Sim, com certeza. Na minha opinião, pelo que observo, uma aquisição assim daria fôlego e ampliaria bastante o catálogo de conteúdos. Imagine também o potencial de um intercâmbio cultural e de negócios: troca de artistas, técnicos, tecnologia, visitas, entrevistas mais acessíveis. Sem falar que reduziria custos de licenciamento, já que o conteúdo estaria dentro do próprio grupo.
Além disso, abriria caminho para exportar produções e a cultura brasileira em um player global, o que poderia ajudar o Brasil a ser mais visto pelo mundo, além da eterna imagem de política e Rio de Janeiro. E, claro, até o R.R. Soares ganharia destaque… ou melhor, seria o primeiro a sair da grade em uma compra dessas, porque dificilmente faria sentido mantê-lo, a não ser que fosse o único lucro garantido.