fernando seiji
Membro conhecido
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querendo ou não esse caso da jovem pan não chega nem perto da bizarrisse do relato do Zenitsu AgatsumaNão é só afiliada da Band que faz esses absurdos. Aqui em Curitiba, a afiliada da Jovem Pan se acha melhor que a matriz. Deixa em rede da meia-noite às sete da manhã e, durante o dia, só transmite o Pânico. Nem o Planeta DJ transmite. Além disso, eles têm um programa de humor bem ruinzinho aqui, que é uma imitação misturada do Pânico e do Pretinho Básico. A matriz deve ter deixado para que cada afiliada faça como quiser, mas aí falta identidade da rede, como, por exemplo, saber o horário de algum programa nacional e saber quais programas efetivamente transmitem. Sei que a afiliada de Belo Horizonte também costuma ter mais horários locais que nacionais pelo pouco que acompanhei, mas penso que a matriz deveria controlar mais, assim como a Globo controla suas afiliadas. E sobre o modelo de afiliação usado pela Gaúcha, realmente parece que as afiliadas usam o sinal da rede como tapa-buraco, porque deve ficar mais baratos pagar a licença para a rede do que pagar o salário do responsável pelo horário na emissora local. Acho também que a fase de ouro do rádio já passou, e isso ficou, ao menos para mim, evidente com o fim da Transamérica. Até o Ruy Balla falou sobre esta mudança e adaptação aos novos tempos no Instagram dele. Assim como aconteceu com a Rede Cidade, que deixou saudade e nunca mais voltou, isso pode ter acontecido com a Transamérica e pode acontecer até com a Jovem Pan, que não é, nem de longe, o que foi no passado. Quem tem menos de trinta anos não pegou a melhor fase dela e das outras que citei aqui, mas foi bem legal porque não havia internet e o entretenimento era rádio e TV.
imagina uma rede nacional que no horário local vende programação para horário religioso
lembro que a extinta transamérica hits também tinha afiliadas que faziam a mesma coisa que essa band fm