Quando o TVA surgiu no fim da década de 80, as emissoras recebiam outorgas para operar em UHF e codificavam o sinal. Para assistir, o telespectador precisava contratar o serviço e instalar um decodificador na antena UHF de casa. Por lei, essas emissoras eram obrigadas a transmitir uma porcentagem da sua programação com o sinal aberto (geralmente algumas horas do dia, muitas vezes preenchidas com televendas, infomerciais ou programação religiosa). Depois surgiram as operadoras de cabo e DTH e o TVA perdeu o sentido comercial, caindo em desuso. Hoje as poucas emissoras que operam na modalidade do atual SeAC transmitem praticamente 24h em sinal aberto.
Inclusive, na época que o SeAC estava sendo implementado, em 2011, as emissoras até tentaram adaptar as outorgas para geradoras de Radiodifusão, mas o Congresso barrou com a alegação de isso ser inconstitucional.