HDTV em Curitiba - Paraná

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FIM DA RADIO TRANSAMERICA 100.3 CURITIBA
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Mundo livre e 89 estão de braços abertos, 100,3 TMC "nome bem sugestivo"não vai vingar na nossa região, Só esperar as próximas medicaçoes de Ibope pra ver os ouvintes sumirem..
 
Muito falatório sobre notícias que pouco dizem sobre a nossa realidade. Estão fazendo uma programação para um público que não ouve rádio. Parece que tô ouvindo o áudio de algum canal de TV por assinatura de notícias. Não tem prestação de serviços, não falam do trânsito para quem está indo trabalhar. Uma rede míope, que não consegue enxergar a realidade do meio e logo vai minguar pela falta de anunciantes.
 
Dial Balneário Camboriú - SC
99.7 FM: Deixa de transmitir a Rede Transamérica, continuando a transmitir com a marca Transamérica de forma local.
Podiam fazer uma rede jovem. Ouvi a programação dela pelo streaming ontem de manhã e fiquei impressionado como eles conseguem ser mais Transamérica do que a rede era nos últimos tempos. Se o GC2 pegasse o trabalho deles e exportasse para todo o Brasil, com certeza daria resultado.
 
Tenho birra desse formato.. Telespectadores mandando foto de geada! Mandando foto do pôr do sol. Pura encheção de linguiça.
Eles não têm pauta de relevância para levar um jornal por tanto tempo e ficam pedindo que mandem fotos e mensagem. Só leem as que lhes são favoráveis. À noite, por exemplo, o Boa Noite Paraná tem uns quarenta minutos, sendo que o da própria Globo, o SP2, por exemplo, tem uns vinte. A RPC se acha melhor, mas fica o tempo todo chamando o povo para aquele aplicativo deles, ou ficam colocando notícias policiais do jeito que eles acham que é mais suave, mas que é ruim, péssimo até. Se for para ver noticiário de polícia, ligo na RIC ou Massa, mas tenho nojo disso. Então fica difícil uma emissora de TV com jornalismo relevante. E além disso, não teremos novidades em termos de TV por aqui tão cedo. A Cultura e a TV Brasil foram embora, a Record News e a TV A Crítica têm sinais fraquíssimos, e a maioria dos canais que sobraram são de padres ou pastores. A saída é assistir algo por streaming, porque pagar por TV por assinatura, como eu já fiz, nunca mais.
 
E não sei atualmente. Mas no tempo que acessava o AmazonSat ainda na Banda C analógica, durante a semana, reprisavam os telejornais do Grupo da região Norte.
E talvez por falta de telejornais mais atuante, mais presente, percebi em algumas oportunidades longas entrevistas realizadas nos estúdios das emissoras. Talvez por falta de recursos naquele período. Lembrando que no passado e por muitos anos raros os telejornais que geravam algum tipo de lucro. ( mais por prestígio do que financeiro )
E creio que não se justifica com as facilidades atuais, exemplo, captação com celular em gravações externas, inclusive ao vivo.
 
Uma outra alternativa, se possível por aí, agregar a recepção via TVRO na sua residência.
Sim, eu utilizo parabólica há anos, mas me refiro aos que não possuem, que alternativas eles têm para algum entretenimento sem pagar.
 
Sim, eu utilizo parabólica há anos, mas me refiro aos que não possuem, que alternativas eles têm para algum entretenimento sem pagar.

Ótimo que você possua.
E nunca foi tão fácil agregar a TV via satélite nas residências.
Receptor digital idêntico a preço de uma pizza. ( média)
Em alguns locais o receptor ainda parcelado.
Antenas desativadas aos milhares pelo país afora.
Creio que falta mesmo seja informação.
 
A Tv aberta em Curitiba nunca teve pior para variar Record News 46.1 e TV A Crítica 17.1 tela preta pelo menos não minha região sul , de Curitiba.
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A Tv aberta em Curitiba nunca teve pior para variar Record News 46.1 e TV A Crítica 17.1 tela preta pelo menos não minha região sul , de Curitiba.
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Não só a TV terrestre de Curitiba, mas de todo o país. O que mais tem são canais com problemas técnicos, fora do ar... Sem falar da programação decadente da TV aberta. E ainda ficam falando em kralhos de TV 3.0.
 
Creio que o maior problema seja financeiro. Com $$$$ sobrando óbvio que resultaria, provavelmente, dinheiro para expansão do sinal, para investimentos numa grade mais atraente,
na aquisição de novas tecnologias, etc etc etc
Convenhamos, de difícil solução e com menos investimentos, com a presença cada vez maior da internet, por exemplo.
 
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