic Pan é a estação com maior audiência entre aquelas que operam exclusivamente no dial estendido.
 
A concessão ligada à Fundação Brasil 2000 que está sendo transferida de 107,3 MHz para 86,3 MHz ainda é de caráter educativo?

Quais são os limites que uma concessão desse caráter efetivamente possui em relação às demais emissoras comerciais de rádio?

Uma diferença que se destaca é o horário da Voz do Brasil, que continua sendo às 19h, ainda que a Eldorado historicamente tenha sido uma voz contra a obrigatoriedade de transmissão do programa no horário.

E, se não me engano, a Eldorado ainda chama o intervalo de espaço para "marcas que apoiam a Eldorado". Parece ser apoio cultural.

Pelo que li não houve transferência da concessão da Fundação Brasil 2000 para outro grupo, mas uma troca entre as frequências 107,3 MHz e 86,3 MHz.

É evidente que teremos que aguardar para saber o futuro da frequência, mas particularmente não vejo muito sentido em um grande grupo com várias rádios passar a arrendar uma emissora no FM estendido com eventuais limitações por ainda ser concessão de caráter educativo.

Se a Eldorado não for para os 86,3 MHz, parece que deverá esta concessão encontrar outro parceiro de conteúdo ou gerar a própria programação, como na época da Brasil 2000 FM.
 
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A concessão ligada à Fundação Brasil 2000 que está sendo transferida de 107,3 MHz para 86,3 MHz ainda é de caráter educativo?

Quais são os limites que uma concessão desse caráter efetivamente possui em relação às demais emissoras comerciais de rádio?

Uma diferença que se destaca é o horário da Voz do Brasil, que continua sendo às 19h, ainda que a Eldorado historicamente tenha sido uma voz contra a obrigatoriedade de transmissão do programa no horário.

E, se não me engano, a Eldorado ainda chama o intervalo de espaço para "marcas que apoiam a Eldorado". Parece ser apoio cultural.

Pelo que li não houve transferência da concessão da Fundação Brasil 2000 para outro grupo, mas uma troca entre as frequências 107,3 MHz e 86,3 MHz.

É evidente que teremos que aguardar para saber o futuro da frequência, mas particularmente não vejo muito sentido em um grande grupo com várias rádios passar a arrendar uma emissora no FM estendido com eventuais limitações por ainda ser concessão de caráter educativo.

Se a Eldorado não for para os 86,3 MHz, parece que deverá esta concessão encontrar outro parceiro de conteúdo ou gerar a própria programação, como na época da Brasil 2000 FM.


Conforme as informações acima do site da ANATEL, a entidade é a Fundação Brasil 2000 e a finalidade continua sendo educativa. Além disso, está a Rua Radiantes, n° 13, como endereço do estúdio principal.
 
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