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DRM Digital Radio Mondiale

RÁDIO NACIONAL DA AMAZÔNIA INICIA TRANSMISSÕES EM CARÁTER EXPERIMENTAL NO SISTEMA DRM EM ONDAS CURTAS​

04.02.2021
DI5EJ19H-2f1cedi3-podcast.jpg

Na última quarta-feira (25) a Rádio Nacional da Amazônia deu início as suas transmissões em caráter experimental e científico no sistema digital DRM (Digital Radio Mondiale). A emissora está operando na faixa de 25 metros. O DRM é o padrão de rádio digital terrestre europeu, tecnologia que tem se expandido em diferentes países da Europa e da Ásia.
As transmissões em caráter experimental da Rádio Nacional da Amazônia tiveram início na última quarta-feira (25) na frequência de 11.880 KHz, na faixa de 25 metros. O sinal está sendo gerado a partir de Brasília, com um transmissor de 2,5 kw, desenvolvido e produzido em Porto Alegre pela BT Transmitters, empresa que realizou os primeiros testes com um transmissor digital em Ondas Curtas.
Com iniciativa da Universidade de Brasília e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com o apoio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a transmissão no sistema digital DRM permite uma melhor fidelidade sonora, além da possibilidade do envio de imagens aos receptores.
Com informações do portal Radiolab
Fonte: Tudoradio





Digital Rádio Mondiale (DRM, em português rádio digital mundial) é um conjunto de sets de radiodifusão sonora de rádio digital desenvolvido pelo consórcio Digital Rádio Mondiale usando as frequências e concessões outorgadas às transmissões de Amplitude Modulada (AM) e Frequência Modulada (FM) e ondas curtas. Há que destacar que nenhum país é proprietário deste sistema de rádio digital, pelo qual dito sistema tem sido desenvolvido e implementado pelo consórcio Digital Rádio Mondiale. Rádio France Internationale, TéléDiffusion de France TDF, BBC World Service, Deutsche Welle, Voice of America, Telefunken (agora Transradio) e Thomcast (agora Thomson SA) tomaram parte da formação do consórcio DRM.

 
Captura da Radio Nacional da Amazônia desde Bonaire
Quase dois mil quilômetros de distância, com apenas 2,5 kW de potência no transmissor.
"Som Local" com raras "travadinhas". Sensacional!

Notar que a frequência divulgada pela Emissora de Manaus é 11.880 KHz, enquanto a estação receptora de Bonaire é 11.910 kHz. Por volta das 6:00 da manhã, o sinal ficou muito fraco. Em breve tentarei fazer um registro de áudio e postarei nessa trilha.

Quem deseja ouvir a Radio Nacional da Amazônia pelo sistema Kiwi via Celular, vá até a primeira postagem da trilha sugerida e saiba como isso é possível:


Abaixo, fotos da reportagem:
 

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Recepção DRM da Rádio Nacional da Amazônia em alguns pontos da América.

Reportagem feita entre 8:00 e 9:00 h

Bonaire (Antilhas Holandesas) = Som local, sinal forte e contínuo, sem interrupções
Vilhena (Rondonia) = Som local, sinal variável, com interrupções.
Notar que a qualidade da recepção melhora à maneira que o sol se levanta.

Outras localidades que o sinal da Nacional da Amazonia foi capturado em condições variáveis:

9Z4RG - WebSDR Server - 10 kHz - 32 MHz - VLF to HF - Woodbrook, Port of Spain, Trinidad
SDR: Software-defined receiver at TWR / RTM Dominican Republic


Recepção em Ondas Curtas AM analógico 11.780 kHz.

Notar que a potência de emissoras analógicas varia de 2,5 kW até 50 kW ou mais, capturada pelas estações receptoras KIWI:

Bonaire: Sinal forte, audio com interferências, volume flutua.
Caruaru (Pernambuco) = OK
Vilhena (Rondônia) = OK, som local


Estações Receptoras KIWI nas Américas
O mapa é mostrado no quadrinho do rodapé. Clique sobre a figura para ver detalhes.
Nota: A área sombreada representa regiões que ainda não amanheceu.

O mapa das estações KIWI é mostrado no endereço abaixo:
 

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Juca Mora

Membro conhecido

RÁDIO NACIONAL DA AMAZÔNIA INICIA TRANSMISSÕES EM CARÁTER EXPERIMENTAL NO SISTEMA DRM EM ONDAS CURTAS​

04.02.2021
DI5EJ19H-2f1cedi3-podcast.jpg

Na última quarta-feira (25) a Rádio Nacional da Amazônia deu início as suas transmissões em caráter experimental e científico no sistema digital DRM (Digital Radio Mondiale). A emissora está operando na faixa de 25 metros. O DRM é o padrão de rádio digital terrestre europeu, tecnologia que tem se expandido em diferentes países da Europa e da Ásia.
As transmissões em caráter experimental da Rádio Nacional da Amazônia tiveram início na última quarta-feira (25) na frequência de 11.880 KHz, na faixa de 25 metros. O sinal está sendo gerado a partir de Brasília, com um transmissor de 2,5 kw, desenvolvido e produzido em Porto Alegre pela BT Transmitters, empresa que realizou os primeiros testes com um transmissor digital em Ondas Curtas.
Com iniciativa da Universidade de Brasília e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com o apoio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a transmissão no sistema digital DRM permite uma melhor fidelidade sonora, além da possibilidade do envio de imagens aos receptores.
Com informações do portal Radiolab
Fonte: Tudoradio





Digital Rádio Mondiale (DRM, em português rádio digital mundial) é um conjunto de sets de radiodifusão sonora de rádio digital desenvolvido pelo consórcio Digital Rádio Mondiale usando as frequências e concessões outorgadas às transmissões de Amplitude Modulada (AM) e Frequência Modulada (FM) e ondas curtas. Há que destacar que nenhum país é proprietário deste sistema de rádio digital, pelo qual dito sistema tem sido desenvolvido e implementado pelo consórcio Digital Rádio Mondiale. Rádio France Internationale, TéléDiffusion de France TDF, BBC World Service, Deutsche Welle, Voice of America, Telefunken (agora Transradio) e Thomcast (agora Thomson SA) tomaram parte da formação do consórcio DRM.

Negreiros, tem novidades sobre os receptores? Parece que já são vendidos na Europa
 
Negreiros, tem novidades sobre os receptores? Parece que já são vendidos na Europa
Oi, Juca!

Aí vai um vídeo publicado pela Associação Brasileira de Rádio Digital:


Os receptores DRM ainda são poucos, caros e desconhecidos.

Penso que, por enquanto, é melhor acompanhar a evolução do sistema pelas estações receptoras KIWI.


Um ponto importante: as estações KIWI que usam antenas "loop" blindadas apresentam melhor desempenho que outras que operam com antenas convencionais.

Abaixo, o radioescuta de ondas curtas põe a prova a eficiência de uma antena blindada ao lado de uma linha de alta tensão.

 
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Manoclem

Membro conhecido
É impressão minha ou teve momentos que o áudio fica mono? acho difícil o FM analógico sair de operação. Tem qualidade sonora boa e um bom alcance. O que poderia tirar o sistema do ar seriam os custos. Mas eu gostei do DRM.
 
É impressão minha ou teve momentos que o áudio fica mono? acho difícil o FM analógico sair de operação. Tem qualidade sonora boa e um bom alcance. O que poderia tirar o sistema do ar seriam os custos. Mas eu gostei do DRM.
Concordo, Manoclem.

Há várias versões de FM digital, entre elas DAB, IBOC e DRM.

O sistema DAB começou a operar em meados dos anos 1980, na Europa. O sistema DAB está consolidado, mas ainda sofre concorrência do velho FM analógico.

O sistema IBOC opera nos EUA, mas ainda está em implantação.

O sistema IBOC foi testado no Brasil e aprovado pelos Radiodifusores, por permitir o envio de sinais analógicos e digitais num mesmo canal, sem a necessidade do uso de dois transmissores ou conversores na ponta da recepção.
O sistema IBOC permite transição de sistemas FM analógico para digital sem tempo definido para a sua conclusão.

Embora haja uma versão DRM para FM digital, o consórcio DRM está concentrando seus esforços na implantação do sistema de radiofonia digital nas tradicionais faixas ocupadas por emissoras de AM , isto é: ondas ondas longas, tropicais, médias e curtas.

Detalhe importante: a versão DRM que opera nessas faixas foi dimensionada para transmissões de áudio exclusivamente em mono.

Os Radiodifusores brasileiros apoiam a continuidade das transmissões em FM analógico e conquistaram as faixas dos canais de TV VHF 5 e 6, para a ampliação desse serviço.

O FM analógico funciona muito bem, mas o seu futuro vai depender dos interesses de quem fabrica receptores de rádio e aparelhos celulares que permitam aplicativos para esse fim.

Notar que que é possível ouvir as tradicionais Rádios de AM e FM através de canais de internet, oferecidos pelas próprias emissoras. Mas a audiência por esse meio fica limitada pelo número de canais "streaming" disponibilizados por cada emissora. O número de canais "online" varia entre 60 a 600 ouvintes ao mesmo tempo.
Muito pouco, não é mesmo?
 
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Wideband shortwave radio receiver map
Neste mapa vc clica na origem da emissora. Onde clico para verificar onde esta sendo recebido?
O mapa é atualizado on line? o q significa as cores?
Oi, Juca!
O mapa apresenta a rede de mundial estações RECEPTORAS do sistema KIWI

Vou dar um exemplo:

Clique no endereço abaixo:
Na área do Cone Sul Americano, encontramos o receptor KIWI de Glorinha, RS.

Na lista geral de estações receptoras, digitamos a localização da estação desejada (Glorinha) na caixa de busca (search), no topo da página.

Ao teclar "enter", o receptor KIWI encontrado aparecerá em uma tarja horizontal com o endereço em azul.

Clique sobre o endereço:


Você poderá controlar esse receptor remoto KIWI de sua casa e ouvir todas as emissoras capturadas nesse local.

Para entender como operar uma estação receptora remota do sistema KIWI, vá ao endereço abaixo:
 
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Manoclem

Membro conhecido
Concordo, Manoclem.

Há várias versões de FM digital, entre elas DAB, IBOC e DRM.

O sistema DAB começou a operar em meados dos anos 1980, na Europa. O sistema DAB está consolidado, mas ainda sofre concorrência do velho FM analógico.

O sistema IBOC opera nos EUA, mas ainda está em implantação.

O sistema IBOC foi testado no Brasil e aprovado pelos Radiodifusores, por permitir o envio de sinais analógicos e digitais num mesmo canal, sem a necessidade do uso de dois transmissores ou conversores na ponta da recepção.
O sistema IBOC permite transição de sistemas FM analógico para digital sem tempo definido para a sua conclusão.

Embora haja uma versão DRM para FM digital, o consórcio DRM está concentrando seus esforços na implantação do sistema de radiofonia digital nas tradicionais faixas ocupadas por emissoras de AM , isto é: ondas ondas longas, tropicais, médias e curtas.

Detalhe importante: a versão DRM que opera nessas faixas foi dimensionada para transmissões de áudio exclusivamente em mono.

Os Radiodifusores brasileiros apoiam a continuidade das transmissões em FM analógico e conquistaram as faixas dos canais de TV VHF 5 e 6, para a ampliação desse serviço.

O FM analógico funciona muito bem, mas o seu futuro vai depender dos interesses de quem fabrica receptores de rádio e aparelhos celulares que permitam aplicativos para esse fim.

Notar que que é possível ouvir as tradicionais Rádios de AM e FM através de canais de internet, oferecidos pelas próprias emissoras. Mas a audiência por esse meio fica limitada pelo número de canais "streaming" disponibilizados por cada emissora. O número de canais "online" varia entre 60 a 600 ouvintes ao mesmo tempo.
Muito pouco, não é mesmo?
Concordo. Se existisse um sistema digital que reunisse as vantagens de longo alcance, qualidade sonora stereo e economia de custos tenho certeza que já estaria em operação no país. Mesmo mono percebe-se muita qualidade no sinal.Vamos ver de agora em diante como vai ficar isso.
 
Alguma novidade sobre a Rádio Nacional em DRM?
As emissões DRM da Rádio Nacional ainda são experimentais, sem horários definidos.
Dei uma olhada no espectro da Estação Receptora de Bonaire, através do receptor virtual KIWI .
Parece que mudaram a frequência de operação para 12030 kHz, mas não foi possível decodificar a transmissão .
 
Última edição:
As emissões DRM da Rádio Nacional ainda são experimentais, sem horários definidos.
Dei uma olhada no espectro da Estação Receptora de Bonaire, através do receptor virtual KIWI .
Parece que mudaram a frequência de operação para 12030 kHz, mas não foi possível decodificar a transmissão .
Você sabe se alguma outra emissora brasileira tem interesse no DRM?
 
Você sabe se alguma outra emissora brasileira tem interesse no DRM?
Até agora, somente a Radiobrás.

O interesse maior dos radiodifusores brasileiros se concentra nas emissões em FM.
Há um plano em andamento que pode ser descrito assim:

1 - Ampliação da Faixa de FM com a ocupação dos antigos canais de TV VHF 5 e 6

Dessa maneira, as emissoras que operarem nessas poderão ser ouvidas em aparelhos de telefonia celular nas Faixas de FM "japonesas" e "americanas".

2 - Migração de Emissoras de AM (Ondas Médias) para as novas Faixas de FM;

Problema:

Os radiodifusores contam a atual adesão da Recepção de FM da maioria de modelos de telefones celulares encontrados no mercado, um quesito não obrigatório que poderá desaparecer.

Essa estratégia pode servir de ponte até que todos novos receptores de FM incorporem a faixa dos canais 5 e 6.
A Motobrás, por exemplo, fabrica vários modelos, há muitos anos. Não sabemos se fabricantes estrangeiros vão adotar essa estratégia, afinal o mercado brasileiro não é tão grande, se comparado ao mercado global.

3 - Digitalização dentro das novas faixas de FM.

Os radiodifusores optaram pelo sistema IBOC, que permitirá as emissoras operarem analógico e digital num único canal.

O que acontecerá com as faixas de AM vagas é uma incógnita. É sabido que essas faixas são adequadas para estações de Rádio Farol, usadas pela marinha e aeronáutica, civil ou militar.

Se o sistema DRM provar robustez e baixo custo e grande oferta de modelos ao mercado, é possível que as faixas de Ondas Médias, Tropicais e Curtas sobrevivam ao desafio digital.
 
Até agora, somente a Radiobrás.

O interesse maior dos radiodifusores brasileiros se concentra nas emissões em FM.
Há um plano em andamento que pode ser descrito assim:

1 - Ampliação da Faixa de FM com a ocupação dos antigos canais de TV VHF 5 e 6

Dessa maneira, as emissoras que operarem nessas poderão ser ouvidas em aparelhos de telefonia celular nas Faixas de FM "japonesas" e "americanas".

2 - Migração de Emissoras de AM (Ondas Médias) para as novas Faixas de FM;

Problema:

Os radiodifusores contam a atual adesão da Recepção de FM da maioria de modelos de telefones celulares encontrados no mercado, um quesito não obrigatório que poderá desaparecer.

Essa estratégia pode servir de ponte até que todos novos receptores de FM incorporem a faixa dos canais 5 e 6.
A Motobrás, por exemplo, fabrica vários modelos, há muitos anos. Não sabemos se fabricantes estrangeiros vão adotar essa estratégia, afinal o mercado brasileiro não é tão grande, se comparado ao mercado global.

3 - Digitalização dentro das novas faixas de FM.

Os radiodifusores optaram pelo sistema IBOC, que permitirá as emissoras operarem analógico e digital num único canal.

O que acontecerá com as faixas de AM vagas é uma incógnita. É sabido que essas faixas são adequadas para estações de Rádio Farol, usadas pela marinha e aeronáutica, civil ou militar.

Se o sistema DRM provar robustez e baixo custo e grande oferta de modelos ao mercado, é possível que as faixas de Ondas Médias, Tropicais e Curtas sobrevivam ao desafio digital.
Sobre a migração das rádios AM para FM e criação do FM estendido já estava por dentro. Uma pena as grandes rádios AM que tinham cobertura no país quase todo a noite migrarem para o FM.

Um grande problema para o DRM ser implantado no Brasil é a pequena quantidade de emissoras em ondas curtas que existem atualmente, além de não existirem receptores DRM no mercado. É um processo que vai requerer muito tempo e incentivo do governo, coisa que não anda ocorrendo no atual momento.
 

Juca Mora

Membro conhecido
Até agora, somente a Radiobrás.

O interesse maior dos radiodifusores brasileiros se concentra nas emissões em FM.
Há um plano em andamento que pode ser descrito assim:

1 - Ampliação da Faixa de FM com a ocupação dos antigos canais de TV VHF 5 e 6

Dessa maneira, as emissoras que operarem nessas poderão ser ouvidas em aparelhos de telefonia celular nas Faixas de FM "japonesas" e "americanas".

2 - Migração de Emissoras de AM (Ondas Médias) para as novas Faixas de FM;

Problema:

Os radiodifusores contam a atual adesão da Recepção de FM da maioria de modelos de telefones celulares encontrados no mercado, um quesito não obrigatório que poderá desaparecer.

Essa estratégia pode servir de ponte até que todos novos receptores de FM incorporem a faixa dos canais 5 e 6.
A Motobrás, por exemplo, fabrica vários modelos, há muitos anos. Não sabemos se fabricantes estrangeiros vão adotar essa estratégia, afinal o mercado brasileiro não é tão grande, se comparado ao mercado global.

3 - Digitalização dentro das novas faixas de FM.

Os radiodifusores optaram pelo sistema IBOC, que permitirá as emissoras operarem analógico e digital num único canal.

O que acontecerá com as faixas de AM vagas é uma incógnita. É sabido que essas faixas são adequadas para estações de Rádio Farol, usadas pela marinha e aeronáutica, civil ou militar.

Se o sistema DRM provar robustez e baixo custo e grande oferta de modelos ao mercado, é possível que as faixas de Ondas Médias, Tropicais e Curtas sobrevivam ao desafio digital.
Excelente resumo da movimentaçao no ainda mais importante meio de comunicaçao, o radio.
A inovaçao mesmo esta na transmissao simultanea do FM analogico e digital no mesmo canal consignado.
Jonas, ja existe alguma emissora operando experimental no digital?
E sobre receptores DRM e IBOC. Sabe onde comprar e faixa de preços?
 
Excelente resumo da movimentaçao no ainda mais importante meio de comunicaçao, o radio.
A inovaçao mesmo esta na transmissao simultanea do FM analogico e digital no mesmo canal consignado.
Jonas, ja existe alguma emissora operando experimental no digital?
E sobre receptores DRM e IBOC. Sabe onde comprar e faixa de preços?

Oi, Juca!

O sistema IBOC FM, o qual você comenta, foi testado no Brasil pela Jovem Pan, entre outras. O sistema agradou aos Radiodifusores e a ANATEL bateu o martelo como padrão em FM digital para o País. Infelizmente, nenhuma emissora brasileira opera nesse modo. Acredito que antes disso deverá ocorrer uma redistribuição dos canais de FM tanto na faixa normal quanto estendida.

O sistema IBOC está em operação há vários anos nos EUA. O principal alvo dos fabricantes são os auto-rádios.

O sistema IBOC é conhecido na atualidade como HD Rádio. Há uma página na qual é possível conhecer modelos de receptores portáteis, de mesa e auto-rádios, assim como os fabricantes de automóveis que adotaram o padrão:


Considerar que fabricantes de automóveis centralizaram todas as funções de áudio, vídeo, telefonia e internet em uma única tela de cristal líquido, de modo que está difícil descobrir os detalhes técnicos sobre a parte de recepção AM e FM embutida no sistema. Será que os manuais dos carros detalham isso?

Quanto ao padrão DRM em AM, notamos que governos estão apoiando a iniciativa através de emissões em ondas curtas. Nessas faixas, a aplicação do DRM é completamente justificável, pois há um ganho expressivo em alcance e qualidade de recepção em relação ao velho AM analógico.

A Índia é o país que tem a maior oferta de programas em DRM e fabrica alguns radinhos portáteis, ainda muito caros.

O atalho para a popularização do DRM em ondas curtas é o sistema SDR KIWI - Software Defined Radio, pois é possível ouvir as transmissões DRM por computador ou celular, sem gastar um tostão com um receptor dedicado. Ainda há poucas estações receptoras KIWI online no Brasil, bem como o número de canais disponíveis, mas deverá aumentar com o tempo.

Quanto ao padrão DRM em FM, ele ainda é experimental pois sofre a forte concorrência do IBOC na América e DAB, consolidado na Europa.

Não podemos nos esquecer que todos sistemas de FM digitais sofrem a concorrência do velho FM analógico, que em geral funciona muito bem e custa muito pouco.
 
Última edição:

Juca Mora

Membro conhecido
Oi, Juca!

O sistema IBOC FM, o qual você comenta, foi testado no Brasil pela Jovem Pan, entre outras. O sistema agradou aos Radiodifusores e a ANATEL bateu o martelo como padrão em FM digital para o País. Infelizmente, nenhuma emissora brasileira opera nesse modo. Acredito que antes disso deverá ocorrer uma redistribuição dos canais de FM tanto na faixa normal quanto estendida.

O sistema IBOC está em operação há vários anos nos EUA. O principal alvo dos fabricantes são os auto-rádios.

O sistema IBOC é conhecido na atualidade como HD Rádio. Há uma página na qual é possível conhecer modelos de receptores portáteis, de mesa e auto-rádios, assim como os fabricantes de automóveis que adotaram o padrão:


Considerar que fabricantes de automóveis centralizaram todas as funções de áudio, vídeo, telefonia e internet em uma única tela de cristal líquido, de modo que está difícil descobrir os detalhes técnicos sobre a parte de recepção AM e FM embutida no sistema. Será que os manuais dos carros detalham isso?

Quanto ao padrão DRM em AM, notamos que governos estão apoiando a iniciativa através de emissões em ondas curtas. Nessas faixas, a aplicação do DRM é completamente justificável, pois há um ganho expressivo em alcance e qualidade de recepção em relação ao velho AM analógico.

A Índia é o país que tem a maior oferta de programas em DRM e fabrica alguns radinhos portáteis, ainda muito caros.

O atalho para a popularização do DRM em ondas curtas é o sistema SDR KIWI - Software Defined Radio, pois é possível ouvir as transmissões DRM por computador ou celular, sem gastar um tostão com um receptor dedicado. Ainda há poucas estações receptoras KIWI online no Brasil, bem como o número de canais disponíveis, mas deverá aumentar com o tempo.

Quanto ao padrão DRM em FM, ele ainda é experimental pois sofre a forte concorrência do IBOC na América e DAB, consolidado na Europa.

Não podemos nos esquecer que todos sistemas de FM digitais sofrem a concorrência do velho FM analógico, que em geral funciona muito bem e custa muito pouco.
Excelente saber sobre a possibilidade DRM em FM. Fico imaginando locais isolados sem internet sendo alcançados pelo DRM. Ex estando num barco navegando no Amazonas e recebendo transmissao AM FM c estabilidade e qualidade. Um sonho.
O SDR KIWI seria um receptor no PC ou celular usando internet, certo?
 
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